Armani diz que estudou batida de Derlis antes de pegar o pênalti - Gazeta Esportiva
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O goleiro Franco Armani foi decisivo para a Argentina na noite desta quarta-feira, no Mineirão, na segunda partida da equipe na Copa América. Depois de um começo inconstante, levando amarelo por um erro seu no meio-campo, ele acabou sendo determinante ao defender um pênalti batido pelo atacante Derlis González, do Santos, quando o placar apontava 1 a 1.

“Era um momento bem difícil para nós, agora vamos nos preparar para conseguir a classificação no próximo jogo. Tinha estudado, tinha uma ideia de onde ele iria chutar. Estudei todos os batedores deles”, disse o jogador do River Plate, assegurando que não teve medo de ser expulso pela falta cometida no mesmo Derlis, no primeiro tempo.

“Não tive esse medo porque tentei ir na bola a todo momento. Eu, aliás, peguei a bola e, na continuidade do movimento, peguei o adversário”, analisou o arqueiro, que dominou errado um lançamento antes de cometer a infração, quase na linha do meio-campo.

O pênalti defendido por Armani foi praticamente o último lance de perigo para qualquer um dos lados na partida. O ritmo, que vinha intenso depois da volta do intervalo, diminuiu bastante e terminou com o placar estacionado no 1 a 1 no Mineirão.

“Faltou um pouco de profundidade no último terço do campo, um último passe, para converter em gol. Mas estamos vivos, vamos com fé para conseguir essa classificação. Acredito que vamos conseguir ganhar”, concluiu.

O resultado deixou a Argentina na última colocação do Grupo B, com apenas um ponto. Já o Paraguai tem dois tentos e ocupa a segunda colocação. Na próxima rodada, os paraguaios enfrentam a Colômbia, na Arena Fonte Nova, às 16h (de Brasília) e os argentinos duelam com o Catar, no Rio Grande do Sul, no mesmo dia e horário.



O centroavante titular da Argentina na noite desta quarta-feira, Lautaro Martínez, foi um dos jogadores entrevistados no gramado do Mineirão após o empate por 1 a 1 com o Paraguai, pela segunda rodada da Copa América. O jogador da Inter de Milão lamentou o fato de a equipe ter sofrido um gol justamente no contra-ataque, reconhecidamente a maior força do rival.

“Bom, no primeiro tempo acho que nós começamos com a posse de bola, mas eles fizeram o gol na primeira jogada de ataque que tiveram. Sabíamos que era a jogada mais perigosa deles”, disse o jogador, avaliando a etapa final como uma performance melhor da equipe.

“Conseguimos nos organizar no segundo tempo, melhoramos, tocamos mais a bola. Conseguimos empatar, queríamos mais, mas acho que melhoramos a imagem que deixamos no primeiro jogo”, analisou o jogador.

Lautaro, por sinal, foi substituído pouco depois do empate conquistado pelo pênalti de Messi. Talvez assustado com o pênalti desperdiçado pelo Paraguai logo na sequência, o técnico Lionel Scaloni resolveu tirá-lo para colocar Di María, retomando a formação inicial. No banco, o avante foi visto bravo, jogando uma garrafa no chão.

“Eu queria continuar, mas é o técnico que decide. Temos um jogo difícil pela frente, mas vamos dar o máximo de nós para conseguir passar para a próxima fase”, concluiu o atleta.

O resultado deixou a Argentina na última colocação do Grupo B, com apenas um ponto. Já o Paraguai tem dois tentos e ocupa a segunda colocação. Na próxima rodada, os paraguaios enfrentam a Colômbia, na Arena Fonte Nova, às 16h (de Brasília) e os argentinos duelam com o Catar, no Rio Grande do Sul, no mesmo dia e horário.

 

 

 



Em situação complicada, com várias críticas pelo futebol apresentado e sem vencer na Copa América, a Argentina arrancou um empate por 1 a 1 com o Paraguai, na noite desta quarta-feira, no Mineirão.

