Presidente do Atlético-GO tem júri popular mantido pela Justiça

São Paulo, SP

27-06-2017 14:36:11

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, negou habeas corpus pedido pelo presidente do Atlético-GO, Mauricio Borges Sampaio. Ele é acusado de homicídio qualificado de um jornalista Valério Luiz, morto em 2012.

A sentença inicial indica que o dirigente irá a júri popular. Apesar do pedido da defesa, o ministro considerou que "a sentença de pronúncia (que submete o réu a júri popular) preenche os requisitos legais, ao tratar sobre a materialidade e a autoria".

Mauricio Sampaio (centro) é acusado de participação em homicídio (Foto: Divulgação/Atlético-GO)

A defesa do presidente argumentava, no pedido de anulação da decisão, que não havia fundamentação para o caso, além de as acusações terem ''caráter genérico".

Na época em que o crime ocorreu, Sampaio era vice-diretor do Dragão. A acusação do Ministério Público é de que ele foi o mandante do assassinato, por conta de críticas que o jornalista Valério Luiz fazia ao Atlético-GO.

No fim de 2016, logo após o acesso dos goianos à Série A do Campeonato Brasileiro, o presidente foi aclamado como mandatário do clube pelos próximos dois anos, no biênio 2017-2018.

Deixe seu comentário