Futebol/Copa Libertadores Feminina

Ferroviária vence Colo-Colo por 3 a 1 e conquista Libertadores Feminina

São Paulo , SP
08/11/2015 18:36:51 — 08/11/2015 18:49:09

Em: Futebol, Futebol Feminino, Libertadores
Guerreiras Grenás fecharam campanha invicta com título que coroa sequência vitoriosa (Foto: Divulgação/Conmebol)
Guerreiras Grenás fecharam campanha invicta com título que coroa sequência vitoriosa (Foto: Divulgação/Conmebol)

O domingo é histórico para a Ferroviária de Araraquara, que neste domingo venceu o Colo-Colo por 3 a 1 na final da Copa Libertadores da América feminina e conquistou título inédito. No Estádio Atanasio Girardot, na cidade colombiana de Medellín, Tábatha Santos (2) e Ana Barrinha foram às redes, enquanto Villamayor descontou para as chilenas.

O título garante a presença da Ferroviária na Copa Libertadores de 2016. A primeira participação da equipe grená foi nesta edição, carimbada com a taça inédita. A conquista internacional coroa uma série vitoriosa que começou no Campeonato Paulista de 2013 e passou pela Copa do Brasil de 2014.

A vitória na final fecha campanha invicta de cinco partidas. As Guerreiras Grenás haviam classificado no grupo B com duas vitórias (sobre Espuce-EQU e Colón-URU) e um empate (com a Urquiza-ARG). Na semifinal eliminaram o São José por 1 a 0, garantindo lugar na decisão que venceram neste domingo.

O jogo – O nome da decisão foi Tábatha, a responsável por abrir vantagem para a equipe de Araraquara. Aos 18 minutos, Adriane Nenê fez grande jogada pela direita e cruzou na medida para Tábatha completar de peixinho. Pouco depois a mesma estratégia voltou a dar resultado, ampliando o placar como se fosse replay do primeiro gol.

O Colo-Colo vislumbrou melhora na partida, mas logo tomou outro golpe aos 43. Ana Maria Barrinha apareceu às costas da zaga chilena para driblar a goleira rival e abrir três gols de frente na final. O Colo-Colo chegou a diminuir nos acréscimos do primeiro tempo, quando Gloria Villamayor converteu pênalti, mas foi pouco para colocar em jogo a superioridade grená.