COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA

A Copa do Mundo de 2018 mal começou e já quebrou um recorde. Segundo dados oficiais da Fifa, a goleada da Rússia sobre a Arábia Saudita no jogo de abertura do torneio, nesta quinta-feira, foi a maior goleada em um jogo de abertura de Copa do Mundo na história, superando a vitória do Brasil por 4 a 0 sobre o México, na Copa de 1950, que detinha a marca até então.

Dos 17 jogos que abriram uma Copa do Mundo (em 1930, 1934, 1954 e 1962 não houve jogo de abertura), os cinco gols marcados pela Rússia em 2018, com Gazinskiy, Cheryshev (2), Dzyuba e Golovin, são o maior número de gols marcados por uma equipe. Consequentemente, a diferença de cinco gols é a maior de todos os jogos de abertura. No entanto, o recorde de gols em um jogo de abertura pertencem à Copa de 2006, quando a Alemanha superou a Costa Rica por 4 a 2.

Até a goleada russa, a vitória com mais gols de diferença em jogo de abertura pertencia ao Brasil. Na Copa do Mundo de 1950, sediada no Brasil e famosa pelo Maracanazo, os donos da casa golearam o México por 4 a 0 com gols de Ademir (2), Jair e Baltazar. Em 1958, foi a vez da Suécia, país sede daquela Copa, vencer o México, desta vez por 3 a 0.

Apesar destes números, grandes vitórias em jogos de abertura de Copa do Mundo são raras. Os placares mais recorrentes em tais jogos são 0 a 0, em 1966, 1970, 1974 e 1978, e 1 a 0, em 1982, 1990, 1994 e 2002.

Todos os placares de jogos de abertura de Copa do Mundo

1930: Não houve jogo de abertura
1934: Não houve jogo de abertura
1938: Suíça 1 x 1 Alemanha
1950: Brasil 4 x 0 México
1954: Não houve jogo de abertura
1958: Suécia 3 x 0 México
1962: Não houve jogo de abertura
1966: Inglaterra 0 x 0 Uruguai
1970: México 0 x 0 União Soviética
1974: Brasil 0 x 0 Iugoslávia
1978: Alemanha Ocidental 0 x 0 Polônia
1982: Argentina 0 x 1 Bélgica
1986: Bulgária 1 x 1 Itália
1990: Argentina 0 x 1 Camarões
1994: Alemanha 1 x 0 Bolívia
1998: Brasil 2 x  1 Escócia
2002: França 0 x 1 Senegal
2006: Alemanha 4 x 2 Costa Rica
2010: África do Sul 1 x 1 México
2014: Brasil 3 x 1 Croácia
2018: Rússia 5 x 0 Arábia Saudita



A estreia da seleção anfitriã da Copa do Mundo 2018 não poderia ser melhor. A Rússia atropelou a Arábia Saudita por 5 a 0 no Estádio Luzhniki, em Moscou, e começou com pé direito a disputa por uma vaga no mata-mata pelo Grupo A, que ainda conta com Uruguai e Egito. O resultado do jogo se deve muito à eficiência dos donos da casa, sobretudo, no primeiro tempo.

Com uma seleção conhecida por seu estilo de jogo defensivo, a Rússia mostrou uma pontaria afiada nesta quinta-feira. Ao fim do primeiro tempo, os russos foram aos vestiários com a vantagem de 2 a 0 no placar. Porém, engana-se quem acha que o resultado parcial é consequência de um amplo domínio do jogo.

Os russos tiveram apenas 39% da posse da bola nos primeiros 45 minutos. O número de chutes a gol, por sua vez, foi igual ao da seleção adversária: somente dois. A diferença, portanto, diz respeito ao aproveitamento das duas seleções em suas finalizações. Enquanto os dois chutes da Rússia superaram o goleiro Abdullah e balançaram a rede, os da Arábia, por outro lado, foram para fora da meta.

