COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA
(AFP)

Estreia de Copa do Mundo, um golaço de fora da área e o prêmio de melhor jogador da partida. A noite de Philippe Coutinho tinha tudo para ser perfeita na Arena Rostov, em Rostov do Don, não fosse o polêmico gol do suíço Zuber. O empate da Seleção Brasileira em seu primeiro desafio da Rússia em busca do hexa culminou com uma saída de campo cabisbaixa do camisa 11.

“Importante a seleção ganhar, jogar bem, esse é meu principal pensamento. A equipe está com a mentalidade forte, esse é o pensamento”, avisou o craque do Barcelona, em entrevista ao Sportv, assim que fora convidado a falar de seu tento no primeiro tempo.

Apesar o gosto amargo, não se pode deixar passar batido o golaço marcado por Coutinho. O Brasil vivia seu melhor momento, pressionava e buscava os espaços. O meia-atacante de Tite resolveu abrir a jogada em Marcelo e esperar na entrada da área.

O instinto de posicionamento lhe deu a bola de presente na sobra da zaga suíça. De frente para o gol, mais para a esquerdo, com a marcação longe, foi só engatilhar o pé destro e mandar aquela chapa de curva, na gaveta de Sommer.

Foi a única finalização certa de Philippe Coutinho no jogo. Fatal. Em outras três tentativas, o brasileiro errou o alvo. Uma delas em oportunidade clara, dentro da área, no segundo tempo, depois de se livrar da marcação com a matada no peito.

A etapa final de Coutinho, aliás, foi bem diferente dos primeiros 45 minutos. Como a maioria de seus companheiros, o jogador caiu de rendimento. Mesmo assim, errou apenas cinco dos 73 passes que distribuiu em campo.

“Copa do Mundo, sabíamos que os jogos seriam difíceis, hoje jogamos contra uma grande seleção, infelizmente não saímos com o resultado que queríamos. Temos mais dois jogos, vamos focar. Infelizmente tivemos esse gol (da Suíça), que no meu modo de ver foi falta, mas agora é pensar no próximo jogo”, analisou “o cara do jogo” para a Fifa.

 



César Ramos mudou o jogo entre Brasil e Suíça. O árbitro mexicano teve atuação polêmica na estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Rússia e, de acordo com o atacante Willian, foi responsável direito pelo empate por 1 a 1 na Arena Rostov.

“Acho que sim”, respondeu o brasileiro ao ser questionado pelo Sportv se o juiz havia mudado o resultado do duelo. “Foi o único gol que eles fizeram e, ao meu ver, foi falta. Não importa a força do empurrão, foi suficiente para impedir o Miranda de subir, não sei se o juiz viu ou não quis ver”.

O gol de empate da Suíça, anotado por Zuber aos quatro minutos do segundo tempo, em lance que os canarinhos pediram a intervenção do árbitro de vídeo por conta de um empurrão do suíço em Miranda não foi o único lance que causou revolta nos comandados de Tite.

Com 27 minutos da etapa final, Gabriel Jesus dominou na área, girou sobre Akanji e caiu no gramado reclamando de te sido agarrado. O árbitro mexicano César Ramos mandou o jogo seguir e voltou a abrir mão do recurso de vídeo, revoltando a equipe nacional.

“Eu estava perto do lance, ele girou e quando foi chutar, não sei se o adversário empurrou ou puxou, e o Gabriel caiu. Estava perto, mas é um lance difícil. Perguntei para ele, e ele disse que foi pênalti”, completou Willian.

Por outro lado, a arbitragem não servirá de desculpa para o Maior Campeão do Mundo. Capitão na estreia, o lateral Marcelo também viu falta sobre Miranda, mas preferiu não se estender na discussão e focar na melhora da Seleção para o duelo de sexta-feira contra a Costa Rica em São Petersburgo.

“Não vou ficar falando sobre a jogada do Miranda. O juiz falou que estavam checando lá, mas apareceu no telão o empurrão, e ele não quis olhar para o telão. Treinamos muito bola parada, tanto que precisaram empurrar o Miranda apara fazer o gol. Acontece, se estão checando ele deveria ter visto, mas não é desculpa, vamos analisar o que podemos melhorar”, argumentou ao Fox Sports.



Enquanto os mexicanos comemoram, os alemães se cobram para melhorar desempenho (Foto: Mladen Antonov/AFP)

A Alemanha não começou a Copa do Mundo com o pé direito. Atual campeã mundial, a derrota para o México por 1 a 0 e a atuação muito abaixo do esperado fizeram com que alguns jogadores se manifestassem em suas redes sociais horas depois do jogo.

