COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA
Condições dos trabalhadores imigrantes no Catar preocupam Anistia Internacional (Foto: AFP)

As condições trabalhistas no Catar continuam a preocupar os órgãos que fiscalizam os direitos humanos pelo mundo. Após a Anistia Internacional (AI) revelar, nesta terça-feira, que o Catar poderia não cumprir suas promessas de melhorar a situação de milhares de trabalhadores imigrantes do país, o Catar afirmou que irá completar a reforma de sua legislação trabalhista antes da disputa da Copa do Mundo de 2022

A entidade divulgou um relatório dizendo que, apesar das “incipientes reformas”, as condições de vida e de trabalho dos funcionários imigrantes no Catar “seguem sendo difíceis”. O governo catariano respondeu os apontamentos da AI por meio de um comunicado oficial.

“O Catar entende que as mudanças são necessárias e segue decidido a aplicá-las o mais rapidamente possível, velando ao mesmo tempo para que sejam eficientes e adaptadas às condições de nosso mercado de trabalho”, pronunciou-se o governo.

“Uma mudança eficiente e duradoura leva tempo e é a isso que nos comprometemos”, completaram as autoridades do país.

Dentre algumas exigências feitas pela Anistia Internacional ao Catar, estão o aumento do salário mínimo dos trabalhadores imigrantes, o fim das práticas de algumas empresas de confiscar os passaportes de seus funcionários e o encerramento do sistema de apadrinhamento, que deixa os estrangeiros à mercê de seus empregadores.



infantino espera possibilidade para 2022int(Foto: Marco ALPOZZI/AFP)

A ideia de aumentar o número de participantes da Copa do Mundo parece estar mais próxima do que se imagina. O presidente da Fifa, Gianni Infantino revelou durante a 13ª edição da Conferencia Internacional sobre Esporte, que acontece em Dubai, que o objetivo da entidade é aplicar a mudança já em 2022.

Em meio às polêmicas dessa mudança, inicialmente a adição de mais vagas seriam para o Mundial de 2026. mas o próprio presidente disse que se for possível, Catar já receberá o novo formato. “Se você acha que é uma coisa boa ter 48 times na Copa do Mundo, por que não tentar quatro anos antes? É por isso que estamos analisando se é possível ter 48 times já em 2022”, disse Infantino nesta quarta-feira.

No entanto, a mudança depende da possibilidade de países vizinhos de Catar receberem alguns jogos do Mundial. Isso porque o país-sede não conseguiria comportar o grande número de partidas.

Caso seja aprovada, a mudança já colocará a disposição 48 vagas para 2022. A divisão das vagas ficaria a seguinte: 16 vagas para a Europa (13 atualmente); 9,5 para a África (5); 8.5 para a Ásia (4,5), 6,5 para a América do Sul (4,5);6,5 para a América do Norte, e 6;5 para a Central e Caribe (3.5). Apenas a Oceania não teria o aumento de vagas, e continuaria a depender da repescagem.



Alejandro Dominguez quer uma solução para a falta de competitividade na América do Sul (Foto: Conmebol)

O presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, propôs à Fifa que a Copa do Mundo de futebol passe a ser disputada a cada dois anos. O cartola defende que a mudança de ciclo dos Mundiais seria positiva tanto no âmbito econômico como no âmbito esportivo, uma vez que as empresas teriam oportunidade de expor suas marcas no evento esportivo de maior audiência do planeta de forma mais frequente, enquanto os atletas teriam mais chances de escreverem seus nomes na história do esporte.

Antes, já havia se iniciado uma discussão sobre a possibilidade de as seleções sul-americanas passarem a disputar a Liga das Nações da Uefa, novo torneio criado pela entidade que regula o futebol europeu para substituir amistosos, em que não há qualquer objetivo em disputa e acaba limitando a competitividade.

