COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA
Giampero Ventura é a apresentando à seleção italiana (Foto: Carlo Hermann/AFP)
Giampiero Ventura é a apresentando à seleção italiana (Foto: Carlo Hermann/AFP)

A Federação Italiana de Futebol anunciou, no mês de junho, que Giampiero Ventura assumiria o comando da seleção da Itália assim que a Eurocopa terminasse. Nesta terça-feira, a instituição apresentou o novo treinador da Azzurra, que ficará responsável pelo elenco até o final da Copa do Mundo da Rússia, em 2018.

Aos 68 anos, o técnico assume a seleção após cinco anos comandando o Torino, equipe que ajudou a retornar para a primeira divisão em 2012. Em entrevista coletiva junto com o presidente da Federação, Carlo Tavecchio, Ventura ressaltou seu orgulho por ter assumido o cargo, elogiou o ex-treinador Antonio Conte e alfinetou a decisão de Pellè, que acabou de acertar com o clube chinês Shandong Luneng.

“Estou feliz por estar aqui, mas também estou orgulhoso por terem me escolhido para representar um dos países mais importantes para o mundo do futebol. Agradeço ao ex-comandante, Conte, por ter me deixado uma equipe com conhecimentos. Isso já me permite começar com certa vantagem”, declarou.

Carlo Tavecchio também demonstrou gratidão ao trabalho realizado por Antonio Conte, atualmente no Chelsea, e encheu Ventura de elogios. “Agradeço ao que Conte fez pela seleção. Ele nos deu uma nova imagem, criou um estilo diferente. Esforçou-se pela equipe e não por suas individualidades. Ventura é um mestre do futebol. Sempre pensei nele como futuro treinador da seleção”, revelou o presidente.

Segundo Ventura, Conte conseguiu extrair o que tinha de melhor no elenco que participou da Euro 2016. “O trabalho de Conte funcionou até certo ponto, mesmo sem ter um grupo tão bom como era o de Marcelo Lippi na Itália campeã da Copa do Mundo de 2006. Ainda assim, os jogadores que foram à Eurocopa precisam trabalhar bastante para chegarem àquele nível”, disse.

O atacante Graziano Pellè fechou contrato com o Shandong Luneng, da China, por dois anos e meio (Foto: Divulgação/Shandong Luneng)
O atacante Graziano Pellè fechou contrato com o Shandong Luneng, da China, por dois anos e meio (Foto: Divulgação/Shandong Luneng)

Apesar dos elogios, Giampiero Ventura também aproveitou para criticar a decisão do atacante Graziano Pellè, que acabou de acertar com o Shandong Luneng, em negociação que tirou espaço do brasileiro Diego Tardelli no elenco do clube chinês.

“Os jogadores precisam manter o desejo de ganhar títulos com a seleção. Indo para uma liga menor, só dificulta ainda mais as coisas”, disse. “50% é por ir para a China, o resto está ligado aos grandes salários. Um jogador precisa ser forte psicologicamente para saber discernir o que é melhor para sua carreira”, acrescentou.

O técnico divulgará sua primeira convocação no final do mês de agosto, quando iniciará sua preparação para a estreia oficial da seleção italiana, no dia 1 de setembro, em um amistoso contra a vice-campeã da Euro 2016, França.



O projeto do estádio de São Petersburgo foi divulgado em 2008 (Foto: Divulgação/FIFA)
O projeto do estádio de São Petersburgo foi divulgado em 2008 (Foto: Divulgação/FIFA)

Ainda faltam cerca de dois anos para o início da Copa do Mundo da Fifa de 2018, que acontece na Rússia, porém, o país já apresenta problemas com a construção de um de seus estádios. Nesta quinta-feira, a empresa encarregada pela construção do novo estádio de São Petersburgo divulgou uma nota oficial afirmando que seus funcionários estão paralisados.

Segundo a publicação, a empresa reclama que representantes da cidade de São Petersburgo estão atrasando o pagamento de dívidas prévias e não cumprem o contrato firmado anteriormente.

