O campeão mundial Lando Norris afirmou na quinta-feira que a McLaren fez algum progresso desde o início decepcionante da temporada na Austrália, mas alertou que ainda precisa "melhorar em todas as áreas".
O favorito da pré-temporada, George Russell, liderou a dobradinha da Mercedes em Melbourne, à frente das duas Ferraris, com o britânico Norris em quinto, 51 segundos atrás do vencedor da corrida.
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Insatisfação com novo regulamento
Durante todo o fim de semana, Norris criticou duramente a versão mais recente dos carros de F1, que têm uma divisão de 50-50 entre energia convencional e elétrica, dizendo que eram "provavelmente os piores" que o esporte já produziu.
Antes do Grande Prêmio da China deste fim de semana em Xangai, a segunda etapa do calendário, Norris adotou um tom um pouco mais otimista.
"Deveria ser um pouco mais simples e, portanto, esperamos estar um pouco mais perto", disse ele aos repórteres. "Mesmo se voltássemos a Melbourne agora, acho que estaríamos mais perto de qualquer maneira, com base no que entendemos, aprendemos e descobrimos. Mas, ao mesmo tempo, sabemos que precisamos melhorar em todas as áreas; não se trata apenas da unidade de potência, mas do próprio carro. Está decente, estamos em uma boa posição de largada, mas ainda queremos que seja melhor do que é atualmente", completou.
Busca por evolução
Norris pelo menos se saiu melhor do que seu companheiro de equipe, Oscar Piastri, que abandonou o Grande Prêmio da Austrália em casa antes mesmo da largada.
Piastri, que se classificou em quinto lugar na abertura da temporada em Melbourne, bateu na zebra da curva 4 e rodou, batendo nas barreiras de concreto a caminho do grid.
"Com certeza não será o meu momento favorito da carreira, mas acho que ainda tentei aprender o máximo possível com a corrida", disse ele em Xangai, onde venceu o Grande Prêmio no ano passado.
"Definitivamente, há pontos positivos a serem considerados no último fim de semana, mas pensando bem, em comparação com o início do ano passado, estou apenas dois pontos atrás, embora seja muito mais constrangedor."
* Com conteúdo da AFP.