“Eu sempre digo que temos que trabalhar juntos e nunca dizer ‘não’, mas sempre dizer ‘por que não?’. Dito isso, sempre iremos apoiar uma ideia como essa ou uma proposta como a que fizemos à Fifa, de organizar uma Copa do Mundo a cada dois anos, não mais a cada quatro anos”, disse o presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, ao jornal The Independent, da Inglaterra.

“Ao invés de ter a Liga das Nações entre os ciclos de Mundiais, podemos apenas seguir em frente e fazer uma Copa do Mundo que seja para todos, para os jogadores, porque eles poderiam jogar quatro Copas do Mundo se mudássemos para um ciclo de dois anos. Se mantivermos esse formato, muitos jogadores não poderão disputar mais que duas Copas”, completou o cartola.

A criação da Liga das Nações se tornou uma grande dor de cabeça para a entidade que regula o futebol sul-americano, já que com o calendário ainda mais apertado por conta do novo torneio, países da América do Sul dificilmente conseguem enfrentar as principais potências europeias. O problema, a longo prazo, pode se tornar algo ainda maior, uma vez que com a competitividade mais alta no Velho Continente por conta da ausência de amistosos internacionais, seleções como França, Alemanha, Espanha, Holanda, Itália e Inglaterra podem chegar mais preparadas para as Copas do Mundo.

“Nós vemos uma oportunidade aí e há uma proposta para que a Fifa decida se haverá uma Liga das Nações global ou Copa do Mundo a cada dois anos. Diria que há muitas soluções, podemos nos mover para a Europa, África, Ásia, América do Norte, América do Sul sem uma longa demora. Em termos econômicos, diria que a Fifa pode fazer dinheiro para distribuir ainda mais dinheiro”, concluiu Dominguez.



A Fifa fez questão de utilizar suas redes sociais para exaltar que a Copa do Mundo do Catar começa em exatamente quatro anos. O início da competição foi marcado para 21 de novembro de 2022 em função das condições climáticas – a ideia é evitar as altas temperaturas no país em junho e julho, meses em que o torneio tradicionalmente é realizado.

“A Copa do Mundo da Fifa 2022 terá o seu pontapé inicial em exatos 4 anos. Já estamos contando os dias”, descreveu a entidade máxima do futebol.

No meio do ano, as temperaturas no Catar podem chegar próximas a 50 graus. Com o início em novembro, a final da competição está marcada para 18 de dezembro, curiosamente uma semana antes do Natal.

 

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The 2022 FIFA #WorldCup Qatar kicks off in exactly four years time! We’re counting down the days already 😬

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Pedro Sánchez (esq.) e Saadeddine (dir.) se reuniram nesta segunda (Foto: FADEL SENNA / AFP)

Nesta segunda-feira, Pedro Sánchez, presidente da Espanha, propôs que seja firmado um acordo para o país, junto de Marrocos e Portugal, apresentar uma candidatura visando sediar a Copa do Mundo de 2030, que, até o momento, tem Argentina, Paraguai e Uruguai como única iniciativa oficializada.

O mandatário máximo espanhol mostrou a ideia em uma reunião que teve com Saadeddine Othmani, primeiro-ministro do Marrocos, realizada em Rabat, capital do país africano. Na viagem, Pedro Sánchez ainda se encontrará com o rei local Mohammed VI.

O presidente espanhol não citou a proposta em entrevista coletiva após a reunião, mas, de acordo com o El País, jornal que acompanha a visita de Sánchez, fontes ligadas ao chefe de Estado confirmaram que o projeto foi colocado em discussão.

O Marrocos, contudo, já havia se apresentado como possível candidato e, inclusive, teve o apoio da Federação de Futebol do Norte Africano, para formar uma iniciativa com Argélia e Tunísia.



