Futebol Internacional

Uefa dá passo no caso de quebra de fair play financeiro do City, que rebate

São Paulo , SP
16/05/2019 08:42:07

Em: Futebol Inglês, Futebol Internacional, Manchester City, Notícias
A principal violação cometida pelo clube seria a apresentação de falsas informações sobre contratos de patrocínios, que caracterizariam conduta de má-fé (Foto: Glyn Kirk/AFP)

A Uefa anunciou nesta quinta-feira, por meio de seu site oficial, que o investigador-chefe do Comitê de Controle Financeiro de Clubes (CFCB) decidiu passar a investigação sobre a possível quebra de fair play financeiro do Manchester City para a câmara adjudicatória da entidade. Dessa forma, os Citizens terão que responder pelo caso e esse novo setor será o responsável pela avaliação da punição.

“O investigador principal do organismo de controlo financeiro do clube (CFCB), depois de ter consultado os outros membros da câmara de investigação independente do CFCB, decidiu remeter o Manchester City FC para a câmara adjudicatória do CFCB após a conclusão da sua investigação”, diz a nota publicada. “A Uefa não fará mais comentários sobre o assunto até que uma decisão seja anunciada pela câmara adjudicatória do CFCB”, finaliza.

A investigação contra o City foi aberta em 7 de março de 2019 por conta de possíveis violações do regulamento do Financial Fair Play (FFP), divulgados em vários meios de comunicação. A principal violação cometida seria a apresentação de falsas informações sobre contratos de patrocínios. Em resposta, o clube disse que está desapontado, mas “lamentavelmente não surpreso” com a decisão.

“O Manchester City está totalmente confiante em um resultado positivo quando o assunto é considerado por um órgão judicial independente. A acusação de irregularidades financeiras continua a ser totalmente falsa e a consulta IC do CFCB ignora um conjunto abrangente de provas irrefutáveis fornecidas pelo Manchester City FC à Câmara”, diz a nota publicada pela manhã no site e nas redes sociais do clube inglês. Além disso, a nota diz que a decisão “contém erros, interpretações erradas e confusões originadas de uma falta básica do devido processo”.