Futebol

Rueda confirma retorno de Éverton e pede inteligência ao Flamengo

Gazeta Press - Rio de Janeiro , RJ
12/12/2017 22:02:10 — 12/12/2017 22:11:08

Em: Campeonato Copa Sul-Americana, Flamengo, Futebol, Independiente-ARG, Notícias

O técnico Reinaldo Rueda ainda não definiu a equipe do Flamengo para a decisão desta quarta-feira, no Maracanã, diante do Independiente da Argentina, mas admite que o atacante Éverton deve começar como titular. Em entrevista coletiva concedida depois da última atividade antes da decisão da Copa Sul-Americana, o treinador colombiano revelou que Éverton está totalmente recuperado da lesão que o afastou do primeiro jogo, disputado em Buenos Aires. Apesar disso, Rueda não confirmou a escalação da equipe, o que só acontecerá momentos antes do jogo.

Existe a possibilidade de Éverton ser escalado na lateral esquerda, o que levaria Trauco ao banco de reservas, para permitir a entrada de Lucas Paquetá. Para Rueda, todas as possibilidades serão estudadas, mas é importante que a equipe rubro-negra mantenha a tranquilidade diante do adversário difícil. “Não se pode atacar por atacar. Não é colocando 10 ofensivos ou quatro atacantes que o jogo se resolve”, ensinou.

Éverton foi um dos principais jogadores do Flamengo em toda a temporada (Foto: Gilvan de Souza/CRF)

Para o treinador do Flamengo, o Independiente é uma equipe que faz ótimas transições e que tem bom contra-ataque. “Cometemos o erro de não valorizar o 1 a 0 quando ganhávamos por 1 a 0 como visitantes. Levamos o gol pela emoção. Temos que saber que, se queremos algo grande, precisamos de equilíbrio, inteligência e controle de jogo”, avisou o técnico, citando a virada sofrida na Argentina.

Rueda também fez questão de parabenizar o departamento médico, preparadores e fisioterapeutas do clube na véspera do último desafio de uma temporada que colocou o Flamengo como a equipe que mais entrou em campo no mundo. “Temos todo o elenco sem lesões, apesar da temporada desgastante”, salientou, empolgado com esse seu início de trabalho no Brasil. “Estive em cinco Mundiais, dirigi o Atlético Nacional em dois anos, mas Brasil é algo único. Pelo fenômeno sociológico que significa o Flamengo, pela pressão, por esse fervor”.

 


Veja também