O cenário foi semelhante na etapa final, embora os anfitriões tenham desperdiçado mais oportunidades. Mesmo com a mesma inferioridade na posse de bola, os russos deram mais cinco chutes a gol, dos quais aproveitaram três e fecharam a goleada em 5 a 0. Os sauditas chutaram uma vez mais, novamente errando o gol de Akinfeev.

A estratégia defensiva da Rússia e a limitação em sair para o jogo ficam claras se analisadas a precisão e a quantidade dos passes durante os 90 minutos. A Arábia Saudita deu nada menos que 509 passes ao longo da partida, com um aproveitamento de 60%, contra apenas 306 da seleção da casa, que acertou apenas 40%. O árbitro deu um cartão amarelo para cada lado, embora os anfitriões tenham cometido 22 faltas, 12 a mais que os árabes.

Na segunda rodada do Grupo A, a Rússia enfrenta o Egito, em São Petersburgo, enquanto a Arábia Saudita, precisando da vitória para manter o sonho da classificação vivo, vai a Rostov para encarar o Uruguai. Uruguaios e egípcios fecham a rodada de estreia nesta sexta-feira, às 9h (no horário de Brasília), em Ecaterimburgo.



Gabriel Jesus não se incomodou ao responder questionamentos relacionados à gafe cometida por um de seus amigos que acompanharam o treino da Seleção Brasileira da última quarta-feira. O atacante do time canarinho brincou com o ocorrido e culpou a falta de experiência de seus familiares e agregados em Copas do Mundo pela divulgação da escalação que o Brasil provavelmente usará no próximo domingo, contra a suíça, em Rostov.

Na última quarta, um dos amigos de Gabriel Jesus publicou um vídeo em suas redes sociais em que o jogador aparecia finalizando algumas jogadas em treino fechado à imprensa. Nas imagens, é possível notar a presença de outros atletas que irão compor o setor ofensivo da Seleção em campo, como Willian, Coutinho e Neymar, dando fim às dúvidas em relação à manutenção da equipe que venceu a Áustria por 3 a 0 no amistoso do último domingo.

“Primeiro que eu acertei a cabeçada, foi bom. Mas, se eu tivesse errado, aí eu iria dar bronca”, afirmou Gabriel Jesus quando perguntado se chegou a se queixar pela atitude de seu amigo.

“Eu, sendo novo, também não sou experiente, meu amigo também não é, minha família também não, somos todos novos. Ele não teve a experiência de saber que não podia. Ainda bem que ele postou só a cabeçada, nada de trabalho tático. Se não, aí seria eu quem levaria bronca”, completou o camisa 9 canarinho.

Nesta quinta-feira, o técnico Tite mais uma vez permitiu a presença dos jornalistas somente nos primeiros 20 minutos do treino, momento em que os atletas fazem apenas um aquecimento no gramado. Como já havia sido vazada sua formação ideal, o comandante da Seleção Brasileira desta vez não escondeu que o time que deverá enfrentar a Suíça em Rostov será composto por Alisson; Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro; Willian, Paulinho, Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus.

A Seleção Brasileira volta a trabalhar nesta sexta-feira, dia em que realiza seu último treinamento em Sochi antes da estreia na Copa do Mundo. Após a atividade, os jogadores viajam a Rostov, onde ainda farão o reconhecimento do gramado no sábado e fecharão a preparação para o confronto com os suíços.



A três dias de fazer sua estreia em Copas do Mundo, Gabriel Jesus admite estar ansioso para enfrentar a Suíça, a partir das 15 horas (de Brasília) do próximo domingo, em Rostov, na Rússia. Embora tenha se destacado em seu primeiro jogo por Palmeiras, Seleção Brasileira e Manchester City, o atacante não esconde o nervosismo por seu debute em Mundiais.

