Ericsson acha desrespeitoso falar em favorecimento dentro da Sauber

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MONTREAL, QC - JUNE 11: Marcus Ericsson of Sweden driving the (9) Sauber F1 Team Sauber C36 Ferrari on track during the Canadian Formula One Grand Prix at Circuit Gilles Villeneuve on June 11, 2017 in Montreal, Canada. Mark Thompson/Getty Images/AFP

Na última terça-feira, a primeira mulher a chefiar uma equipe de Fórmula 1 se desligou de seu cargo. Depois de sete anos, Monisha Kaltenborn deixou a Sauber e um possível favorecimento de um de seus pilotos, Marcus Ericsson, sobre o outro, Pascal Wehrlein, através dos donos da equipe, pode ter sido um dos pilares de sua saída. Ericsson nega veementemente.

“É completamente falso e muito desrespeitoso com todo membro da Sauber. Temos pessoas aqui que trabalham dia e noite, tanto aqui quanto na fábrica, tentando fazer com que esse time tenha sucesso de novo com os dois carros e os dois pilotos”, afirmou o sueco de 26 anos.

Ericsson ainda não pontuou na temporada (Foto: Mark Thompson/Getty Images/AFP)

Já o alemão de 22 anos preferiu não comentar sobre a polêmica envolvendo sua equipe. “Eu faço meus pontos, estive duas vezes no Q2 com o carro que tenho e estou tentando extrair o máximo. Esse é meu trabalho”, colocou Pascal.

Na temporada, a Sauber aparece na penúltima colocação, com quatro pontos, todos conquistados por Wehrlein. Apenas a McLaren, ainda zerada, aparece atrás da equipe suíça.

“Foi tudo muito súbito, tudo acontecendo nas últimas 48 horas. Temos que confiar que os donos saibam o que eles estão fazendo e que eles tenham um bom plano para o futuro”, completou Ericsson.

 

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