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Atletas da LBF relembram passagem pela Rússia em 2013

São Paulo, SP

11/07/18 | 15:55

A atletas estiveram na Russia para competição universitária (Foto: Divulgação/LBF)

Cinco anos antes de Kazan, na Rússia, ser palco da eliminação brasileira na Copa do Mundo, outros atletas, de outra modalidade, representaram o Brasil em solo russo. Na ocasião, comandado por João Camargo, técnico de Blumenau e novo assistente técnico da seleção principal, que disputará o Sul-Americano em agosto na Colômbia, o grupo disputava a Universíadas, principal competição universitária mundial, e defendia o país no basquete feminino.

As atletas, que hoje disputam a Liga de Basquete Feminino chegaram a visitar o estádio que recebeu Neymar e companhia no jogo decisivo do Mundial. "A dimensão do estádio era algo sensacional. Quando vi, não tive ideia de quantas pessoas caberiam ali. Fiquei admirada com a estrutura e a dimensão das arquibancadas", recorda Dominick, uma das pivôs da equipe. "Estrutura de primeiro mundo. A abertura foi linda e emocionante", complementa Thaissa, do Catanduva.

Elas também recordam as dificuldades que tiveram com alimentação durante a competição. "Comida tinha de tudo, mas como era muita coisa diferente, só comíamos hambúrguer. Pegamos calor lá também, pois fomos nesta mesma época da Copa. O sol ia embora às 22h e 4h da manhã ou até antes ele já estava a todo vapor. Era ruim pra descansar", lembra Thaissa."O idioma era algo totalmente incompreensível, tentávamos nos virar com o inglês mesmo”, destaca Dominick. Na competição, a equipe brasileira ficou apenas com o 12º posto, vencendo o Mali e a Mongólia.

O causo do 'evacuation' — As representantes do Brasil ainda relembram de um episódio curioso vivido na Russia. "Um dia eu estava dormindo e o alto-falante da Vila dos Atleta começou a falar em russo por um tempo e no final falou 'evacuation' (evacuação, em inglês). Aquilo se repetia e a Dominick me acordou, falando que era pra gente sair de lá. Até eu entender que aquilo que falavam era 'evacuar', eu estava dormindo. E não é que era mesmo um teste de incêndio?", relembra aos risos a armadora. "Se fosse algo sério, eu iria morrer porque nem dei atenção pra Dominick, que saiu correndo que nem doida".

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