“Por mais que eu tenha conseguido tirar de letra essas minhas estreias, tranquilo não é. É difícil, a ansiedade bate um pouco, é normal. Em se tratando de Copa do Mundo, maior torneio que temos no futebol, é claro que bate um pouquinho de ansiedade. Mas vou procurar ficar tranquilo”, reconheceu, em entrevista coletiva, nesta quinta-feira.

Para ficar tranquilo, aos 20 anos, Gabriel Jesus conta com o apoio de jogadores mais experientes no grupo do Brasil. Assim, ele espera repetir o desempenho de sua primeira partida pelo time canarinho, em setembro de 2016, quando marcou dois gols na vitória por 3 a 0 sobre o Equador, pelas Eliminatórias.

“Todo mundo se conversa, todos passam experiência, ajudam, porque é muito importante. Mais do que um time, temos que ser uma família, porque vamos enfrentar uma Copa do Mundo juntos, em busca de vencê-la”, afirmou o camisa 9.

Autor de um dos gols na vitória por 3 a 0 sobre a Áustria, em amistoso disputado no último domingo, Gabriel Jesus revelou que os jogadores ainda não se debruçaram totalmente sobre o adversário de estreia na Copa, mas vê a postura da Suíça como imprevisível.

“Ainda não entramos no assunto Suíça para falar a verdade. Temos dois dias para trabalhar em cima da Suíça. Ainda vamos trabalhar mais especificamente sobre a forma de jogar da Suíça. Eles têm qualidade tática, jogam com duas ou três formas diferentes, então não tem como prever a maneira como eles irão jogar. Temos que entrar ligados para conseguir fazer uma bela partida”, concluiu.

Apesar de Tite estar fechando os treinos táticos para a imprensa, a tendência é que a escalação diante da Suíça seja a mesma do triunfo sobre a Áustria, com Alisson; Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro; Willian, Paulinho, Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus.



A Rússia estreou na Copa do Mundo de 2018 em grande estilo ao golear a Arábia Saudita na tarde desta quinta-feira. Com duas assistências e um gol no Estádio Luzhniki, o meia Aleksandr Golovin teve atuação decisiva diante de mais de 78 mil torcedores.

Na etapa inicial, Golovin cruzou na medida para cabeçada certeira de Gazinskiy. O meia manteve a inspiração durante o segundo tempo e contribuiu com nova assistência para cabeçada de Dzyuba. Nos acréscimos, em cobrança de falta, ele marcou o seu gol.

Com apenas 22 anos de idade, Aleksandr Golovin é o mais jovem entre os 23 convocados pelo técnico Stanislav Cherchesov para a Copa do Mundo. Nascido na gélida Sibéria, ele iniciou sua trajetória no futsal, modalidade que deixou a facilidade para driblar como legado.

Denis Cheryshev, responsável por dois gols após substituir o lesionado Alan Dzagoev, também brilhou diante da Arábia Saudita. Às 15 horas desta terça-feira, com a confiança em alta, a Rússia volta a campo para enfrentar o Egito, em São Petersburgo.



A Rússia encerrou um longo jejum na tarde desta quinta-feira. No Estádio Luzhniki, a seleção anfitriã abriu a Copa do Mundo de 2018 com uma vitória por 5 a 0 sobre a Arábia Saudita e, diante de sua torcida, voltou a ganhar após uma série de sete partidas consecutivas.

Com o primeiro triunfo desde outubro do ano passado, a Rússia marca três pontos e lidera provisoriamente o Grupo A da Copa do Mundo. No outro jogo da chave, previsto para as 9 horas (de Brasília) de sexta-feira, o Uruguai encara o Egito, em Ecaterimburgo.

Pela segunda rodada da Copa do Mundo, às 15 horas desta terça-feira, a Rússia volta a campo para enfrentar o Egito, em São Petersburgo. A Arábia Saudita, por sua vez, busca a reabilitação no campeonato a partir das 12 horas de quarta, contra o Uruguai, em Rostov.