Apesar de ter Messi e Aguero em campo, a Argentina não apresentou um bom futebol de um modo geral. A equipe sofreu um tento no primeiro tempo e conseguiu o empate de pênalti, com apoio do VAR. O goleiro Armani ainda precisou pegar uma penalidade para garantir a igualdade.

Messi marcou o gol da Argentina na noite desta quarta-feira (Foto: Douglas Magno/AFP)

O resultado deixou a Argentina na última colocação do Grupo B, com apenas um ponto. Já o Paraguai tem dois tentos e ocupa a segunda colocação. Na próxima rodada, os paraguaios enfrentam a Colômbia, na Arena Fonte Nova, às 16h (de Brasília) e os argentinos duelam com o Catar, no Rio Grande do Sul, no mesmo dia e horário.

Primeiro tempo

Pressionado por resultados positivos, a Argentina entrou em campo mandando na partida. O grupo de Scaloni tinha uma postura mais agressiva em campo e não dava chances para o Paraguai pegar na bola.

No desenho tático em campo, Messi – o centro das atenções em Belo Horizonte – jogava sempre muito caído pela direita. Ele não era sobrecarregado, mas participava bem do confronto. Quando a jogada estava do lado oposto, o camisa 10 fechava para o meio.

Pelo lado do Paraguai, o grupo de Berizzo se defendia muito bem. Messi não tinha espaços, e as duas primeiras linhas defensivas eram muito bem colocadas, dificultando as investidas do grupo argentino. Além disso, havia alguma dificuldade de penetração e flutuação entre as linhas. O excesso de Messi na direita contribuía com a ausência de ataques.

Portanto, era claro: a Argentina tinha a posse de bola, mas não utilizava disso para criar oportunidades claras de gol. O goleiro Gatito Fernandez não tinha trabalho. Já o Paraguai queria uma bola apenas.

Ela veio aos 28 minutos. Em um ataque mal executado da Argentina, a equipe paraguaia desceu em velocidade, pela esquerda. A bola chegou em Derlis Gonzáles que chutou e a bola tirou tinta da trave.

A Argentina não conseguia atacar. Não tinha capacidade para agredir, só ficava com a bola, mas sem ser criatividade alguma para dar trabalho. Aos 33, em uma cobrança de falta, Messi bateu fraco e deixou fácil para Gatito.

Aos 36 o Paraguai marcou o primeiro gol. Em rápido contra-ataque pela esquerda, Almirón carregou a redonda da defesa até o ataque e cruzou na marca do pênalti. Na cobrança, Sánchez chuta no cantinho e marca.

Após o tento, a Argentina fez uma mudança tática: o camisa 10 Messi para tentar organizar a equipe, mas foi tarde e tudo ficou para a etapa complementar.

Segundo tempo

Na volta do intervalo, a Argentina tirou um jogador de meio campo e Aguero foi para o gramado para tentar dar sua parcela de contribuição. A partida ficou igual à etapa inicial: Argentina com muita posse de bola e Paraguai apostando nos contra-ataques.

Aos 6 a Argentina chegou com muita perigo. Em lançamento para Aguero, o atacante dominou no peito e deixou para Lautaro Martínez que chegou batendo. A bola pegou na trave e voltou para Messi que chutou e Gatito mandou para escanteio.

Mas a cobrança de escanteio não foi batida. Isso porque o árbitro Wilton Pereira de Sampaio percebeu uma irregularidade e, com apoio do VAR, marcou o pênalti.

Na cobrança, aos 11, Lionel Messi partiu para a bola, bateu forte no canto direito e Gatito até acertou o canto, mas não conseguiu chegar em tempo necessário.

Mas poucos minutos depois, em uma descida do Paraguai, o zagueiro Otamendi chegou firme e acabou exagerando. O árbitro não teve dúvidas para marcar o pênalti e nem utilizou o VAR. A cobrança, porém, foi defendida por Armani que caiu para o lado esquerdo e comemorou.

A defesa fez o grupo argentino acordar e se animar. Com Messi mais centralizado, a equipe passou a chegar com mais perigo. O técnico Berizz, atento, fez alterações em sua equipe e conseguiu igualar as ações em campo.