Em maio deste ano, a Fifa já havia se mostrado preocupada com a construção da Arena, após uma visita ao estádio. A entidade, porém, garantiu que continuaria monitorando a situação apresentada.

O estádio será utilizado na Copa do Mundo de 2018, 21ª edição do torneio que será realizada na Rússia. Após a competição, o Zenit, um dos principais clubes do país, deverá ficar com o estádio. Atualmente, a equipe manda seus jogos no Pretovsky, que possui capacidade para cerca de 21 mil torcedores.

A inauguração do estádio de São Petersburgo está marcada para este ano. A Arena será uma das utilizadas para a disputa da Copa das Confederações de 2017. A capacidade do estádio será de 68.134 mil torcedores.

 



(Foto: Arte/GE)
Vinte centímetros mais baixo que o goleiro rival, Maradona achou seu jeito de fazer o gol e abrir o placar no Azteca (Foto: Arte/GE)

Marcar dois gols em uma quartas de final de Copa do Mundo e classificar sua seleção é feito para poucos. Conseguir isso e ainda ser lembrado com dois dos lances mais emblemáticos da história das Copas e do futebol, contudo, é só para Diego Armando Maradona.

No dia 22 de junho de 1986, exatamente 30 anos atrás, na Copa do México, com mais de 114 mil torcedores lotando o Estádio Azteca, El Pibe de Oro acabou com a Inglaterra e entrou de vez para a história do esporte com dois gols que até mesmo receberam nomes próprios: a “mão de Deus” e o “gol do século”.

O primeiro, aos cinco minutos do segundo tempo, marca negativamente o craque. Após construir jogada pelo meio, Maradona aproveitou a bola espirrada pelo zagueiro Steve Hodge e, usando a mão, venceu o goleiro Peter Shilton para abrir o placar para a Argentina. Ao fim da partida, o argentino declarou que marcou o gol “um pouco com a cabeça e um pouco com a mão de Deus”, imortalizando o feito.

O segundo, cinco minutos mais tarde, é a redenção do camisa 10. Recebendo a bola em seu lado do campo, o baixinho argentino partiu rumo ao gol inglês e não parou mais. Deixando para trás cinco jogadores de linha – Hoddle, Reid, Sansom, Butcher e Fenwick – Maradona ainda driblou o goleiro Shilton para liquidar o placar. Gary Liniker descontou para a Inglaterra aos 36, mas nada que mudou o rumo e as lembranças dessa partida.

A pintura foi escolhida, em votação no site da Fifa durante a Copa do Mundo de 2002, como o gol mais bonito em fases finais da história das copas até então. Após seis semanas e mais de 340 mil votos, o gol de Maradona derrotou pinturas como a de Pelé na final da Copa de 1958 contra a Suécia, em que o Rei dá um chapéu no defensor dentro da área e converte, e de Carlos Alberto, na decisão contra a Itália em 1970, quando sete brasileiros construíram a jogada para o gol mais emblemático da competição.

Confira estrelas do futebol mundial falando sobre “O Gol do Século” para o canal oficial da Fifa:



Foto: Phototek/Divulgação
Empate por 1 a 1 eliminou Taiti (vermelho) e classificou Nova Caledônia para próxima fase (Foto: Phototek/Divulgação)

Sensação da Copa das Confederações de 2013, o Taiti não estará na Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Neste domingo, a seleção empatou com a Nova Caledônia por 1 a 1 em casa e ficou de fora da Copa das Nações da Oceania, que equivale às Eliminatórias do continente para o Mundial.

O time visitante saiu na frente contra o Taiti aos 35 minutos do segundo tempo, com um gol de Bertrand Kai. Os mandantes empataram o placar já nos acréscimos, com Teaonui Tehau, mas já era tarde demais.