2018 se aproxima do fim, mas para os croatas esse ano será eterno para o futebol do país, com a conquista do vice-campeonato Mundial na Rússia. Para Ivan Rakitic não é diferente. O camisa 7 da seleção revelou em uma entrevista para o jornal inglês The Guardian que fez uma promessa para a esposa, Raquel, que só voltaria para casa dia 15 de julho e com festa, e cumpriu.

Rakitic era o último batedor de pênalti da Croácia (Foto: Odd ANDERSEN / AFP)

O jogador marcou os pênaltis decisivos para os avanços diante da Dinamarca e da Rússia e contou que apesar de não transparecer, na verdade o sentimento era de muito nervosismo. “Se eu lhe dissesse que estava tão calmo quanto estaria sofrendo qualquer penalidade, estaria mentindo. Mas pensava, que somos um país pequeno, mas há croatas na Austrália, América do Sul, África, no outro lado do mundo, e você pensa: ‘Eu posso fazer história com meus irmãos’. Mas, na maioria das vezes, você pensa em “nada”: conversas com minha esposa, FaceTime com minhas filhas, coisas cotidianas”.

Na semifinal, contra a Inglaterra embalada pela torcida e a artilharia de Harry Kane, o time croata saiu atrás na prorrogação e, ainda assim, conseguiu reverter o placar para carimbar o passaporte para a final da Copa. Ao som de “Football’s coming home”, música que fala que o futebol (título mundial) está voltando para casa (Inglaterra), os ingleses pareciam ter certeza do sucesso de sua seleção, e Rakitic falou sobre o pensamento da equipe quanto a esse sentimento.

“Bem, todos nós vimos o ‘Football’s Coming Home’. Não fiquei ofendido. É algo positivo que você criou em torno da equipe que não foi feito para ofender, embora tenhamos pensado: ‘Sim, mas você ainda tem que jogar conosco’. Eu entendo que um país – o país do futebol – tinha esse desejo, e a Inglaterra chegou perto. Foi um bom marketing, e tentamos algo parecido com nossa hashtag #family, mas pensamos: “Agora, mais do que nunca, queremos que esteja voltando para nossa casa”, disse o meia do Barcelona,

Quando perguntado sobre o que sentiu na hora do hino croata antes da grande final contra a França, Rakitik disse: “Você sente um orgulho tão forte que se o Super-Homem voasse para baixo, ele não poderia arrastá-lo para longe; ele não poderia lhe mover, tão poderoso é o desejo, a vontade. É incrível. Você experimenta emoções que nunca esquecerá. É único. Eu tenho a sorte de ter ganho a Liga dos Campeões, mas, com todo respeito, até mesmo isso não chega perto. Você pensa: ‘Ok, pare tudo, vamos jogar”.

Sobre o jogo, onde a Croácia surpreendeu, mas ainda assim levou quatro gols, com um sendo de pênalti descutível, que até hoje assombra Rakitic. “Não fale comigo sobre o VAR; Eu sonhei com isso por mil noites ”, disse o meia, que ainda completou falando sobre como a Croácia foi superior na final. “Esse foi talvez o nosso melhor jogo. Durante uma hora fomos melhores que eles, muito superiores. Você pode vê nos rostos de seus oponentes algumas vezes e podemos ver que a França não sabia como nos impedir, como nos controlar, como sair, atacar. Eles estavam desconfortáveis. Mas, por tudo isso, o deus do futebol, naquele momento. Naquela final, o deus do futebol era francês. O primeiro gol vem de uma falta que não existiu e o VAR poderia ter intervindo porque Pogba estava impedido. E depois o VAR não acertou na penalidade, mas se ele não tivesse dado, não haveria muitas reclamações. Se houver uma penalidade, eu vejo uma vez e eu sei; Eu não preciso ver 10 vezes. Qualquer coisa que melhore o futebol é bem-vinda, mas com o jogo VAR parado, o futebol perde algo . Você marca e não pode comemorar, você espera para ver se o dedo do árbitro está em seu ouvido ou ele está”



Depois de ser condecorado com uma medalha pela presidente da Croácia, Kolinda Grabar-Kitarovic, na última terça-feira, junto com todo o elenco vice-campeão do mundo, Luka Modric foi às redes sociais para agradecer a homenagem. Por meio de sua conta oficial no Instagram, o camisa 10 e capitão croata exaltou mais uma conquista para o grupo e a honra da condecoração.

