Conmebol recebe doação de 50 mil doses de vacina contra covid-19 para imunizar atletas - Gazeta Esportiva
Copa América Copa América

A Conmebol anunciou nesta terça-feira que receberá a doação de 50 mil doses de vacina contra a covid-19 por parte da empresa chinesa Sinovac.

O objetivo da entidade é imunizar atletas das principais competições masculinas e femininas da América do Sul, como a Libertadores, Sul-Americana e Copa América, por exemplo. Ainda não há uma data estipulada para iniciar o processo de vacinação.

De acordo com o presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, a chegada das vacinas é um importante feito para o futebol do continente, mas não se pode perder a responsabilidade em relação à pandemia.

“É a melhor notícia que a família do futebol sul-americano pode receber, à qual devemos nossos melhores esforços na Conmebol. Este é um grande passo para derrotar a pandemia covid-19, mas de forma alguma significa que estamos baixando a guarda. Vamos manter o nosso trabalho responsável, que nos permitiu concluir os nossos torneios com tranquilidade e sem alterar os formatos”, afirmou.

No final do comunicado, ainda há um agradecimento a autoridades do Uruguai, como o Presidente do país, Luis Lacalle Pou, e o Embaixador na China, Fernando Lugris, responsáveis pela parceria com a Sinovac.

“A Presidência do Uruguai, em seu claro compromisso com o apoio ao esporte, abnegadamente ofereceu seus bons ofícios para mediar perante a Sinovac Biotech Ltd. Nenhuma outra confederação no mundo conseguiu ter os imunizantes disponíveis para iniciar um processo de vacinação em massa”, concluiu a Conmebol.

 

 



A Colômbia “segue firme” como organizadora da Copa América-2021 junto com a Argentina, disse uma fonte da Conmebol à AFP nesta quinta-feira.

A sede colombiana “nunca ficou em dúvida” para a Conmebol, afirmou a fonte, após os rumores que se espalharam nos últimos dias sobre uma eventual mudança devido à forte convulsão social naquele país.

Uma reunião virtual do Conselho da Conmebol abordou o tema Copa América de forma tangencial nesta quinta-feira, acrescentou.

A edição de 2021 do torneio de seleções mais antigo do mundo será disputada entre 13 de junho e 10 de julho pela primeira vez em dois países simultaneamente, Argentina e Colômbia.

A 47ª edição do torneio levantou questões. A Argentina vive seu pior momento de infecções (3,1 milhões no total) e mortes (mais de 68.000) por covid-19. Já a Colômbia sofre uma convulsão social devido aos protestos de rua, com pelo menos 42 mortos e centenas de feridos.

O país do norte do continente também é seriamente afetado pela pandemia. Devido às concentrações de manifestantes “é provável que o pico de infecções (mais de 3 milhões, com 78.000 mortes) não diminua”, disse à AFP Diego Rosselli, professor de Epidemiologia da Universidade Javeriana.

O presidente da Colômbia, Iván Duque, afirmou recentemente que “seria um absurdo não realizar uma Copa América se houver uma Eurocopa, principalmente quando os números epidemiológicos em vários países são semelhantes ou até, em alguns lugares, piores”.



Faltando um mês para começar, a Copa América é ameaçada pelos efeitos da intensa segunda onda da pandemia de covid-19 na América do Sul e da delicada situação social na Colômbia, uma das sedes do evento junto com a Argentina.

O que será feito em relação a essas questões pode ser esclarecido nesta quinta-feira, durante reunião do Conselho da Conmebol, formado pelos presidentes das dez federações nacionais que integram a entidade que rege o futebol na região.

A Conmebol apoia a ideia original de realizar o torneio pela primeira vez em dois países (Argentina e Colômbia), informou à AFP uma fonte próxima à entidade.

Também não há motivos para temer que os clubes europeus, com o fim da temporada, se recusem a liberar seus jogadores sul-americanos.

Ninguém pode imaginar uma Copa sem o argentino Lionel Messi ou o brasileiro Neymar.

