COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA

Lloris pode ser o quarto goleiro da história da Copa do Mundo a levantar a taça de campeão. Capitão francês há seis anos, o atleta, apesar de discreto, é referência de liderança e experiência entre os jovens do time. Com uma equipe nova, na média de idade, a tranquilidade do arqueiro é passada para os jogadores. Dono da faixa e do recorde de jogos com a França em Copas, Lloris falou com a imprensa antes da decisão contra a Croácia.

Lloris pode levantar a taça no domingo (Foto: FRANCK FIFE/AFP)

Vazado na competição apenas quatro vezes, em dois jogos dos seis que a França disputou, o goleiro dá crédito ao treinador Didier Deschamps. “Acho que é responsabilidade do técnico, ele merece os créditos desde o início. Seus planos de jogo foram se adaptando sem a necessidade de mudar jogadores. Nós tentamos achar soluções juntos e o talento dos jogadores em campo se expressou naturalmente. Eles são abnegados e o futebol de hoje, em alto nível, exige isso”, disse.

Junto com o treinador e boa parte do time titular, Lloris sofreu com a derrota para Portugal na final da Eurocopa de 2016. O trauma já foi pauta em diversas entrevistas com o elenco francês e, mais uma vez, voltou a ser comentado. “A maioria desses jogadores que estão aqui não estava presente na Euro, mas para os que estavam, claro, foi difícil digerir. Há dois anos, eu não sabia se teríamos outra oportunidade, mas estamos na final da Copa do Mundo e uma série de coisas mudam. Principalmente na preparação antes do jogo”.

Sobre o oponente da final, o goleiro fez questão de exaltar a equipe da Croácia. “Jogaremos contra um adversário de muita qualidade, que demonstrou qualidades físicas e mentais incríveis. Eles mostraram valores ao longo do torneio, passaram três vezes seguidas por prorrogações. Então há algo de muito especial nessa equipe. Além do talento individual, eles têm uma força coletiva incrível. Temos muito respeito por eles” afirmou o goleiro, que também teve de responder, obviamente, sobre a derrota de 2016″, analisou Lloris.

O capitão francês ainda falou sobre uma possível disputa de pênaltis com o time que superou duas decisões na marca do cal para chegar à final. “Teremos de estar concentrados nos 90 minutos, em 120 minutos, e se for para os pênaltis, sabemos que o Subasic já foi protagonista nesta Copa. Temos que estudar os oponentes, mas antes disso haverá uma luta, teremos que dar muita energia. A força mental é extremamente importante nessa fase do torneio. Teremos de lembrar todo o trabalho que tivemos. É hora de nos impôr e começar a partida com muito compromisso, desde o primeiro minuto”, concluiu.

França e Croácia decidem a Copa do Mundo ao meio dia (de Brasília), deste domingo (15).




Dalic e Modric: duas peças essenciais para a seleção croata  (Foto: Alexander NEMENOV/AFP)

Um dia antes do jogo mais importante da história da seleção croata, o camisa 10 Modric e o técnico Zlatko Dalic falaram com a imprensa. Focados, mas visivelmente tocados pela emoção de levar o país à final inédita, jogador e treinador se mostraram com boas expectativas em relação ao que o time pode deixar em campo contra a França. Dalic fez questão de tirar a pressão sobre o elenco no domingo.

“Agora não há pressão, não vou colocar mais pressão nos meus jogadores, o mundo inteiro está vendo, o mundo vai ver nosso futebol. Simples, esse é o melhor momento da nossa história. Acredito que esse é o maior jogo de nossas vidas. Parabéns aos meus jogadores que têm a Liga dos Campeões, mas esse título é o mais importante das carreiras deles. Vamos jogar o nosso futebol, mostrar nossa qualidade. Vamos comemorar muito se ganharmos. Se perdermos, vamos perder com dignidade e parabenizar o oponente. Vamos curtir o jogo”, disse.