O Jogo – Apoiada pelo público, a Rússia marcou o primeiro gol da Copa do Mundo logo aos 11 minutos da etapa inicial. Após cobrança de escanteio, a bola voltou para o lado esquerdo e sobrou para Golovin levantar na área. De cabeça, Gazinskiy completou para o gol.

Embora tivesse menos posse de bola, a Rússia era muito mais objetiva do que a Arábia Saudita. Em uma jogada pelo lado direito, Mario Fernandes, em posição de impedimento, recebeu nas costas da marcação e cruzou para finalização perigosa de Dzagoev.

Colocado no lugar do lesionado Dzagoev, Cheryshev aumentou a vantagem da Rússia aos 43 minutos do segundo tempo. Zobnin recebeu de Smolov e acionou Cheryshev pela esquerda. Com categoria, o ex-jogador do Real Madrid limpou a marcação e fuzilou o goleiro Abdullah.

Na tentativa de diminuir a vantagem russa, a Arábia Saudita levou algum perigo no começo da etapa complementar. Alburayk desceu pela direita e cruzou. Alsahlawi conseguiu apenas um leve desvio e a bola passou em frente ao gol, fora do alcance de Taiseer.

O ritmo do jogo caiu no segundo tempo, e o técnico Stanislav Cherchesov apostou na troca de Smolov por Dzyuba. Instantes depois de entrar em campo, aos 25 minutos, o gigante de 1,96m recebeu cruzamento vindo da direita de Golovin e cabeceou com competência para marcar o terceiro.

Em um dos camarotes do Estádio Luzhniki, o príncipe árabe Mohammad bin Salman foi consolado por Vladimir Putin e Gianni Infantino, presidentes da Rússia e da Fifa, respectivamente. Aos 46 minutos, Cheryshev entrou na área pela esquerda e marcou um golaço. Três minutos depois, em cobrança de falta, Golovin fechou o placar.

FICHA TÉCNICA
RÚSSIA 5 x 0 ARÁBIA SAUDITA

Local: Estádio Luzhniki, em Moscou (Rússia)
Data: 14 de junho de 2018 (Quinta-feira)
Horário: 12 horas (de Brasília)
Árbitro: Nestor Pitana (Argentina)
Assistentes: Hernan Maidana (Argentina) e Juan Pablo Belatti (Argentina)
Cartões amarelos: Golovin (RUS); Taiseer (ARA)
Público: 78.011 pessoas
Gols:
RÚSSIA: Gazinskiy, aos 11 minutos do 1º Tempo, Cheryshev, aos 43 minutos do 1º Tempo e aos 46 minutos do 2º Tempo, Dzyuba, aos 25 minutos do 2º Tempo, e Golovin, aos 49 minutos do 2º Tempo

RÚSSIA: Akinfeev; Fernandes, Kutepov, Ignashevich e Zhirkov; Samedov (Kuzyaev), Gazinskiy, Dzagoev (Cheryshev), Zobnin e Golovin; Smolov (Dzyuba)
Técnico: Stanislav Cherchesov

ARÁBIA SAUDITA: Abdullah; Alburayk, Osama, Omar e Yasser; Salem, Otayf (Fahad), Salman, Taiseer e Yahia (Hatan); Alsahlawi (Muhannad)
Técnico: Juan Antonio Pizzi



Guerrero é o maior artilheiro da história do Peru (Foto: YURI CORTEZ/AFP)

Técnico da seleção do peruana, Ricardo Gareca surpreendeu a todos no treino desta quinta-feira, na Arena Khimki, nos arredores de Moscou. O treinador optou por deixar Paolo Guerrero, maior estrela da equipe, no banco de reservas em jogo-treino contra a seleção sub-20 do país.

No último teste antes da partida de estreia na Copa do Mundo, que acontece no sábado, a partir das 13h (no horário de Brasília), contra a Dinamarca, O time titular contou com: Gallese; Advíncula, Ramos, Rodríguez e Trauco; Tapia, Yotún, Carrillo, Flores e Cueva; Farfán. O último foi o escolhido de Gareca para exercer a função normalmente desempenhada pelo camisa nove.