Uma questão a ressaltar foi à ineficiência de Dí Maria com a camisa da Argentina. O atleta entrou em campo no segundo tempo, mas não conseguia segurar a bola e contribuir na esquerda, local onde entrou.

FICHA TÉCNICA
ARGENTINA 1 X 1 PARAGUAI

Local: Mineirão, Belo Horizonte (MG)
Data: 19 de junho, quarta-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Wilton Sampaio (BRA)
Assistentes: Marcelo Van Gasse (BRA) e Rodrigo Corrêa (BRA)
VAR: Leodán Gonzales (URU)

Cartões: Armani, Otamendi, Tagliafico (Argentina); Gustavo Gómez, Rodrigo Rojas (Paraguai)
Gols: Sanchez, aos 36 do primeiro tempo (Paraguai); Messi, aos 13 do segundo tempo (Argentina)

ARGENTINA: Armani, Casco, Pezzella, Otamendi, Tagliafico, Paredes, Lo Celso, De Paul (Suarez), Pereyra (Aguero), Messi, Lautaro Martinez (Dí Maria).
Técnico: Lionel Scaloni

PARAGUAI: Gatito Fernández; Ivan Piris, Gustavo Gómez, Alonso, Arzamendia, Richard Sánchez, Rodrigo Rojas, Almirón, Matías Rojas, Santander (Oscar Romero), Delis Gonzáles
Técnico: Eduardo Berizzo




Felix Sánchez ainda sonha em avançar (Foto: Nelson Almeida/AFP)

Na noite desta quarta-feira, o Catar foi derrotado por 1 a 0 pela Colômbia na segunda rodada do Grupo B na Copa América. A equipe comandada por Félix Sánchez sofreu o gol do revés praticamente no final do jogo, aos 40 minutos, quando o atacante colombiano Duván Zapata cabeceou para o fundo das redes. Apesar do resultado, o técnico espanhol elogiou o comportamento da seleção.

“Parabenizar nossos jogadores pelo esforço que foi feito. Sabíamos a dificuldade que teríamos no jogo e obviamente a Colômbia teve mais posse da bola. Pensamos num jogo apertado, mas foi um trabalho muito sério defensivo até o final. Infelizmente acabou saindo o gol, uma pena esse o resultado, porém vamos nos preparar para o próximo jogo”, disse.

O treinador também comentou sobre a escolha de começar com três zagueiros. “Achávamos que por causa do adversário, uma defesa de três zagueiros nos faria mais fortes e que isso ajudaria na saída de bola, mas não aconteceu. Para nós é uma experiência para continuar crescendo para enfrentar times desse nível”, comentou.

“O resultado nos dá a sensação que com mais trabalho podemos conseguir resultados melhores para nosso país. Jogos como esse podemos nos preparar para a Copa do Mundo”, completou Felix.

Com um ponto somado, o Catar ainda sonha com uma classificação às quartas da competição continental. Mas para isso, a seleção precisa vencer a Argentina. O técnico Sánchez projetou o duelo e segue confiante.

“Será muito difícil, como o de hoje, mas não podemos esquecer que chegaremos com uma situação de poder passar de fase. É uma situação muito boa. Vamos tentar preparar bom jogo, competir bem e vamos ver o que acontece”, concluiu Felix Sánchez.



A Colômbia é a primeira seleção a se classificar às quartas de final da Copa América. Na noite dessa quarta-feira, os sul-americanos tiveram trabalho, mas venceram o Catar com um gol já aos 40 minutos do segundo tempo. A dificuldade encontrada no estádio do Morumbi não foi uma surpresa para o técnico Carlos Queiroz.

“Não me surpreendeu. Esse foi um jogo como tantos outros. Quando temos obrigação de ganhar, pela história, pelo prestígio, pela reputação dos jogadores, contra um time muito bem organizado, fechado, sem espaço, se não fizer o gol logo, não definir quando criar as chances, você passa a sofrer. Esse é sempre o destino quando se não faz o gol cedo. Mas, o importante é que conseguimos ganhar. Foram 90 minutos de concentração, de crença. Confiamos, sempre para cima do adversário”, avaliou.