O jogador do Real Madrid também comentou sobre o peso que atribuem sobre sua exibição individual ao longo da Copa e agora na final diante da França. Modric se esquivou e colocou como prioridade o sucesso da equipe. “Repeti várias vezes que estou focado apenas no sucesso da Croácia. Quando você é mencionado nesse contexto, é muito bom e um orgulho. Mas não me preocupo com isso. Quero que meu time ganhe a Copa do Mundo amanhã. O resto está fora do meu controle. Quero o sucesso do meu time. O individual não é minha prioridade. Nunca duvidei de mim mesmo. Sempre acreditei que podia chegar onde cheguei. Agora estou realizando. Essa é a motivação para mim. Estou feliz. Eu gosto de jogar futebol”, declarou.

O meia aproveitou para exaltar o trabalho do companheiro de coletiva, Dalic. “Como pode ver, estamos na final da Copa do Mundo. Isso é a influência do nosso treinador. Ele entrou em cena em um momento difícil, nossa qualificação estava em dúvida e no jogo mais importante ele disse para confiarmos em nós mesmos, que tínhamos bons jogadores, então esse primeiro jogo contra a Ucrânia foi muito importante para retormarmos a confiança. Ele teve grande influência na nossa caminhada até aqui. Estamos muito felizes por ele estar conosco, não só pelo técnico que é, mas pela pessoa”.

Elenco e treinador têm sintonia importante (Foto: Mladen ANTONOV/AFP)

O treinador mais uma vez falou sobre seu elenco e, sobre a condição física de seus jogadores, se disse despreocupado. Isso, porque a Croácia enfrentou três prorrogações e duas disputas de pênaltis para chegar à final, enquanto a França passou em todas as fases jogando apenas os 90 minutos normais.

“Amanhã é a final da Copa, simples, os jogadores não vão sentir. Uma coisa que me deixou feliz é que todos os jogadores me falaram “Eu não estou cansado, não vou perder a final da Copa”. Se eles estiverem sem condições de jogo, vão me falar. Sobre os treinos, não temos mais nada para treinar, temos que descansar, temos que conter as lesões. Todos os meus jogadores estarão prontos para jogar amanhã. Eu não estou preocupado. Tenho uma relação baseada em respeito e verdade com meus jogadores. Não temos tempo para discussões, nos respeitamos ao máximo. Eles vão seguir as regras e as instruções, não há segredos, não há mistério. Eu recebo a informação, passo para eles e tomamos as decisões. Isso nos faz mais fortes, eu tenho gente ao meu redor que me escuta, me respeita”, disse o técnico.

Por fim, Dalic falou do desejo de completar a caminhada que o país fez até agora e da união que a nação croata demonstrou ao longo da competição.”Nós podemos fazer mais, nós queremos fazer nosso país orgulhoso. Os croatas deixaram de lado todos os problemas para celebrar a Copa e ficaram orgulhosos. Os fãs e as pessoas que estão no nosso país nos motivam muito. Espero que tenhamos 4 milhões de pessoas nas ruas da Croácia amanhã celebrando uma grande festa, talvez fazendo as celebrações que fazem no Brasil e na Argentina”

Croácia e França decidem que levanta a taça do Mundo ao meio dia (de Brasília) deste domingo (15).



A Copa do Mundo chega ao fim neste domingo, porém, ainda há muita coisa a definir. Uma delas é a escolha do melhor jogador do torneio, abrilhantado por nomes como Harry Kane, Eden Hazard, Antoine Griezmann, Luka Modric e Kylian Mbappé.

Desses cinco jogadores citados acima, três disputarão a decisão no estádio Luzhniki, neste domingo, às 12h (de Brasília), em Moscou. Mbappé e Griezmann entrarão em campo na busca pelo bicampeonato da França, enquanto Modric tentará alcançar a glória máxima para o futebol de um país de 4 milhões de habitantes e com menos de 30 anos de história.

