Gazeta Esportiva

Felipe Melo responde: "Ousado", Mundial de 51 e Palmeiras pronto para o bi da Liberta

São Paulo, SP

26/07/19 | 13:28

O volante Felipe Melo concedeu entrevista aos meios de comunicação da Copa Libertadores da América nesta sexta-feira. Entre os assuntos abordados pelo volante, estão a origem do apelido “Ousado”, o título da Copa Rio São Paulo de 1951 e o questionamento se o Verdão está pronto para vencer a competição sul-americana nesta temporada.

“O normal de uma figura pública, um cara que tem um certo conhecimento, é as pessoas vestirem aquilo que você fala. Então isso (ousado) veio lá de fora, quando eu jogava na Turquia e falava. As pessoas repetiam sem entender o que era e me perguntavam: ‘O que significa ousado?’. Eu achava legal isso. Aqui no Brasil eles vestiram a camisa também, onde eu vou é ‘ousado’ e acabou que eu ganhei um cachorro de presente que já veio com o nome Ousado. E pegou”, contou o camisa 30.


Pelo Alviverde, Felipe Melo soma 121 jogos, com oito gols marcados pelo clube. Na equipe desde 2017, ele venceu o Campeonato Brasileiro do ano passado e foi questionado se considera necessária a conquista da Libertadores da América para que a geração atual de atletas fique marcada no clube como vencedora.

“O Palmeiras tem tantos títulos no currículo que seria uma injustiça muito grande colocar uma geração como vencedora só porque levou a Libertadores. Eles venceram a Libertadores, mas não o Mundial, que quem venceu foi a geração de 51. O maior título do clube é o Mundial, então quem ganhou a Libertadores não presta? Ou não ganhou a Libertadores, mas venceu a Copa do Brasil e Brasileiro não presta? Eu acho que geração vencedora é a que levanta troféus. Eu já vejo essa atual como vencedora. Inclusive, tem outros jogadores que já ganharam outros títulos, né? Eu no Palmeiras ganhei só um. Então essa geração é tão vencedora quanto outras”.


Nas oitavas de final da Copa Libertadores, o Palmeiras enfrenta o Godoy Cruz na próxima terça-feira, às 21h30 (de Brasília), no Allianz Parque. O primeiro duelo contra os argentinos, fora de casa, terminou com empate por 2 a 2.

“Palmeiras está pronto para enfrentar os sofrimentos, porque Libertadores é muito sofrimento, sobretudo quando você joga fora de casa. Agora se estamos prontos para ganhar eu não posso falar isso. Estamos trabalhando para que, no final, possamos falar ‘estávamos prontos e ganhamos’”, finalizou.

Deixe seu comentário