Com a situação definida no Grupo B, a tendência é que muitos jogadores reservas no confronto de domingo, contra o Paraguai. Apesar do caráter decisivo para o próximo adversário, Queiroz já deixou clara sua posição.

“Agora, vamos primeira fazer contas, um levantamento do cansaço dos jogadores. Foram dois jogos muito difíceis, algumas lesões, isso vai definir quem vai para o terceiro jogo. Minha ideia é sempre sair com a melhor equipe, mas também há intenção de rodar os jogadores, eles merecem e é por isso que estamos aqui”.



Argentina e Paraguai entram em campo, na noite desta quarta-feira, no Mineirão, em duelo válido pela segunda rodada da Copa América. Algo que chamou a atenção foi o clamor dos torcedores a favor dos argentinos, sobretudo, com o camisa 10 Lionel Messi.

Quando o telão do Mineirão começou a passar as escalações, começando pela Argentina, os nomes com imagens apareciam. Quando o camisa 10 surgiu na tela, a torcida vibrou bastante. Enquanto isso, no gramado, os atletas faziam os aquecimentos.

(Foto: Luis Acosta/AFP)

Outro jogador que teve seu nome gritado pelos torcedores foi o zagueiro Nicolás Otamendi. Quando o nome do defensor apareceu no telão parte vibrou no Mineirão. Evidentemente, a parte atleticana, já que a torcida mineira se fazia presente com os uniformes de seus clubes.

Por outro lado, se Messi e Otamendi tinham prestigio com os mineiros, a seleção paraguaia não teve boa receptividade. Quando entraram no gramado para o aquecimento ouviram uma sonora vaia e perceberam o silêncio quando seus nomes e retratos passaram no telão.

(Foto: Luis Acosta/AFP)


James deu a assistência para o gol da vitória (Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

Na noite desta quarta-feira, a Colômbia encarou o Catar pela segunda rodada da Copa América, no Estádio do Morumbi, em São Paulo, e conquistou um triunfo por 1 a 0. Autor da assistência para o gol da vitória, James Rodríguez foi eleito o melhor em campo.

Já no final da partida, aos 40 minutos do segundo tempo, o meia do Real Madrid cavou uma trivela e Duván Zapata subiu mais alto que toda a zaga do Catar para, de cabeça, colocar a bola no ângulo, sem chance para Al-Sheeb.

Titular nas duas partidas da competição continental até agora, James foi garçom uma vez em cada jogo e vem sendo um dos principais destaques da seleção colombiana.

Apesar do sufoco e da dificuldade, com o triunfo por 1 a 0 os sul-americanos garantiram vaga antecipada às quartas de final do torneio e colocaram ainda mais pressão em cima de seus concorrentes. Por outro lado, os catarianos, com apenas um ponto, dependem de uma combinação bastante complicada para irem à próxima fase.

A terceira e última rodada do Grupo B prevê os seguintes duelos: Colômbia x Paraguai e Argentina x Catar, ambos agendados para domingo que vem.



Depois de aprontar para cima do Paraguai, a seleção do Catar voltou a surpreender na edição 2019 da Copa América. Dessa vez no estádio do Morumbi, em São Paulo, os convidados asiáticos seguraram um empate com a Colômbia até os 40 minutos do segundo tempo, quando a genialidade de James Rodríguez e o oportunismo de Zapata falaram mais alto.

Apesar do sufoco e da dificuldade, com o triunfo por 1 a 0 os sul-americanos garantiram vaga antecipada às quartas de final do torneio e colocaram ainda mais pressão em cima de seus concorrentes. Os catarianos, arrasados ao fim do jogo, receberam os aplausos de todos e agora dependem de uma combinação bastante complicada para irem à próxima fase.

Argentina e Paraguai ainda se enfrentam nessa quarta, às 21h30, no Mineirão. Os argentinos buscam os primeiros pontos, enquanto os paraguaios partem de um ponto ganho até aqui. A terceira e última rodada do Grupo B prevê os seguintes duelos: Colômbia x Paraguai e Argentina x Catar, ambos agendados para domingo que vem.