Efeitos da Pandemia

A 47ª edição do torneio de seleções mais antigo do mundo levantou uma série de dúvidas. A Argentina vive seu pior momento de infecções (3,1 milhões no total) e mortes (mais de 68.000) por covid-19. A Colômbia sofre uma convulsão social devido aos protestos de rua, com pelo menos 42 mortos e centenas de feridos. Isso sem contar com a devastação provocada em seu território pelo coronavírus.

Por conta das concentrações de manifestantes “é provável que o pico de infecções (mais de 3 milhões, com 78.000 mortes) não diminua”, disse à AFP Diego Rosselli, professor de Epidemiologia da Universidade Javeriana.

Nem mesmo os ataques causados pelo conflito com o agora desmobilizado grupo guerrilheiro Farc conseguiram impedir a Copa América de 2001 na Colômbia. Só que a Argentina se absteve de participar e Brasil e Uruguai levaram times alternativos.

O planeta do futebol é resistente ao coronavírus e às tensões sociais. Quem agora se atreve a parar a bola?

O mundo anda como um equilibrista: quer sustentar as atividades e ao mesmo tempo proteger a vida das pessoas.

“Jogamos futebol sem tomar as devidas medidas e com muitos contágios”, disse o ex-diretor técnico argentino Ángel Cappa.

Com ou sem torcedores?

O presidente da Colômbia, Iván Duque, disse que “seria um absurdo não realizar uma Copa América se houver uma Eurocopa, principalmente quando os números epidemiológicos em vários países são semelhantes ou até, em alguns lugares, piores”.

Já o presidente da Argentina, Alberto Fernández, avisou: “Não quero frustrar a Copa América, mas quero que sejamos muito sensatos”.

Quando a pandemia pareceu diminuir, a Conmebol anunciou seu desejo de ter a presença de torcedores nos estádios, mas as autoridades dos dois países não se pronunciaram definitivamente.

Com leitos de terapia intensiva à beira do colapso, o ministro da Saúde de Buenos Aires, Fernán Quirós, advertiu que “grande parte do país com conglomerados urbanos não tem condições de organizar shows com grande audiência”.

Para pressionar, a Conmebol lançou a música tema oficial da competição. “É um sinal inequívoco de que o trabalho continua”, disse uma fonte da instituição à AFP.

No momento, as cidades escolhidas na Argentina são Córdoba, Santiago del Estero, Mendoza e Buenos Aires. Na Colômbia, Barranquilla, Medellín, Cali e Bogotá..

Já no Paraguai, fala-se abertamente que as cidades de Assunção, Luque, Villarrica, Ciudad del Este e Encarnación poderiam receber o evento.

Por enquanto, o torneio está com início marcado para 13 de junho, com o confronto entre Argentina e Chile no Monumental de Buenos Aires, e a final disputada em na colombiana Barranquilla, no dia 10 de julho.

Vacinação

O sinal de alerta segue aceso por conta da onda de casos de covid-19 nas equipes que disputam as Copas Libertadores e Sul-Americana.

Para a Copa América, a Conmebol dispõe de 50 mil vacinas doadas pelo laboratório chinês Sinovac. Até as famílias dos jogadores serão imunizadas. A entidade vai ter postos de vacinação em Londres, Roma e Madrid para atender os sul-americanos que jogam na Europa.

No Brasil, por enquanto, nem a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nem o técnico da seleção, Tite, se manifestaram sobre as dúvidas que pairam sobre a Copa América.

Sob o ataque de uma segunda onda da pandemia, o Brasil é o segundo país do continente com o maior número de mortes (mais de 425.000), depois dos Estados Unidos. A vacinação está ocorrendo lentamente.

“Desde o início da pandemia, os dirigentes do futebol brasileiro só pensavam em si mesmos, no jogo e no dinheiro”, disse Walter Casagrande, ex-jogador e atualmente comentarista de TV.

A Seleção Brasileira, atual detentora do título do torneio, está no Grupo B ao lado de  Colômbia, Equador, Peru e Venezuela. No Grupo A, estão Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai, o maior vencedor da competição, com 15 troféus.



