Lucas Lima conta que pressentiu confronto com rival na Copa do Brasil

Imagem ilustrativa para a matéria

O meia Lucas Lima e o lateral direito Victor Ferraz participaram de uma noite de autógrafos em uma loja do Santos em São Paulo, na quarta-feira. Do lado de fora, os torcedores que formavam fila para ter contato com os jogadores chegaram até a trocar provocações com corintianos para passar o tempo. Quando um lixeiro subiu no caminhão em que trabalhava e gritou “vai, Corinthians”, algumas ofensas foram berradas ao vento, às gargalhadas, e iniciaram-se as projeções para os confrontos entre os rivais nas oitavas de final da Copa do Brasil.

Lucas Lima já estava animado para esses jogos antes mesmo do sorteio que definiu Santos e Corinthians como adversários no mata-mata nacional. “Eu imaginava que disputaríamos um clássico mesmo. Até comentei com alguns amigos: ‘Vocês vão ver, o nosso time pegará um rival muito forte’. E foi assim”, sorriu o armador, triunfante.

Por enquanto, contudo, Lucas Lima prefere deixar os comentários sobre a partida para os torcedores provocados pelo lixeiro corintiano. “Ainda não me sinto muito ansioso. Estou pensando em jogar no final de semana, em ganhar do Coritiba”, priorizou.

Para o meia, a situação do Santos no Campeonato Brasileiro justifica a sua preocupação. A equipe ascendeu sob o comando de Dorival Júnior, porém ainda se incomoda com a proximidade da zona de rebaixamento – ocupa a 15ª colocação, com 17 pontos ganhos, cinco a mais do que o lanterna Coritiba.

“Desde o começo do campeonato, eu tinha certeza de aquilo era só uma fase, que passaria logo. O nosso time não merece estar lá embaixo. Vamos sair de vez dessa situação”, pressentiu Lucas Lima, para quem o Corinthians não deve se deixar levar pela tabela do Brasileiro. “O jogo contra eles será uma boa oportunidade para mostrar a nossa força.”

Victor Ferraz encara os clássicos da mesma forma. “Vai ser difícil. A gente joga para a frente, e eles têm uma defesa muito sólida. Espero que estejamos comemorando depois do dia 26”, programou o lateral direito, satisfeito por atuar na Vila Belmiro (e não no Pacaembu) no jogo de ida. “É a nossa casa, um campo rápido, com a torcida perto. O Corinthians terá que descer a serra. Existe todo um clima. Para a gente, é muito importante. Ainda mais porque depois viremos a São Paulo e sabemos das dificuldades de atuar na arena deles”, concluiu.

Conteúdo Patrocinado