Quem corre por fora na briga são Hazard e Kane. A dupla acabou levando a pior nas semifinais, porém, teve grande desempenho ao longo da competição. O primeiro foi peça-chave na vitória histórica sobre o Brasil nas quartas de final, enquanto o segundo é o capitão da seleção inglesa e artilheiro do torneio, com seis gols marcados.



Pavard é apontado como uma das revelações da Copa do Mundo da Rússia (foto: Chirstophe Simon/AFP)

Finalista da Copa do Mundo da Rússia, a França não é feita só de Mbappé, Griezmann, Pogba, Kanté e outras estrelas. No bem-sucedido time de Didier Deschamps, há também aqueles que flertavam com o anonimato até então, como o defensor Benjamin Pavard.

“Eu acredito que você não o conheça! Ele vem do nada!”, exalta o trecho de uma música de torcedores franceses dedicada a Pavard.

O jogador de 22 anos, na verdade, vem Maubeuge, um pequeno município ao norte do país. Iniciou a carreira no US Jeumont, time do seu pai, e passou pelo Lille antes de tentar a sorte na Alemanha, a serviço do Stuttgart.

Foi na Copa do Mundo, porém, que Pavard realmente ganhou notoriedade. Ele se tornou um lateral direito improvisado a partir da contusão de Djibril Sidibé, do Monaco, e teve o ponto alto da sua carreira no confronto de oitavas de final com a Argentina. Na Arena Kazan, onde o Brasil também acabaria eliminado, acertou um forte e belo chute no princípio do segundo tempo para colaborar com a vitória por 4 a 3 da sua equipe.

“Vi a bola chegar e decidi arrematar. É claro que foi o meu gol mais bonito, até porque só marquei outros dois gols em toda a minha carreira”, divertiu-se Pavard, que havia anotado a serviço do Stuttgart anteriormente.

Agora, Pavard quer ir além. Ainda que não volte a balançar as redes, a revelação da defesa francesa espera deixar Moscou como campeão do mundo diante da Croácia.

 



Subasic se tornou herói improvável (Foto: Jewel SAMAD/AFP)

A Croácia alcançou a inédita final de Copa do Mundo com uma campanha surpreendente e improvável no torneio, cheia de tensões, viradas e personagens. Dentre os personagens principais, os craques mundialmente conhecidos, como o camisa 10 do Real Madrid, Modric; Rakitic, titular do Barcelona e o centroavante da Juventus, Mandzukic, ainda existiu espaço para um herói coadjuvante aparecer e salvar a pele croata em momentos decisivos.

O goleiro Daniel Subasic foi essencial para a seleção chegar às semifinais. Primeiro defendendo três pênaltis contra a Dinamarca, nas oitavas de final, igualando, assim, o recorde do argentino Goycochea, em 1990. Já nas quartas, contra a anfitriã Rússia, também na disputa de pênaltis, fez uma defesa que ajudou o time a superar os russos. Contra os ingleses, pela vaga na final, o arqueiro pouco trabalhou, já que o ataque adversário acertou apenas uma bola na sua meta.

Com apenas cinco gols sofridos em seis jogos, Subasic chega à final com um gol a mais que Lloris, goleiro da França. Foram 12 defesas ao longo da competição, que dão 75% de aproveitamento ao camisa 1 croata, contra 73% do francês.

Foram quatro defesas em decisões de pênaltis no torneio (Foto: Odd ANDERSEN/AFP)

Aos 33 anos, o atleta passou a defender sua seleção em 2009, e desde então compõe o elenco croata nas principais competições internacionais. Na Copa de 2014 foi reserva do experiente Stipe Pletikosa, que se aposentou em 2016. Titular desde a saída de Pletikosa, Subasicc vive o principal capítulo de sua carreira no próximo domingo, em busca do título inédito de campeão do mundo, contra a França.