O goleiro Manuel Neuer, que reconquistou a titularidade um pouco antes do Mundial, colocou em seu Instagram: “Estamos muito decepcionados com o nosso pontapé inicial, ainda assim acredito”. Matts Hummels, companheiro da defesa que atua como zagueiro, também lamentou a derrota. “Vamos encarar os fatos: isso não foi, de longe, o suficiente. Temos que melhorar muito se quisermos sobreviver à fase de grupos”.

Além deles, Jerome Boateng também reiterou a má atuação de toda a equipe alemã comandada por Joachim Löw. “Honestamente, o pior começo possível do torneio. Mas nós vamos lutar!”.

Do outro lado, o México surpreendeu e comemorou muito. Javier “Chicharito” Hernandez também se expressou por meio de suas redes sociais. “Isto é para todos, se joga ou não! Grande triunfo, grande esforço! No entanto, é apenas um passo e, com muita equanimidade, vamos desfrutá-lo, para a partir dos próximos dias focarmos no próximo rival!”.

A Alemanha tem pela frente, no próximo dia 23, sábado, a Suécia, enquanto o México medirá forças com a Coreia do Sul. O Grupo F tem os mexicanos como líderes até o momento.



Neste domingo, o Brasil fez a tão esperada estreia na Copa do Mundo, da Rússia. Entretanto, o resultado não foi dos melhores. A equipe comandada por Tite ficou apenas no empate contra a Suíça por 1 a 1, na Arena Rostov.

Mesmo, com maior posse de bola, especialmente depois do tento dos suíços, o time mostrou que precisará de mais inspiração e jogo coletivo para furar bons bloqueios defensivos, pois fora o jogo aéreo e individualidade, a equipe não conseguiu criar boas chances trabalhadas.

Foram ao todo, 20 finalizações, mas muitas delas travadas pela defesa adversária, e apenas quatro na meta do goleiro Sommer. A Suíça mostrou eficiência em sua proposta de jogo, seis chutes ao total, com duas no alvo, uma delas na rede. Além disso, quando conseguiam chegar, eram perigosos ao rondar a área brasileira.

Por fim, os suíços conseguiram complicar a vida dos brasileiros com marcação muito forte, especialmente em Neymar, e se impôs fisicamente para colocarem em prática sua estratégia.

Estatísticas do empate brasileiro contra a Suíça (Foto: Simon Malfatto, Sophie Ramis, Maria-Cecília Rezende/AFP)


A adoção do árbitro de vídeo na Copa da Rússia não é suficiente para acabar com as polêmicas em torno da arbitragem. Após o empate da Seleção contra a Suíça, registrado neste domingo, Miranda evitou reclamar do juiz mexicano César Ramos, mas imaginou um desfecho diferente para o lance que marcou o gol europeu em Rostov.

A Suíça empatou logo aos quatro minutos do segundo tempo. Em cobrança de escanteio vindo da direita, Zuber empurrou Miranda antes de cabecear livre diante de Alisson. Questionado sobre a jogada, o zagueiro da Inter de Milão manteve a serenidade característica.

“Naquela jogada, se eu tivesse me jogado, talvez poderia assinalar mais o empurrão. Mas tem o árbitro de vídeo. Eles viram e acharam que não foi para tanto. A vida segue. É pensar jogo a jogo, focar no próximo e fazer os três pontos. É apenas o começo e sabíamos que não seria fácil”, disse Miranda à TV Globo.

Aos 33 anos de idade, o zagueiro é um dos líderes e capitães da Seleção Brasileira. Ao invés de reclamar da arbitragem conduzida pelo mexicano César Ramos, Miranda reconheceu que o time comandado pelo técnico Tite cometeu equívocos que não costuma cometer.

“Tentamos impor nosso ritmo. Mas, infelizmente, erramos muitos passes e jogadas fáceis. O adversário cresceu um pouco porque tem qualidade. Em Copa do Mundo, não existe jogo fácil. Mas estamos centrados no nosso objetivo e, com certeza, vamos buscar os três pontos na próxima partida”, reiterou.

Miranda ainda negou que o resultado seja suficiente para desestabilizar o Brasil antes do jogo contra a Costa Rica, marcado para as 9 horas (de Brasília) de sexta-feira, em São Petersburgo. “Não abala. Sabemos que grandes seleções já iniciaram perdendo. Vamos fazer um grande jogo no próximo confronto e sair com a vitória” projetou.




Michele, irmã de Willian, foi uma das torcedoras mais tranquilas durante a partida (Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

O apartamento de Michele, irmã do atacante Willian, na Zona Leste de São Paulo, certamente foi um dos lugares mais animados da cidade neste domingo, durante a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Contando com mais de 30 pessoas em casa, ela e outros familiares assistiram à partida tão esperada com o coração na mão, mas bastante confiantes em um desfecho positivo na Arena Rostov, contra a Suíça, o que não aconteceu.