“Foi uma grande honra receber a medalha ‘Ordem de Duque Branimir’ da presidente da Croácia, Kolinda Grabar-Kitarovic, referente aos nossos objetivos conquistados durante a Copa do Mundo da Rússia 2018. Muito obrigado”, escreveu Modric.

Veja também: Presidente da Croácia condecora elenco vice-campeão do mundo

Na última teça-feira, em meio a preparação para os compromissos contra Inglaterra e Espanha pela Liga das Nações, toda a delegação presente na competição em solo russo foi condecorada no Palácio Presidencial. Jogadores, o técnico Zlatko Dalic e o presidente da federação de futebol local foram todos homenageados pela chefe de estado, tema de uma reportagem produzida pela Gazeta Esportiva em setembro.

Enquanto Dalic e o presidente da Federação Croata, Davon Suker, foram condecorados com a Ordem do Duque Trpimir, quinta mais importante medalha dada a pessoas que contribuíram com a independência, integridade e reputação internacional da República da Croácia, da construção da Croácia e do desenvolvimento das relações entre a Croácia e outros países, os jogadores foram homenageados com a Ordem do Duque Branimir, a sexta mais importante medalha concedida pelo país.

Dentro das quatro linhas, a Croácia precisa desempenhar um nível de futebol semelhante ao que levou Modric e os demais atletas ao vice-campeonato. Isso porque os comandados de Zlatko Dalic possuem apenas um ponto conquistado na Liga das Nações e apenas duas vitórias contra Espanha e Inglaterra classificam a seleção para a fase de playoffs.



A presidente da Croácia, Kolinda Grabar-Kitarovic, condecorou nesta terça-feira, no Palácio Presidencial, o elenco que se sagrou vice-campeão do mundo neste ano, na Rússia. Antes da seleção croata encarar a Inglaterra e a Espanha pela Liga das Nações, os jogadores, técnico e presidente da federação de futebol do país foram homenageados pela chefe de Estado.

Famosa por conta de sua torcida fervorosa pela seleção croata e também pelas quebras de protocolo exercidas durante a Copa do Mundo, Kolinda Grabar-Kitarovic foi tema de uma reportagem especial produzida pela Gazeta Esportiva no mês de setembro, quando ela recebeu nossa equipe de reportagem para uma entrevista.

O técnico da seleção croata, Zlatko Dalic, e o presidente da Federação Croata de Futebol, Davor Suker, foram condecorados com a Ordem do Duque Trpimir, quinta mais importante medalha dada a pessoas que contribuíram com a independência, integridade e reputação internacional da República da Croácia, da construção da Croácia e do desenvolvimento das relações entre a Croácia e outros países.

“Somos todos seus fãs e vocês conquistaram os corações de todo o mundo, se estabelecendo entre os melhores jogadores de futebol. Muito obrigado pelas conquistas históricas, mas, acima de tudo, por terem devolvido o sorriso à Croácia. Vocês não desistiram nem um minuto e confirmaram que a Croácia é uma força do futebol mundial”, disse a presidente da Croácia, Kolinda Grabar-Kitarovic, na cerimônia que contou também com a presença de crianças de orfanatos croatas.

Já os jogadores que participaram da melhor campanha da seleção croata em Copas do Mundo de todos os tempos foram condecorados com a Ordem do Duque Branimir, a sexta mais importante medalha concedida pelo país.