Quis o destino que o jogo mais importante da vida de Subasic fosse logo contra a França, casa do goleiro há seis anos, que joga no Monaco e vive altos e baixos com o time do Principado. O croata chegou em 2012 para ser campeão da Ligue 2, segunda divisão francesa, em seu primeiro ano defendendo a meta da equipe. Anos depois, viveu seu melhor momento na temporada 2016/17, quando o Monaco foi campeão francês após quase duas décadas de jejum. Neste mesmo ano, Subasic foi eleito o melhor goleiro da Ligue 1.

Coincidentemente, o goleiro vai precisar parar o camisa 10 da seleção francesa, Mbappé, seu ex-companheiro de clube e que vem fazendo ótima apresentação no Mundial. Os dois foram campeões juntos do campeonato francês com o Monaco. A parceria, no entanto, só durou mais um ano, já que Mbappé foi emprestado para o PSG e tem poucas chances de retornar ao Principado.

Sem o jovem atacante e outras peças importantes, o Monaco se viu longe de competir frente a frente com o forte PSG no campeonato Francês. Na Liga dos Campeões fez uma campanha pífia, ficando em último lugar na fase de grupos. A temporada foi de questionamentos sobre Subasic, que teve seu pior momento com a camisa do time e foi duramente criticado pela torcida e imprensa nacional. Na única chance de ser campeão na temporada, na Taça da Liga, o goleiro foi considerado um dos culpados pela derrota na final para o Rennes, graças a um frango.

Na véspera de uma Copa do Mundo, toda a dúvida que pairava sob as atuações do goleiro pelo seu clube, no entanto, não impediram Zlatko Dalić, técnico da seleção croata, de confiar a titularidade durante a competição a Subasic. Já na fase de grupos, contra NIgéria, Argentina e Islândia, a Croácia mostrou força defensiva, sofrendo apenas um gol de pênalti e, sem falhas ou questionamentos, o goleiro foi crescendo ao longo do torneio.

Assim, Subasic se junta aos astros mundiais de sua seleção e se torna personagem principal no capítulo final do Mundial na Rússia. Contra um ataque galático, o goleiro tenta frear a geração que joga bonito pelos Bleus e fazer história no futebol, ajudando a improvável Croácia a conquistar o Mundo. O jogo acontece no domingo (25), ao meio dia (de Brasília), no Estádio Estádio Lujniki, em Moscou.

 



Sem dúvidas a presença da Croácia na decisão da Copa do Mundo de 2018 é considerada uma surpresa, no entanto, o nível técnico dos jogadores que o treinador Zlatko Dalic tem à disposição é digno de um time finalista de um Mundial. Luka Modric, Ivan Rakitic e Mario Mandzukic são apenas três dos atletas que defendem grandes clubes do futebol europeu e com a bagagem trazida dessas agremiações tentam levar o antigo território pertencente à Iugoslávia à glória máxima existente no futebol.

Camisa 10 do Real Madrid e cotado para vencer o prêmio de melhor jogador do mundo em 2018, caso a Croácia conquiste a Copa do Mundo, Luka Modric é o principal líder da equipe quadriculada. Neste Mundial, o jogador foi elementar em diversas partidas. Na vitória sobre a Argentina por 3 a 0, por exemplo, anotou um golaço de fora da área, gingando na frente de Otamendi e acertando em cheio na bola, sem chances para Caballero.

Mas a Croácia não se resume apenas a Modric. Além do camisa 10, o meio-campo da equipe também conta com outros nomes de peso. Ivan Rakitic, titular do Barcelona, Kovacic, outro atleta do Real Madrid, e Ivan Perisic, da Inter de Milão, ajudam a ditar o ritmo do time comandado por Zlatko Dalic. No ataque, Mario Mandzukic vem se mostrando tão decisivo quanto é na Juventus. Foi dos pés do grandalhão, inclusive, que saiu o gol da classificação à final, contra a Inglaterra, na prorrogação.