Logo no início do jogo um detalhe importante ficou evidente. Mais altos, os colombianos abusariam da bola aérea. E assim chegaram a um gol com menos de cinco minutos. A frustração, porém, não demorou com a anulação do lance pela posição irregular de Martínez.

James também teve sua oportunidade pelo alto, mas nem toda liberdade dentro da área fez o camisa 10 acertar o alvo. Cuadrado foi outro a levar perigo em chute de fora da área que obrigou a primeira boa defesa de Al-Sheeb.

Aos poucos, os catarianos iam provando a todos a qualidade que lhes rendeu o título da Copa da Ásia. Bem postados, alinhados, com uma marcação por zona bem encaixada, os azarões conseguiram segurar os sul-americanos até o intervalo.

A etapa final seguiu com ritmo semelhante, apenas com acréscimo de ares dramáticos no estádio são-paulino.

Os brasileiros presentes na torcida escolheram o Catar e passaram a rivalizar nos cânticos. Dentro de campo, o VAR voltou a ser protagonista. O árbitro venezuelano chegou a marcar uma penalidade para os colombianos e advertir um atleta catariano por reclamação. Ao ser orientado a rever a jogada, Alexis Herrera mudou de ideia. Cancelou tanto o penal quanto a advertência.

Carlos Queiróz, então, mandou Falcao Garcia a campo. O centroavante acabou preservado, talvez por estar pendurado. Sorte do Catar que Al-Sheeb estava em noite inspirada, principalmente no duelo particular com Martínez, herói contra a Argentina, mas que não conseguiu vencer o arqueiro asiático.

Todo o esforço de Al-Sheeb só não foi recompensado porque a bola aérea, como já era de se imaginar nos primeiros movimentos da partida, acabou sendo decisiva. Aos 40 minutos, James cavou de trivela e Zapata subiu mais alto que toda zaga do Catar para, de cabeça, colocar a bola no ângulo, sem chance para Al-Sheeb.

O gol foi um verdadeiro alívio aos colombianos, que comemoram muito na bandeira de escanteio e viram o estádio explodir. O apito final confirmou a classificação antecipada dos sul-americanos e também deixou a equipe asiática em situação bastante complicada no Grupo B.

FICHA TÉCNICA
COLÔMBIA 1 x 0 CATAR

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 19 de junho de 2019, quarta-feira
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Alexis Herrera (VEN)
Assistentes: Luis Murillo (VEN) e Nicolas Tarán (URU)
VAR: Jesús Valenzuela (VEN)
Cartões amarelos: Uribe (COL); Madibo, Hassan, Pedro Miguel, Akram Afif (CAT)
Público pagante: 22.079 pagantes
Público não pagante: 2.683
Renda: R$ 5.385.300,00

GOL:
Colômbia: Zapata, aos 40 minutos do 2T.

COLÔMBIA: Ospina; Medina (Santiago Arias), Davinson Sánchez, Mina e Tesillo; Barrios, Uribe e Cuadrado (Falcao Garcia); James Rodríguez, Zapata e Martínez (Luis Díaz)
Técnico: Carlos Queiroz

CATAR: Al-Sheeb, Pedro Miguel, Hisham, Salman e Hassan; Madibo, Khoukhi, Al-Haydos (Ahmad) e Hatem (Karim Boudiaf); Akram Afif e Almoez Abdulla
Técnico: Félix Sánchez



Após o empate sem gols com a Venezuela, na Arena Fonte Nova, em Salvador, a Seleção Brasileira voltou aos treinos nesta quarta-feira. As atividades desta tarde aconteceram no Barradão e contaram com os reforços de sete atletas do clube baiano.

Sem Fernandinho e os titulares que encararam a Venezuela, Tite cobrou finalizações dos brasileiros. No duelo da noite de terça-feira, a equipe canarinho deu apenas um chute na meta, com Richarlison, no primeiro tempo (os gols anulados, não entram nesta contagem).

Com quatro pontos em dois jogos, o Brasil volta a campo no próximo sábado, às 16h (de Brasília), em Salvador, para encerrar sua participação no Grupo A da Copa América.