Huracán e Santa Fe ficam no zero e decisão fica para Bogotá

São Paulo, SP

03-12-2015 00:00:46

Ninguém mexeu no placar no primeiro jogo da final da Copa Sul-Americana de 2015. Realizada nesta quarta-feira, no estádio El Palacio, em Buenos Aires, a partida de ida entre Huracán-ARG e Santa Fe-COL terminou com o empate por 0 a 0 que deixa a definição para a volta.

Para decidir o título, inédito para ambos, em 90 minutos, os dois times voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, no estádio El Campín, localizado na cidade colombiana de Bogotá.

Como não há critério de gols anotados fora de casa na decisão, qualquer igualdade no segundo jogo leva à prorrogação e, caso não haja vencedor no tempo extra, à disputa de pênaltis.

Algoz do River Plate, atual campeão da competição e da Copa Libertadores, na semifinal, o Huracán busca seu primeiro título internacional oficial de expressão, mesmo significado que a conquista teria para o Club Independiente Santa Fe.

O jogo - Correspondendo às expectativas da torcida que lotou El Palacio, o Huracán começou buscando o campo de ataque, trocando passes nos arredores da área adversária e alçando em bolas para a conclusão do centroavante Ábila, que era bem marcado pela defesa colombiana.

O gás inicial dos donos da casa, entretanto, foi acabando, e na marca dos 15 minutos a partida já tinha posse de bola equilibrada e iniciativas ofensivas do Santa Fe, que assustou a torcida local aos 17, com cabeceio de Ângulo no travessão, ao qual o goleiro Díaz nem esboçou reação.

Destaque para o vigor físico da equipe colombiana, que conseguia marcar forte no campo de defesa e sair para os contragolpes. Com essa estratégia, voltou a ameaçar a meta mandante aos 37 minutos, em finalização do venezuelano Seijas defendida pelo goleiro do Globo.

Grande esperança de gols da torcida mandante, o centroavante Ramón “Wanchope” Ábila quase fez a festa da torcida no Palacio, mas parou em bela defesa do arqueiro Zapata, logo aos quatro minutos da segunda etapa.

Assim como havia acontecido no início da partida, o Huracán voltou do vestiário em ritmo acelerado e aparecendo com frequência no campo de ataque. Mas, também repetindo o primeiro tempo, a equipe colombiana soube explorar os contragolpes para eventualmente levar perigo à meta adversária.

Sofrendo com falta de criatividade no ataque, o Globo também passou a cometer alguns erros na saída de bola, mas foi salvo em mais de uma ocasião por atuação segura do goleiro Díaz. O Huracán ainda voltou a pressionar no fim, mas o empate sem gols persistiu até o apito final e o placar agregado segue zerado até a volta, em Bogotá.

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