A cada toque de Willian na bola, gritos tomavam conta do ambiente. Nem mesmo o passado do jogador no Corinthians, clube pelo qual foi revelado, foi esquecido pelo pessoal, que de tempos em tempos entoava algum cântico da torcida do Timão durante a partida da Seleção Brasileira.

Surpreendentemente, apesar da tensão geral, Michele era uma das pessoas mais calmas em frente à televisão, na sala de seu apartamento. O comportamento refletiu a postura de seu irmão em campo, tido como um atleta de extrema frieza e capaz de lidar naturalmente com a grande pressão em seu entorno.

“Eu não envio mensagens para ele antes do jogo. Prefiro falar com ele depois, nós ficamos nervosos”, disse Michele ao revelar que não havia entrado em contato com Willian nos instantes que antecederam a estreia do Brasil na Copa do Mundo.

O clima ficou mais tranquilo após o gol de Philippe Coutinho, que abriu o placar para o Brasil em Rostov. No intervalo, pausa para o famigerado churrasco em família regado à cerveja e muito samba. A festa só foi interrompida quando o árbitro apitou o início do segundo tempo. Aos poucos, o contingente retornou ao sofá, com direito a lotação máxima.

O gol de Zuber logo no começo da etapa complementar interrompeu o ambiente extremamente alegre e otimista. Os gritos, porém, não cessaram, mas agora era diferente. A animação em ver Willian com a bola nos pés deu lugar à insatisfação pelo futebol abaixo da média demonstrado pela Seleção Brasileira.

De repente, a estreia do Brasil passou a ter contornos dramáticos. A confiança deu lugar ao medo e às críticas. Com o empate no placar, o sofá não estava mais tão cheio já na reta final da partida, e os familiares do atacante que acabou conquistando a titularidade de forma até mesmo tardia na Seleção se espalharam pela casa. Enfim, dava para escutar aquilo que vinha sendo falado na transmissão da TV.

A aflição foi crescendo ao passo que o Brasil não conseguia progredir muito por conta do individualismo de Neymar, principal responsável pela ira da torcida verde e amarela. Feitas as três substituições do técnico Tite, restou apelar para a oração, mas nem mesmo as entidades de outro plano foram capazes de evitar o amargo empate do Brasil em sua estreia na Copa do Mundo.

 

 




Bastante badalado sob o comando de Tite, o Brasil não passou de um empate por 1 a 1 com a Suíça em sua estreia na Copa do Mundo da Rússia, neste domingo, na Arena Rostov. O time nacional abriu o placar com um belo gol de Philippe Coutinho no primeiro tempo e reclamou da omissão do árbitro de vídeo no segundo – no gol Zuber, que empurrou Miranda antes de cabecear para a rede, e em um suposto pênalti sofrido por Gabriel Jesus.

Seja como for, o Brasil e a Suíça somaram 1 ponto no grupo E do Mundial e estão atrás da Sérvia, que, mais cedo, em Samara, estreou com vitória por 1 a 0 sobre a Costa Rica. Na sexta-feira, as quatro seleções voltarão a entrar em ação. Enquanto os brasileiros buscarão a reabilitação contra os costa-riquenhos em São Petersburgo, suíços e sérvios irão se enfrentar em Kaliningrado.

Golaço de Coutinho
Os semblantes sérios e tensos dos jogadores da Seleção Brasileira, entrando em campo por uma Copa do Mundo pela primeira vez após o vexame de quatro anos atrás, contrastava com a animação dos seus compatriotas nas arquibancadas da Arena Rostov. Entre o público, nem mesmo a interrupção prematura e já protocolar do Hino Nacional cessou a cantoria.

Quando a bola rolou, o Brasil ainda não tinha entrado no clima dos seus torcedores. Os olhos marejados de Tite observaram a Suíça, famosa por sua histórica proposta de jogo defensiva, passar mais tempo com a bola nos pés nos primeiros minutos de partida. Com direito a uma conclusão de Dzemaili, livre no meio da área, para fora.

Com o seu novo penteado – um topete loiro, caprichosamente penteado –, Neymar tentou se encarregar de começar a chamar a atenção não apenas pelo visual. O astro da Seleção Brasileira foi quem recuou para carregar a bola do campo defensivo para o ataque, por vezes até com individualismo, e recebeu um puxão de camisa e um sorriso irônico de Dzemaili como resposta.

O Brasil não se intimidou. Aos 10 minutos, o time de Tite criou a sua primeira grande oportunidade de gol. Neymar foi acionado por Coutinho do lado esquerdo da área e fez o cruzamento. Schar se atrapalhou com a bola, e Paulinho, que começava a aparecer bem ofensivamente, finalizou sem precisão. O goleiro Sommer defendeu com a ponta dos dedos, mas a arbitragem assinalou tiro de meta.

