COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA
Zabivaka é um lobo siberiano (Foto: Divulgação)
Zabivaka é um lobo siberiano (Foto: Divulgação)

A Copa do Mundo de 2018, na Rússia, já tem seu mascote definido. Trata-se do lobo siberiano Zabivaka, que foi eleito em votação aberta, que teve mais de um milhão de participações.

O vencedor duelava com um tigre e com um gato. Zabivaka recebeu 53% dos votos para ser o ganhador. O tigre ficou em segundo, com 27%, enquanto o gato teve 20%, terminando em último lugar.

Ronaldo Fenômeno participou do anúncio, feito em um programa de televisão do país-sede. Ele falou sobre o lobo siberiano. “Os mascotes são embaixadores, promovem o evento e trazem diversão aos estádios. Isso já está acontecendo com Zabivaka na Rússia”, disse o ex-jogador.

O lobo vem para substituir Fuleco, o tatu-bola que foi o mascote da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. “Fuleco foi um grande sucesso no Brasil, crianças e adultos adoraram”, concluiu o Fenômeno.

A Copa de 2018, na Rússia, acontece entre os dias 14 de junho e 15 de julho.



Ronaldo Fenômeno parou de jogar em 2011, mas segue sendo um dos mais populares nomes ligados ao futebol mundial. Bicampeão mundial pela Seleção Brasileira, em 1994 e 2002, o atacante terá uma função relacionada à Copa de 2018, na Rússia. Ele apresentará o mascote oficial do evento.

“A apresentação do mascote oficial da Copa do Mundo de 2018 terá a presença de uma das grandes lendas do futebol mundial. Ronaldo Fenômeno virá!”, escreveu Alexei Sorokin, diretor do Comitê Organizador do Mundial, em seu Twitter.

Ronaldo anunciará o mascote da Copa do Mundo (Foto: AFP)
Ronaldo anunciará o mascote da Copa do Mundo (Foto: AFP)

Ronaldo participará de um programa na televisão russa, no qual divulgará o mascote do evento. Os candidatos são três animais: lobo, gato e tigre da Sibéria.

Além do Fenômeno, Zvonimir Boban, assistente de Gianni Infantino na Fifa, participará do anúncio. O mandatário da entidade que rege o futebol mundial não estará na cerimônia.

Como jogador, o atacante participou de quatro Copas do Mundo, tendo chegado a três finais. Ao todo, o Fenômeno fez 15 gols em Mundiais, sendo o segundo maior da história, atrás apenas do alemão Miroslav Klose, que ultrapassou o brasileiro na Copa de 2014, justamente no 7 a 1 imposto pelos europeus na Seleção.

 



A Fifa já tem data para definir se a Copa do Mundo será disputada por 48 países. A entidade que comanda o futebol se reunirá em congresso entre os dias 9 e 10 de janeiro, e neste encontro será batido o martelo sobre a situação.

O presidente Gianni Infantino já se mostrou favorável ao aumento do número de participantes. Para a Copa de 2018, na Rússia, 32 países se qualificarão para o Mundial. Assim, se aprovado, o inchaço abrirá 16 novas vagas para o principal torneio de seleções do mundo.

Infantino quer a Copa com maior número de seleções (Foto: Fabrice Coffrini/AFP)
Infantino quer a Copa com maior número de seleções (Foto: Fabrice Coffrini/AFP)

“Discutimos, e agora faremos as avaliações. Na próxima reunião do Conselho, a decisão será tomada”, explicou o mandatário, durante encontro de dirigentes da entidade. Infantino garantiu que a resolução será voltada para o bem do futebol mundial: “Não vamos pensar em questões políticas ou financeiras”.

Segundo a agência AFP, membros do Conselho não são favoráveis ao inchaço da Copa do Mundo. Um dirigente, que pediu anonimato, afirmou que o presidente da Fifa vem fazendo muita pressão pela aprovação da ideia.

Outra possível mudança promovida pela Fifa é relacionada ao rodízio de continentes para escolher a sede dos Mundiais. Como a Copa de 2018 acontecerá na Europa, não haveria possibilidade de um país da região receber o evento em 2026, por conta da rotação.

A entidade definiu que, caso nenhuma outra nação preencha os requisitos necessários para sediar a competição, serão aceitas candidaturas de países europeus.



Gianni Infantino parece que irá mesmo revolucionar as estruturas do futebol. Em reunião nesta quinta-feira, em Zurique, na Suíça, o presidente da Fifa abordou diversos temas como alterações no formato da Copa do Mundo, com direito a fase eliminatória e mais de uma sede, distribuição de verba para as federações, além de investimento inédito no futebol feminino.

“Serão 64 (participantes na Copa do Mundo)! Estou brincando, brincando (risos)! Há muito trabalho a ser feito, estamos analisando diversas possibilidades. Uma decisão deve ser tomada na próxima reunião do Conselho, em janeiro. Demos alguns exemplos, mas se serão 40 ou 48, veremos em janeiro. Com 48 seleções, uma eliminatória inicial permitiria que só os melhores fiquem, o que elevaria o nível da competição. Só os melhores 32 ficariam. E sempre há a opção de não mudar nada”, disse Infantino, despistando sobre as mudanças.

(Foto: AFP/Fabrice Coffrini)
(Foto: AFP/Fabrice Coffrini)

Preocupado com os gastos para realização da Copa do Mundo, o mandatário disse estar revendo o chamado “padrão Fifa”, que exige que uma série de premissas para a realização do torneio, como estádios construídos de determinada forma e infraestrutura. Assim, uma das opções seria dividir a responsabilidade de organizar o megaevento por mais de uma nação.