A Conmebol recebeu na noite desta quarta-feira as 50 mil doses da vacina contra a covid-19. O lote chegou em Montevidéu, no Uruguai, e será distribuído para os demais países da América do Sul. O anúncio foi feito pelo presidente da entidade, Alejandro Dominguez.

“Histórico! Vacinas para o futebol sul-americano já estão na América do Sul. A Conmebol se tornará a primeira organização civil do mundo a realizar uma vacinação que beneficiará milhares de famílias em todos os 10 países e que representará uma valiosa cooperação… “, escreveu o mandatário, acompanhado de um foto sua com a taça da Copa América e o lote dos imunizantes ao fundo.

As 50 mil doses foram doadas pelo laboratório chinês Sinovac. Em comunicado oficial, a Conmebol reintegrou que o lote foi “fabricado especialmente para o futebol sul-americano e que, de nenhum modo, são vacinas destinadas a qualquer outro fim”.

A entidade também reforçou que vacinação começará com as equipes que disputarão a Copa América e as que estão participando dos torneios internacionais, até chegar às equipes masculinas e femininas da primeira divisão de cada país. Estão incluídos, naturalmente, o corpo técnico e os assistentes. A ordem continua com os árbitros e o pessoal operacional envolvido na organização dos jogos.

Para receber a vacina, a CBF precisará de uma autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O protocolo de vacinação e os procedimentos a serem seguidos serão analisados nesta quinta-feira pelo Conselho da Conmebol.

A vacina não é obrigatória e o jogador que optar por não ser imunizado não será penalizado ou excluído das competições.



O técnico da seleção peruana de futebol, o argentino Ricardo Gareca, apresentou nesta terça-feira uma lista preliminar de 50 jogadores, incluindo o veterano atacante Paolo Guerrero, para a Copa América-2021 que será disputada na Argentina e na Colômbia.

Na lista de convocados também se destacam os atacantes Jefferson Farfán, do Alianza Lima, Santiago Ormeño, do Puebla do México, e Gianluca Lapadula, do Benevento da Itália.

Guerrero, de 37 anos, e Farfán, de 36, retornarão à seleção peruana após terem ficado de fora nos primeiros quatro jogos das Eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo do Catar-2022 devido a lesões.

Gareca disse à AFP que espera uma regularidade de Farfán e Guerrero para tê-los 100% na Copa América e na rodada dupla das Eliminatórias de junho contra a Colômbia, em Lima, e o Equador, em Quito.

“O mais importante agora é pensar nas duas partidas das eliminatórias e depois vamos focar na Copa América” (a partir de 13 de junho), disse Gareca em entrevista à AFP.

“O Jefferson tem jogado, mas esperamos que ele continue. Desde o início ele está lutando por isso. O Paolo, embora tenha jogado uma partida, tem sofrido. Para os dois estamos esperando que tenham uma regularidade”, acrescentou.

Gareca terá que reduzir essa lista para viajar com apenas 23 jogadores para a Copa América.

O Peru está no Grupo B, junto com Colômbia, Brasil, Venezuela e Equador.

Na Copa América do Brasil-2019, o Peru terminou como vice-campeão após ser derrotado na final por 3 a 1 pela seleção anfitriã.

A Copa América-2021 organizada por Argentina e Colômbia será disputada entre 13 de junho e 10 de julho.

Lista preliminar de 50 jogadores convocados para a seleção do Peru:

Goleiros: Carlos Cáceda (Melgar), José Carvallo (Universitario), Pedro Gallese (Orlando City, EUA), Renato Solís (Cristal)

