O francês Rodolphe Timsit, criador do aplicativo Apitador, que organiza, encontra e reserva campos e partidas de futebol amador (Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)
A primeira edição da Copa Apitador chegou ao fim no último final de semana. Para os criadores do aplicativo e organizadores da competição, a Copa foi um sucesso e conseguiu alinhar futebol e resenha em pouco mais de um mês de disputa.
"O saldo foi muito positivo. Na verdade, superou as expectativas. Queríamos trazer pessoas que não se conheciam para montar times individuais e completar outros times. Você pode ver a festa, a alegria, foi muito positivo", disse Rodolphe Timsit, criador do aplicativo Apitador, em entrevista à Gazeta Esportiva.
O sucesso da primeira edição, realizada no Playball Pompeia, fez com que os organizadores já começassem a pensar no futuro da competição. O francês Rodolphe se mostrou ambicioso com os objetivos da segunda edição.
"Com certeza, ano que vem vamos ter uma Copa Apitador um pouco diferente, mas com a mesma vibe, a mesma positividade dessa. Uma coisa um pouco mais underground, talvez em uma fábrica, misturando society com futebol de campo, times menores, outros formatos de futebol. Trazer a experiência do futebol além do campo", comentou Timsit.
O primeiro campeão da Copa Apitador foi conhecido no último sábado. Em um duelo emocionante, o Dribles Para Se Aprender (DPSA), venceu de virada o Só Xaveco, por 2 a 1, e levantou o caneco da Chave Ouro da competição. A Chave Prata ficou com o Só Resenha, que goleou o Rapaziada por 10 a 5.
"Foi muito legal, montar essa família, conseguir juntar apostas, galera mais velha, para jogar contra a molecada de 16 anos. Galera de classe social diferente, vibes diferentes, e todo mundo jogando de igual para igual. Isso que é bom no futebol brasileiro", avaliou Stephan, um dos organizadores do torneio e componente do Apitador.
* Especial para a Gazeta Esportiva