Com o resultado, a equipe neocaledônia passa de fase pelo saldo de gols e enfrenta a Nova Zelândia na próxima fase. A liderança do Grupo A ficou com Papua Nova Guiné, que ainda neste domingo goleou a Samoa por 8 a 0 e pegará Ilhas Salomão na terceira etapa das Eliminatórias.



Foto: Divulgação/PhototekNZ
Vitória por 1 a 0 leva seleção à próxima fase das Eliminatórias da Oceania (Foto: Divulgação/PhototekNZ)

Na manhã deste sábado, a Nova Zelândia sofreu para vencer as Ilhas Salomão por 1 a 0, em jogo disputado em Port Moresby, na Papua Nova Guiné. Com o resultado, os All Whites passam pela segunda fase das Eliminatórias da Oceania para a Copa do Mundo de 2018 com 100% de aproveitamento no Grupo B.

Após pressionar o adversário durante toda a partida, o time da Nova Zelândia conquistou o gol da vitória apenas aos 35 minutos do segundo tempo, quando Ridenton cruzou para o zagueiro Luke Adams tocar de cabeça para o fundo das redes.

A vitória leva os neozelandeses à terceira fase das Eliminatórias, quando os quatro melhores times da segunda fase se enfrentam e a melhor seleção se classifica para a repescagem contra o quinto colocado das Eliminatórias Sul-Americanas. Apesar da derrota, o time de Ilhas Salomão também passou de fase com a segunda posição.

Nova Zelândia e Ilhas Salomão conhecerão seus adversários da próxima fase neste domingo, quando serão decididos os classificados do Grupo A. Nova Caledônia, Taiti e Papua Nova Guiné ainda brigam por uma vaga.



Sindicato de atletas denuncia crueldade em obras; AI também já apontou problemas (Foto:Reprodução/Twitter)
Sindicato de atletas denuncia crueldade em obras; AI também já apontou problemas (Foto:Reprodução/Twitter)

As obras dos estádios que sediarão a Copa do Catar, em 2022, foram novamente criticadas por conta dos maus tratos aos trabalhadores locais. Nesta terça-feira, o sindicato mundial de atletas profissionais (FifPro) divulgou um vídeo para cobrar melhores condições.

De acordo com a contagem, atualmente, cerca de 5 mil trabalhadores cumprem funções nas obras do Catar. Porém, a projeção dá conta de que, até 2018, pelo menos 36 mil trabalhadores estejam dando andamento às obras.

“As condições de trabalho no Catar são cruéis. Eles [trabalhadores estrangeiros] trabalham como escravos. O futebol não pode aceitar isso”, afirmou Tom Hogli, jogador norueguês. “Podemos evitar uma situação assim no Catar se a Fifa respeitar as normas”, cobrou Mads Oland, diretor do sindicato de atletas da Dinamarca.

Em janeiro, a Anistia Internacional (AI) produziu um relatório sobre as condições subumanas dos estrangeiros no Catar. Entre os apontamentos, ficou registrado que todos são submetidos a jornadas de trabalho extra sem nenhum respaldo médico ou legal.

Uma das diretoras da Anistia Internacional, a alemã Regina Spottl, registrou que exercem atividades braçais por até 16 horas seguidas, durante seis dias por semana. No entanto, os responsáveis pela organização do torneio refutaram qualquer desrespeito à legislação trabalhista do país.

“O trabalho tem sido feito. Leis estão sendo alteradas e há mais fiscalização do governo. Progressos têm sido feitos com relação às acomodações, o resultado vem sendo entregue. Sempre defendemos que a Copa é um catalisador para uma mudança positiva”, reforçou Hassan al-Thawadi, secretário-geral do comitê que organiza o torneio.



Low convocou alemães para Euro e deu espaço às novidades (Foto:John Macdougall/AFP)
Low convocou alemães para Euro e deu espaço às novidades (Foto:John Macdougall/AFP)

Tendo conquistado seu último título europeu em 1996, com Jurgen Klinsmann – hoje técnico dos Estados Unidos – ainda como jogador, a seleção da Alemanha divulgou, nesta terça-feira, a pré-lista com 27 atletas inscritos para a Eurocopa da França, que acontecerá a partir de 10 de junho.