Defensores: Luis Abram (Vélez Sarfield, Argentina), Luis Advíncula (Rayo Vallecano, Espanha), Kluiverth Aguilar (Alianza Lima), Miguel Araujo (FC Emmen – Holanda), Alexander Callens (New York City, EUA), Aldo Corzo (Universitario), Josué Estrada (UTC), Renzo Garcés (César Vallejo), Marcos López (San José Earthquakes, EUA), Jhilmar Lora (Cristal), Nilson Loyola (Cristal), Christian Ramos (César Vallejo), Paolo Reyna (Sport Boys), Jean-Pierre Rhyner(FC Emmen, Holanda), Arón Sánchez (Cantolao), Anderson Santamaría (Atlas, México), Miguel Trauco (Saint Étienne, França), Carlos Zambrano (Boca Juniors, Argentina)

Meio-campistas: Wilder Cartagena (Godoy Cruz, Argentina), Pedro Aquino (América, México), Alexis Arias (Melgar), Cristian Benavente (Sporting Charleroi, Bélgica), Horario Calcaterra (Cristal), André Carrillo (Al Hilal, Arábia Saudita), Gabriel Costa (Colo Colo, Chile), Christian Cueva (Al-Fateh, Arábia Saudita), David Dioses (Mannucci), Edison Flores (DC United, EUA), Raziel García (Cienciano), Christofer Gonzales (Cristal), Sergio Peña (FC Emmen, Holanda), Erinson Ramírez (Municipal), Joel Sánchez (Melgar), Renato Tapia(Celta de Vigo, España), Gerald Távara, Cristal), Yoshimar Yotun (Cruz Azul, México), Christian Cueva (Al-Fateh, Arábia Saudita), Luis Iberico Robalino (Melgar), Christopher Olivares (Cristal)

Atacantes: Jefferson Farfán (Alianza Lima), Paolo Guerrero (Internacional, Brasil), Gianluca Lapadula (Benevento, Itália), Santiago Ormeño (Puebla, México), Aldair Rodríguez (América de Cali, Colômbia), Raúl Ruidíaz (Seattle Sounders, EUA), Alex Valera (Universitario)



Na última terça-feira, a Conmebol divulgou a lista de árbitros e auxiliares escolhidos para a Copa América de 2021. Ao todo, o Brasil terá sete representantes na arbitragem.

Raphael Claus (FIFA-SP) e Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO) serão os dois brasileiros entre os 14 árbitros principais da competição. Já Danilo Manis (Fifa-SP) e Bruno Pires (FIFA-GO) estão entre os auxiliares.

A Conmebol também selecionou Rafael Traci (Fifa-SC) e Wagner Reway (PB) como árbitros de vídeos. Por fim, Rafael Alves (Fifa-RS) completa a arbitragem brasileira como assistente reserva.

A Copa América de 2021, que será realizada na Argentina e na Colômbia, também terá, pela primeira vez na história, a presença de árbitros europeus. Encabeçada pelo árbitro Jesus Gil Manzano, uma equipe com cinco profissionais espanhóis participará do torneio da Conmebol.



A Conmebol anunciou nesta quinta-feira que a chegada do lote de 50 mil doses de vacina contra a covid-19 está prevista para a próxima quarta-feira, dia 28 de abril, no Uruguai. O imunizante foi doado à entidade pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech.

Em nota oficial, a Conmebol afirmou que os responsáveis pela direção jurídica e médica de cada associação nacional já se reuniram virtualmente com a entidade para finalizar os detalhes legais, organizacionais e logísticos da vacinação para o futebol sul-americano.

A prioridade da Conmebol é vacinar as equipes que disputarão a Copa América deste ano, que será realizada na Argentina e na Colômbia, e as que participam de torneios internacionais da entidade, como a Libertadores e a Copa Sul-Americana. Depois, as doses serão distribuídas entre os times masculinos e femininos da primeira divisão de cada país.

As comissões técnicas também serão imunizadas, assim como árbitros e funcionários envolvidos na organização dos jogos. A Conmebol também fez questão de salientar que a vacina não será obrigatória, e o jogador que optar por não ser vacinado não será penalizado ou excluído das competições.

A Conmebol ainda garantiu que o lote de vacinas doadas pela Sinovac Biotech ao futebol sul-americano foi especialmente fabricado para este fim.



