Candidato à Fifa, sul-coreano nega irregularidades em doações

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Chung Mong-Joon lançou sua candidatura à presidência da Fifa na segunda-feira (Foto: Stephane de Sakutin/AFP)

Dono da montadora Hyundai, o sul-coreano Chung Mong-Joon anunciou sua candidatura à presidência da Fifa nesta segunda-feira e já é alvo de acusações de corrupção. Nesta quarta-feira, ele ressaltou que os pagamentos feitos ao Haiti e ao Paquistão em 2010 eram doações e negou que esteja sendo investigado pela Fifa.

“Se estas informações forem verdadeiras, consideramos isso como um esforço cínico e antiético da Fifa para deturpar as doações de caridade para manipulação política”, disse o sul-coreano em comunicado divulgado por sua instituição de caridade.

Mong-Joon disse, em uma de suas declarações, que costuma doar verba para causas sociais em seu país e no exterior desde a década de 1990. Ele é o acionista majoritário da Hyundai e deseja substituir Joseph Blatter na presidência da Fifa, após os escândalos de corrupção que eclodiram em maio.

O sul-coreano, até o momento, tem como concorrente oficial o atual presidente da Uefa, Michel Platini. Mong-Joon, inclusive, tem criticado o dirigente europeu, citando a proximidade com Blatter e acusando-o de omissão quanto ao escândalo de corrupção. As novas eleições estão marcadas para o dia 26 de fevereiro.

Chung Mong-Joon lançou sua candidatura à presidência da Fifa na segunda-feira (Foto: Stephane de Sakutin/AFP)

Chung Mong-Joon lançou sua candidatura à presidência da Fifa na segunda-feira (Foto: Stephane de Sakutin/AFP)

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