Campeão do mundo em 2014, o técnico Joachim Low ainda deve cortar quatro atletas até a relação final, que tem planos para ser divulgada até o fim do mês. Dos pré-listados, 13 atletas estiveram no Brasil durante a campanha que culminou no tetracampeonato mundial.

São eles o goleiro Manuel Neuer; os zagueiros Hummels, Mustafi e Boateng; os meias Khedira, Kroos, Ozil, Schweinsteiger, Gotze e Draxler; e os atacantes Podolski, Schurrle e Thomas Muller.

Novidade entre os que não foram para o Mundial estão o meia Marco Reus – cortado da viagem ao Brasil por conta de lesão meses antes – e o atacante Mario Gomez, que voltou a ser relacionado recentemente. Jovens como Bellarabi, do Leverkusen, e Kimmich, do Bayern de Munique, foram as apostas.

Alguns destaques da Alemanha no Mundial, e que ficaram de fora, foram o lateral Phillip Lahm, do Bayern de Munique, e o atacante Miroslav Klose, maior artilheiro de todos os mundiais com 15 gols marcados.

Confira a pré-lista completa dos alemães:

Goleiros: Neuer (Bayern de Munique); Leno (Bayer Leverkusen) e Ter Stegen (Barcelona)

Defensores: Mustafi (Valencia); Hector (Colonia); Howedes (Schalke 04); Hummels (Bayern de Munique); Cam (Liverpool); Rudiger (Roma); Boateng (Bayern de Munique); Rudy (Hoffenheim)

Meio-campistas: Khedira (Juventus); Schweinsteiger (Manchester United); Ozil (Arsenal); Reus (Borussia Dortmund); Draxler (Wolfsburg); Gotze (Bayern de Munique); Sané (Schalke 04); Weigl (Borussia Dortmund); Kimmich (Borussia Dortmund)

Atacantes: Schurrle (Wolfsburg); Brandt (Bayer Leverkusen); Bellarabi (Bayer Leverkusen); Podolski (Galatasaray); Mario Gomez (Fiorentina)



Sorokin, chefe da organização do Mundial, é otimista em respeitar prazo (Foto: Alfredo Estrella/AFP)
Sorokin, chefe da organização do Mundial, é otimista em respeitar prazo (Foto: Alfredo Estrella/AFP)

Na Cidade do México para participar do 66º Congresso da Fifa, nesta sexta-feira, o chefe do Comitê Organizador do Mundial da Rússia, Alexei Sorokin, demonstrou otimismo com o fim das obras em 2017, cerca de seis meses antes do início do torneio.

Apesar de estar enfrentando alguns problemas em termos logísticos e estruturais em dois dos estádios, a sede de Lujniki, por exemplo, que receberá a abertura e a final do Mundial, já tem 85% das obras concluídas.

“Ainda temos muita infraestrutura para construir, é verdade, mas não estamos atrasados. No que diz respeito à infraestrutura esportiva, os dois maiores estádios, de São Petersburgo e Lujniki, já estão quase prontos, e os outros sete serão entregues até dezembro de 2017”, comentou em coletiva na última quarta.

Sorokin ainda registrou que em duas sedes, Kaliningrado e Samara, problemas estruturais tem atrapalhado os trabalhos nos canteiros de obra.

“Em Samara duas vigas arrebentaram, mas isso aconteceu há dois dias e as obras já devem ter sido retomadas. Também existem discussões com relação ao custo, mas os contratos têm que ser respeitados. Em Kaliningrado existe um problema com o solo, o excesso de água. Mas a construção não está parada”, explicou.

Colin Smith, diretor de competições da Fifa, garantiu que a entidade máxima do futebol segue de longe todas as iniciativas russas na construção da infraestrutura do Mundial. “Não temos nenhuma informação sugerindo atrasos. No momento, estamos otimistas”, comentou.