Até mesmo nas posições menos glamorosas a Croácia dispõe de grandes atletas. Vrsaljko, por exemplo, é lateral-direito do Atlético de Madrid. Dejan Lovren, por sua vez, é zagueiro titular do Liverpool que chegou à final da última Liga dos Campeões. Aliás, justamente por conta do desempenho croata neste Mundial, os Reds cogitam contratar outro jogador da Vatreni: Domagoj Vida, atualmente no Besiktas, da Turquia.

Independentemente do resultado da decisão do próximo domingo, esta geração croata já pode ser considerada a melhor da história. Nunca antes a seleção do país havia chegado tão longe em uma Copa do Mundo. Antes da campanha na Rússia, o melhor resultado da Croácia em Mundiais havia sido um terceiro lugar em 1998, quando venceu a Holanda após ser eliminada na semifinal para a França.

 



Prováveis escalações de Bélgica e Inglaterra (Arte: Thomas Saint-Cricq, Paz Pizarro, Maria-Cecília Rezende/AFP)

Um jogo em que as duas equipes lutam pela honra e para terminarem de maneira digna uma bela história, além de buscarem por posições históricas. Assim pode ser retratado o duelo entre Bélgica e Inglaterra, que duelam neste sábado, às 11h00 (horário de Brasília), no Estádio Krestovsky, em São Petersburgo, na Rússia, na decisão do terceiro lugar da Copa do Mundo. Os belgas perderam para a França por 1 a 0 nas semifinais, enquanto que os ingleses até saíram vencendo a Croácia, mas levaram a virada, caindo por 2 a 1 na prorrogação.

A Inglaterra, campeã em 1966, pode alcançar a melhor colocação de sua história desde aquele Mundial. Para isso precisa vencer. Do contrário, repetirá a quarta posição de 1990, quando perdeu a disputa do terceiro lugar para a Itália. A Bélgica nunca foi finalista, mas pode ter a melhor colocação da sua história, superando o quarto lugar de 1986, quando foi superada pela França na decisão do terceiro posto.

“Os últimos dias foram muito complicados, pois o objetivo de todos nós era chegar à decisão da Copa do Mundo. Trabalhar o aspecto psicológico foi algo que ainda não consegui concluir, e que só vai ser totalmente minimizado com um grande jogo e a vitória sobre a Bélgica. A terceira colocação é muito importante, pois não chegamos tão longe em um Mundial desde a nossa conquista em casa”, lembrou o treinador da Inglaterra, Gareth Southgate.

Os belgas trabalham no sentido de deixarem o torneio com uma boa impressão. “A nossa equipe passou mais de um mês na Rússia, lutando muito, treinando com muito empenho e apostando nos nossos sonhos. Portanto, queremos que a última impressão seja a positiva e para isso precisamos vencer a Inglaterra”, disse Roberto Martínez, treinador da Bélgica.

Confronto marcará o reencontro entre Bélgica e Inglaterra (Foto: Juan Mabromata e Filippo Monteforte/AFP)

Curiosamente a partida vai marcar um reencontro entre as duas seleções, que duelaram na fase de grupos. Naquela ocasião ambos estavam classificados, preservaram seus titulares, mas os belgas acabaram ganhando por 1 a 0.

Em termos de escalação, Roberto Martínez treinou com nove reservas na véspera da partida, mas deve ser uma estratégia para confundir os ingleses. A tendência é que o treinador escale a Bélgica com o que tem de melhor.

Já na Inglaterra, Southgate anunciou que vai fazer algumas modificações. O ala-direito Kieran Trippier, com dores na virilha esquerda, o zagueiro Kyle Walker e o volante Jordan Henderson, com desgaste muscular, serão preservados. Assim, Trent Alexander-Arnold assume a lateral, enquanto que Gary Cahill e Eric Dier ganham as vagas no meio.