A probabilidade de Guerrero figurar entre os suplentes no sábado, porém, é baixa. O atacante de 34 anos de idade é o maior artilheiro da história da seleção nacional, com 35 gols anotados, e maior ídolo da torcida peruana. Ademais, quase não pôde disputar o torneio em função do caso de doping que o afastou dos gramados desde novembro de 2017.

Nesta sexta-feira, os peruanos, que estão de volta a um Mundial após 36 anos de ausência, farão um breve trabalho de reconhecimento na Arena Mordovia, em Saransk, o palco do confronto de estreia. No Grupo C, além dos dinamarqueses, o Peru também terá como adversários a França e a Austrália.




Perto de fazer sua estreia em Copa do Mundo, a seleção da Islândia encara logo a Argentina de Messi em seu primeiro jogo no torneio. Apesar de ter um recente histórico bom em torneios internacionais, após chegar às quartas de finais na Eurocopa de 2016 e se classificar em primeiro do grupo nas eliminatórias, os islandeses admitem a ansiedade para estrear.

Magnnusso revelou que time está muito ansioso (Foto: Jonathan NACKSTRAND/AFP)

Hodor Magnusso, um dos mais novos da seleção acha que a sensação é positiva para o time. “Estamos roendo as unhas de ansiedade nos últimos dias. Acho que é assim que tem que ser. Há uma grande motivação em todo o grupo no momento, e vai ser ainda maior quando chegarmos a Moscou. A expectativa aumenta a cada minuto. Mas estamos tranquilos”.

Entre os mais velhos do elenco, mesmo com a ansiedade, o fato do time ter jogado partidas importantes nos últimos anos, com alto grau de pressão envolvido ajuda para que a concentração seja mantida. Hallfredsson, destaca a motivação em partidas como essa.

“Você começa a sentir o frio na barriga que acontece antes de todos os jogos. Vai virar realidade quando chegarmos em Moscou. Vamos treinar no estádio amanhã e sentir que está chegando o dia. Mas jogamos várias partidas de alto nível. Vai ser como todos os jogos importantes que já jogamos. Nosso grupo vai manter o nível de motivação”, disse o jogador de 33 anos.



Tido como um dos homens de confiança do técnico Tite, Renato Augusto recordou o tetracampeonato mundial da Seleção Brasileira, nos EUA, em 1994. Embora muito novo, o camisa 8 do time canarinho recordou a euforia de seu pai logo após o Brasil superar a Itália nos pênaltis e dar fim a um jejum de 24 anos.

“No tetra, em 1994, eu era bem moleque, lembro do meu pai comemorando bastante. Não entendia muito o porquê, mas com certeza é uma memória muito agradável. Lembro do meu pai, a gente no sofá. Quando o Baggio bate o pênalti para fora, ele levanta comemorando, gritando, vi que o Brasil tinha vencido, mas não entendia o que era o Mundial. Hoje acho que tem uma grande ideia do que é isso”, afirmou Renato Augusto.

Campeão olímpico com a Seleção Brasileira, o jogador revelado pelo Flamengo sabe bem o que é conquistar um título de extrema relevância. Renato Augusto foi um dos comandados do técnico Rogério Micale que entraram para a história ao faturarem o único título que ainda faltava em sua galeria de troféus, as Olimpíadas.

Agora, o volante espera repetir o mesmo sucesso na Copa do Mundo. Fora do time titular após ser um dos pilares do time de Tite durante as Eliminatórias Sul-Americanas, Renato Augusto começará o Mundial torcendo pelos seus companheiros do banco de reservas, mas, ainda assim, espera dar alguma contribuição para que, enfim, o hexacampeonato seja conquistado.

“São coisas que a ficha demora a cair. Há pouco tempo estava na torcida, agora estou aqui. No futebol as coisas acontecem muito rápido. Espero poder trazer alegria”, concluiu.