No último Mundial, disputado no Brasil, o atraso nas preparações irritou a Fifa. À época, o secretário-geral Jérôme Valcke – hoje suspenso do futebol por 12 anos – reclamou com a organização do torneio, admitindo que o País precisava de um “chute no traseiro” para estimular as obras.



Preparação da arbitragem para os mundiais de 2018 e 2019 promete ser inovadora (Foto:Reprodução/Twitter)
Preparação da arbitragem para os mundiais de 2018 e 2019 promete ser inovadora (Foto:Reprodução/Twitter)

Preocupada em preparar bem as comissões de arbitragem para os próximos mundiais, tanto no futebol feminino quanto no masculino, a Fifa deverá investir na capacitação dos árbitros quanto aos aspectos táticos e estratégicos do jogo. Em comunicado expedido nesta quarta, a entidade máxima do futebol afirma que já tem um planejamento em curso.

Desde a semana de seminários dirigidos aos árbitros, realizada em Miami, no fim de abril, a Fifa vem pesquisando e consultando estudiosos para saber a melhor forma de implementar o programa. Jean-Paul Brigger, encarregado do departamento de desenvolvimento técnico, mergulhou em projetos para descobrir o mote da iniciativa.

O objetivo principal é entender melhor o jogo, prevenir jogadas e, com isso, melhorar a colocação e a tomada de decisão por parte dos árbitros.

“Se você sabe que uma equipe pressiona os defensores contrários quando eles têm a posse da bola, isso já tem uma repercussão direta na sua colocação como árbitro. Com uma maior possibilidade de tomar uma decisão, o árbitro teria que permanecer mais perto da jogada”, comentou.

A nota da Fifa esbanja otimismo com relação a uma melhora no nível da arbitragem a partir da implantação do programa. No entanto, o chefe do departamento de arbitragem, Massimo Bussaca, sabe que os erros sempre estarão presentes, em se tratando de seres humanos com diferentes percepções.

“Os erros sempre vão estar aí, mas o que importa é lutarmos para melhorarmos o nível. Um árbitro que, em dez ocasiões importantes, comete um erro, pode ser um árbitro dos melhores. Agora, aquele que comete dois ou três erros não é chamado como tal”, falou.



Entidade afirma que irá supervisionar e garantir condições justas para trabalhadores de obras dos estádios (Foto: Divulgação)
Entidade afirma que irá supervisionar e garantir condições justas para trabalhadores de obras dos estádios (Foto: Divulgação)

Ao final de sua visita de dois dias ao Catar, o presidente da Fifa, Gianni Infantino anunciou nesta sexta-feira a criação de um órgão de supervisão com membros independentes para monitorar as condições de trabalho e garantir jornadas de bem-estar decente nas obras dos estádios para a Copa de 2022.

“Ao longo das últimas semanas tenho acompanhado de muito perto as discussões sobre a Fifa e os Direitos Humanos, particularmente em torno da Copa do Mundo da Fifa de 2022 no Catar. Eu vi as medidas tomadas pelo Comitê Supremo e estou confiante de que estamos no caminho certo”, comentou Infantino.

A entidade planeja, com a fiscalização, criar uma referência em termos de condições sustentáveis e justas de trabalho para que no futuro, todos os trabalhadores do Catar usufruam de melhores direitos, independentemente de seu setor. Assim, o combate as denúncias de trabalho escravo e situações exploradoras nas jornadas de trabalho no país poderá ser eficaz não só para a Copa, mas para as demais atividades assalariadas.

Infantino reiterou que, como um órgão esportivo global, a principal responsabilidade da Fifa é organizar os eventos relacionados a futebol. No entanto, questões trabalhistas, especialmente no setor da construção são um desafio global, e, portanto, exige colaboração de todos para que avanços sejam alcançados. “Levamos nossa responsabilidade a sério e estamos empenhados em fazer a nossa parte”, concluiu o presidente.