Caso a partida termine empatada no tempo regulamentar, acontecerá uma prorrogação de trinta minutos. Persistindo a igualdade, o terceiro colocado da Copa do Mundo será conhecido nas cobranças de pênaltis.

FICHA TÉCNICA
BÉLGICA X INGLATERRA

Local: Estádio Krestovsky, em São Petersburgo (Rússia)
Data: 14 de julho de 2018 (Sábado)
Horário: 11h00 (horário de Brasília)
Árbitro: Alireza Faghani (Irã)
Assistentes: Reza Sokhandan (Irã) e Mohammed Mansouri (Irã)

BÉLGICA: Thibaut Courtois, Toby Alderweireld, Vincent Kompany e Jan Vertonghen; Nacer Chadli, Mousa Dembélé, Axel Witsel e Marouane Fellaini; Kevin de Bruyne, Eden Hazard e Romelu Lukaku.
Técnico: Roberto Martínez

INGLATERRA: Jordan Pickford, Gary Cahill, John Stones e Harry Maguire; Trent Alexander-Arnold, Jesse Lingard, Eric Dier, Dele Alli e Ashley Young; Raheem Sterling e Harry Kane.
Técnico: Gareth Southgate



A relação cada vez mais desgastada entre Jorge Sampaoli e Claudio Tapia, presidente da AFA (Associação de Futebol Argentino) ganhou um novo capítulo. Após o treinador recusar comandar a seleção sub-20, o mandatário cobrou publicamente o técnico.

“Ele tem contrato e deve comandar o time no torneio de L´Alcúdia. Os homens de bem dão sua palavra e ele deu a sua. Tem que ir”, afirmou Tapia em entrevista coletiva.

O presidente da AFA também revelou que não conversa com Sampaoli há dois dias. No entanto, garante que a situação depende apenas do próprio treinador de querer rescindir com o contrato ou não.

“Não falo com ele há dois dias. Ele tem contrato, essa é a realidade. Se quer dissolver, terá que nos avisar. Não espero gestos. Ele tem que trabalhar, tomou o compromisso de dirigir (o sub-20 em L´Alcúdia), foi por vontade própria. Como isso vai terminar? Como a consciência dele disser. Eu estou trabalhando sempre”, concluiu Tapia.

Segundo a TyC Sports, a AFA planeja rescindir o contrato de forma amigável com o treinador. Tapia está prestes a se reunir com o advogado, segundo o veículo para resolver as questões pendentes à multa rescisória de R$ 61 milhões.

Jorge Sampaoli assumiu a Argentina em julho do ano passado. No entanto, fracassou na Copa do Mundo. O comandante foi criticado durante a campanha no Mundial, que terminou com a eliminação nas oitavas de final para a França. No entanto, o time se mostrou uma bagunça nas partidas.

Sampaoli e AFA vivem crise cada vez maior (Foto: Juan Mabromata/AFP)


Presidente é fã do futebol croata (Foto: Eric LALMAND / POOL / AFP)

Nesta sexta-feira, Kolinda Grabar Kitarovic, presidente da Croácia, revelou sua ansiedade pela final da Copa do Mundo, que será disputada no domingo. Às 12h00 (horário de Brasília) do dia, croatas e franceses realizarão a grande decisão desta edição do Mundial.

A presidente do país europeu revelou também que, apesar de ter prestigiado os duelos das oitavas (contra a Dinamarca) e quartas de final (diante da Rússia), não conseguiu assistir à partida contra a Inglaterra por causa da cúpula da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

“Transbordo entusiasmo. Não sei como vou aguentar até domingo. Parto para ver a final, não apenas como uma política, mas como torcedora apaixonada pelo futebol croata, assim como alguém que já jogou futebol”, afirmou.

Por fim, Kolinda Grabar Kitarovic anunciou que vai presentear com a camisa de sua seleção seu colega francês Emmanuel Macron, como fez em Bruxelas com a primeira-ministra britânica Theresa May.