Aos 19 minutos, por mais que se esticasse, Sommer não alcançaria a bola. Philippe Coutinho dominou fora da área depois de a defesa suíça cortar um cruzamento de Marcelo e fez a sua jogada característica – carregou da ponta esquerda para dentro e bateu cruzado. Acertou o ângulo, marcando um golaço, o primeiro da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Rússia.

A vantagem no marcador empolgou os brasileiros na Arena Rostov. “O campeão voltou!” era o grito que ecoava no estádio, audível nas transmissões televisas mundo afora. Igualmente à vontade na partida, a Seleção Brasileira diminuiu o ritmo nos minutos finais do primeiro tempo, possibilitando que a Suíça ficasse mais tempo com a bola nos pés.

Cadê o árbitro de vídeo?
A acomodação, desta vez defensiva, custou caro no princípio do segundo tempo. Logo aos quatro minutos, a bola foi alçada na área brasileira em cobrança de escanteio, e Zuber subiu sozinho para empatar a partida. O suíço empurrou o estático Miranda antes de cabecear, e os comandados de Tite pediram a anulação por intermédio do árbitro de vídeo, que não entrou em ação.

Era apenas a sexta vez sob o comando de Tite que o Brasil precisava se recompor após sofrer um gol. O técnico tentou ajudar com a entrada de Fernandinho no lugar de Casemiro, que deixou o campo depois de tentar encurtar o caminho para o gol com um chute de longa distância, direto para fora. A intenção era melhorar a saída de jogo da Seleção, ineficiente na etapa complementar.

A ideia de Tite não surtiu muito efeito, e o técnico resolveu agir outra vez. De novo, mexeu no setor de contenção do meio-campo, trocando Paulinho por Renato Augusto. E, aos 24 minutos, chegou a esboçar a comemoração do segundo gol. Neymar lançou Philippe Coutinho, que matou no peito dentro da área e limpou a marcação, mas finalizou torto, para fora.

Aos 27 minutos, Renato Augusto criou a sua primeira situação de gol na partida. O representante do futebol chinês na Seleção Brasileira girou e enfiou a bola para Gabriel Jesus, que reclamou de ter sido agarrado por Akanji dentro da área. O árbitro mexicano César Ramos mandou o jogo seguir e voltou a abrir mão do recurso de vídeo, revoltando a equipe nacional.

Gabriel Jesus saiu do gramado em seguida, substituído por Roberto Firmino. Modificado, o Brasil passou a pressionar a Suíça à base do desespero nos minutos finais, já sem muita organização tática. Neymar, por exemplo, queria decidir o jogo sozinho. E não era capaz. Nos acréscimos, Fernandinho e Miranda ainda desperdiçaram boas oportunidades de gol em sobras de bola.

FICHA TÉCNICA
BRASIL 1 X 1 SUÍÇA

Local: Arena Rostov, em Rostov do Don (Rússia)
Data: 17 de junho de 2018, domingo
Horário: 15 horas (de Brasília)
Árbitro: César Ramos (México)
Assistentes: Marvin Torrentera e Miguel Hernández (ambos do México)
Público: 43.109 pessoas
Cartões amarelos: Casemiro (Brasil); Lichtsteiner, Schar e Behrami (Suíça)
Gols: BRASIL: Philippe Coutinho, aos 19 minutos do primeiro tempo; SUÍÇA: Zuber, aos 4 minutos do segundo tempo

BRASIL: Alisson; Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro (Fernandinho), Paulinho (Renato Augusto), Willian, Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus (Roberto Firmino)
Técnico: Tite

SUÍÇA: Sommer; Lichtsteiner (Lang), Schar, Akanji e Ricardo Rodríguez; Xhaka, Behrami (Zakaria), Shaqiri, Dzemaili e Zuber; Seferovic (Embolo)
Técnico: Vladimir Petkovic



A vitória mexicana sobre a Alemanha, alcançada na manhã deste domingo, foi comemorada intensamente no país norte-americano. O gol marcado pelo atacante Hirving Lozano no Estádio Luzhniki, por exemplo, causou um sismo na Cidade do México, capital e localidade mais populosa.

Aos 34 minutos do primeiro tempo, após receber de Chicharito, Lozano cortou a marcação de Ozil e fuzilou o goleiro Neuer. Na Cidade do México, uma rede de monitoramento e investigação geológica detectou o sismo, “possivelmente por saltos massivos durante o gol da seleção.”

Pela segunda rodada da Copa do Mundo da Rússia, o animado México volta a campo para enfrentar a Coreia do Sul às 12 horas (de Brasília) deste sábado, em Rostov. Os dois classificados do Grupo F, completado pela Suécia, cruzam nas oitavas de final com os integrantes da chave do Brasil.