A Copa América, o torneio de seleções de futebol mais antigo do mundo, contará com a presença de árbitros europeus pela primeira vez em sua história como parte de um acordo de troca com a Uefa e que levará uma lista sul-americana para a Euro-2020, anunciou nesta quarta-feira a Conmebol.

O árbitro central espanhol Jesús Gil Manzano encabeça a lista que é completada pelos seus compatriotas Diego Barbero Sevilla e Ángel Nevado Rodríguez, como assistentes de campo. Os três fazem parte de um elenco de 14 árbitros principais e 22 assistentes que estarão na Copa América-2021 organizada por Argentina e Colômbia e que será disputada entre 13 de junho e 10 de julho.

Por outro lado, o árbitro argentino Fernando Rapallini e seus assistentes Juan Pablo Bellatti e Diego Bonfa farão parte da equipe de juízes que apitará na Eurocopa, marcada para ocorrer de 11 de junho a 11 de julho.

A cooperação América do Sul-Europa se dá no marco de uma aliança estratégica “com o objetivo de enriquecer e otimizar a arbitragem nas duas confederações”, disse a Conmebol em um comunicado.

“A troca de árbitros com a Conmebol para os nossos dois torneios emblemáticos irá enriquecer as duas competições e melhorar a experiência dos melhores árbitros”, disse o presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, sobre o acordo.

O dirigente falou sobre a tradição e a qualidade futebolística, inclusive no âmbito da arbitragem, dos torneios organizados pelas duas confederações. “Este intercâmbio é uma parte definidora do nosso programa de cooperação, que nos ajudará a melhorar as nossas competências”, destacou.

“Estamos convencidos de que a cooperação com a Uefa no domínio da arbitragem irá beneficiar muito as duas confederações”, afirmou por sua vez o chefe da Conmebol, Alejandro Domínguez.

“Este é apenas o começo. Vamos continuar a trabalhar para ampliar e estreitar os acordos de colaboração com os nossos amigos da Uefa”, afirmou o treinador.

A colaboração entre as duas organizações em questões de arbitragem faz parte do memorando de entendimento assinado em fevereiro de 2020.

O documento também propõe o trabalho conjunto em outras áreas importantes, como o desenvolvimento do futebol feminino e nas categorias juvenil e de treinamento, assim como a segurança e a promoção dos princípios éticos e da boa governança no futebol.



Após reunião virtual, nesta sexta-feira, o Conselho da Conmebol aprovou um aumento de US$ 2,5 milhões (R$ 14 milhões) na premiação do vencedor da Copa América 2021 em relação à sua última edição.

Com isso, o campeão do torneio passará a receber US$ 10 milhões (cerca de R$ 56,2 milhões) pela conquista do título, além dos US$ 4 milhões que cada seleção recebe na preparação e logística.

A Copa América de 2021 será disputada na Argentina e na Colômbia. A previsão é de que a competição se inicie em 13 de junho, em Buenos Aires.

 



A Copa América 2020 (a ser disputada neste ano de 2021) não terá a participação das seleções convidadas do Catar e da Austrália, anunciou nesta terça-feira Gonzalo Belloso, secretário-geral adjunto da Conmebol.

“A Copa América está totalmente confirmada. Mas Catar e Austrália, que pediram para fazer parte, não poderão vir. A Confederação Asiática programou as eliminatórias para o Mundial (de 2022 no Catar) para a mesma data da Copa América”, disse Belloso em entrevista à rádio La Red de Buenos Aires.

O calendário de partidas não sofrerá alterações e “nos dias dos jogos dos convidados, as equipes (que eram adversárias) estarão livres. A Copa terá todo o seu esplendor”, afirmou o dirigente da entidade que comanda o futebol na América do Sul.

O torneio continental de seleções, que será sediado pela primeira vez por dois países, Colômbia e Argentina, estava previsto para 2020, mas foi transferido para o ano seguinte devido à pandemia.

O evento será realizado de 11 de junho, com a partida de abertura no Estádio Monumental de Buenos Aires, a 10 de julho, com a final no estádio metropolitano Roberto Meléndez, na cidade colombiana de Barranquilla.