“Obrigado por terem demonstrado suas qualidades pessoais e profissionais como modelo e inspiração para as nossas crianças e jovens. Queremos que todos tenham as mesmas oportunidades para serem bem-sucedidos. Que essa conquista se traduza em desenvolvimento, deixe nossa amada Croácia viver, cujo nome glorioso foi mostrado para o mundo inteiro”, concluiu a presidente croata.



Nesta quarta-feira, o presidente da Fifa, Gianni Infantino concedeu entrevista coletiva na qual tratou de alguns assuntos importantes. Entre eles, a ampliação no número de seleções participantes na Copa do Mundo, passando de 32 para 48. De acordo com o mandatário, a chance de isso acontecer já no Catar em 2022 são poucas.

“Não mudei de opinião. Acho que aumentar para 48 o número de equipes na Copa do Mundo é algo bom para o futebol. Por isso fizemos para o Mundial de 2026. Se podemos fazê-lo já para 2022? É um desafio difícil. Quais são as chances? Certamente pequenas, mas que mal existe em falar sobre isso? Devemos tomar uma decisão em março”, explicou.

Gianni Infantino quer se reeleger presidente da Fifa (Foto: Mohd Rasfan/AFP)

Além disso, Infantino também falou sobre acusações feitas pelo Football Leaks (uma série de documentos publicados por um grupo de jornalistas e veículos de comunicação) em relação a seu papel tanto na Fifa quanto na Uefa. Ele voltou a se defender, repetindo que não fez “nada de ilegal ou contrário” ao código de ética das entidades.

Segundo as informações, a Uefa e seus dois mandatários na época, Platini e Infantino, teriam “com conhecimento de causa ajudado os clubes PSG e Manchester City a esconder suas próprias irregularidades por motivos políticos”.

“O fato de se ter um filho de imigrantes italianos na presidência da Fifa parece não agradar a todo mundo. O regulamento do fair-play financeiro prevê a possibilidade de negociações e de acordos com os clubes. E quem está encarregado de negociar e conversar? A administração”, isto é, o próprio Infantino, que chamou as acusações de “inexatas”.

Estas revelações vem à tona oito meses antes da eleição para presidente da Fifa, quando Infantino tentará a reeleição. Ele se disse confiante, mas não obcecado. “Eu estou muito satisfeito com o que conseguimos fazer. Eu quero ser reeleito se as pessoas acharem que fiz um bom trabalho, não porque eu fechei acordos com esse ou com aquele”, concluiu.



Segundo divulgado pelos ministros da Grécia e Bulgária, os dois países mais Romênia e Sérvia debatem candidatura conjunta para Copa do Mundo de 2030 (Foto: François-Xavier Marit/AFP)

Mal a Copa do Mundo da Rússia acabou e países já discutem as candidaturas das próximas sedes, lembrando que a de 2022 será no Catar e a seguinte, em 2026, será em três países da América do Norte (Estados Unidos, Canadá e México). Segundo informações divulgadas pela AFP nesta sexta-feira, Grécia, Bulgária, Romênia e Sérvia debatem a possibilidade de apresentarem uma candidatura conjunta para organizar a Copa do Mundo de 2030.

O primeiro ministro da Bulgária, Boïko Borissov, falou com a imprensa. “Falamos da ideia de Alexis Tsipras (ministro da Grécia), dos quatro países apresentarem uma candidatura para a Copa do Mundo de futebol de 2030, assim como outros eventos esportivos”, declarou.

O primeiro ministro búlgaro falou após um encontro regional em Varna, ao lado de seus homólogos na Grécia e Romênia e do presidente sérvio. Tsipras explicou que o projeto enviaria “uma mensagem estratégica; conversar entre nossos quatro países de uma candidatura comum para um grande evento esportivo nos próximos dez anos para que os Balcãs deixem de ser considerados uma região de tensão, mas sim de cooperação e amizade”.

Reino Unido e Irlanda também pretendem apresentar uma candidatura conjunta. Já Argentina, Paraguai e Uruguai anunciaram em abril que tentarão sediar a edição da competição juntos.