“Isso ainda está em discussão, primeiro temos de concordar sobre os princípios. Hoje, organizar um grande evento como a Copa, requer muito em termos de infra, aeroportos, é um grande investimento. Queremos que no futuro a Copa seja um evento sustentável, por isso estamos a favor de dividir em mais de uma sede, o que permitirá dividir por mais de um país os requisitos e investimentos necessários para atender às demandas de um evento desse tamanho. Não queremos excluir candidatos, muito pelo contrário. Queremos ter certeza de que voltamos à realidade e tem sido cada vez mais difícil para um país por sua conta sediar uma Copa do Mundo. Não queremos criar elefantes brancos, queremos garantir que o que for construído, se for necessário ser construído, seja útil para o país”, completou.

Se pretende realizar mudanças na Copa do Mundo a partir de 2026, a situação do Mundial Interclubes da Fifa não é diferente. Apesar de garantir o mesmo modelo para o ano que vem, Infantino não descartou mudanças para as edições seguintes.

“Para 2017 será o mesmo formato desse ano. Mas obviamente estamos estudando tudo para decidir o que faremos nas próximas edições. Com uma mente aberta, talvez não mudemos nada, ou talvez mude tudo”.

Por fim, Infantino falou sobre os investimentos no futebol. Pela primeira vez, haverá uma divisão especial para o futebol feminino e as federações, que receberão quatro vezes mais em relação ao anterior.

“Sobre o futebol, decidimos investir US$ 1,4 bilhão nos próximos quatro anos, serão cerca US$ 5 milhões por associação. Também tomamos ações concretas em relação ao futebol feminino. Pela primeira vez, há uma divisão dedicada a isso. As federações estão muito felizes, porque no fim, receberão quatro vezes mais para investir em projetos do futebol do que no passado. A experiência da Fifa no passado diz que o mecanismo de controle deve ser melhorado. Para as federações que nunca tiveram problema, é algo bem simples”, disse o dirigente, antes de deixar em aberto se federações investigadas por corrupção, como a CBF, receberão o investimento da Fifa.

“Bem, isso é uma das coisas que não está sendo decidida mais pelo presidente da Fifa, tampouco pelo Conselho, é uma decisão a ser tomada pelo Comitê de Desenvolvimento. As associações que querem receber fundos sabem os critérios que eles terão de atender. Veremos. Ainda não sei se o Brasil fez algum pedido de verba ou não”, concluiu.




O Chile sofreu, talvez mais do que se esperava, mas conseguiu reagir nas Eliminatórias Sul-americanas com uma vitória em cima do Peru na noite desta terça-feira. Arturo Vidal foi o grande nome do jogo com dois gols e, assim, manteve vivo o sonho chileno de chegar à Copa do Mundo de 2018. Para os peruanos, a classificação agora depende praticamente de um milagre. A equipe de Cueva e Guerrero estaciona na oitava colocação, com 8 pontos, enquanto o Chile chega a 14 pontos, dois a menos que a Argentina, atual quinta colocada e que hoje teria de disputar a repescagem para ir à Rússia, sede do próximo Mundial.

Jogando diante de seu torcedor, em Santiago, o Chile partiu para cima em busca talvez de definir sua vitória já no primeiro tempo. E olha que ninguém pode reclamar por falta de oportunidade. O gol saiu logo aos 9 minutos, depois de bela jogada de Alexis Sanchez que Arturo Vidal só teve o trabalho de completar. Antes disso, o goleiro Pedro Gallese já havia aparecido com destaque.

Arturo Vidal marcou os dois gols do Chile na vitória em cima do Peru (AFP PHOTO / Martin BERNETTI)
Arturo Vidal marcou os dois gols do Chile na vitória em cima do Peru (AFP PHOTO / Martin BERNETTI)

Até o intervalo, foi um verdadeiro bombardeio dos atuais bicampeões da Copa América. Vidal e Castillo foram os que perderam as melhores chances. Enquanto o Peru tinha dificuldades de ficar com a bola sob seu domínio.

No segundo tempo, porém, tudo mudou, para desespero dos torcedores. O técnico Ricardo Gareca, ex-Palmeiras, conseguiu arrumar seu time e deixou os donos da casa apreensivos. O são-paulino Cueva teve a primeira grande chance de igual o marcador, mas foi Edison Flores, em jogada individual, que marcou para o Peru com um bonito toque de bico.

Na base do abafa e do desespero também, o Chile levou seu torcedor à loucura já aos 40 minutos da etapa final, quando o jogo já havia se tornado um lá e cá desorganizado, com as duas equipes dando espaços para os contra-ataques. O jogador do Bayern de Munique chamou a responsabilidade e, da entrada da área, marcou de perna esquerda.

Agora, o Chile se prepara para voltar a campo dia 10 de novembro, quando terá a dura missão de encarar a Colômbia em um confronto direto por uma vaga na Copa do Mundo, em Barranquilla. No mesmo dia, já sem grandes pretensões, o Peru visitará o Paraguai, em Assunção.

FICHA TÉCNICA
CHILE 2 X 1 PERU

Local:Estádio Nacional, em Santiago (Chile)
Data: 11 de outubro de 2016 (Terça-feira)
Horário: 20h30(de Brasília)
Árbitro: Roddy Zambrano (Equador)
Assistentes: Luis Vera (Equador) e Juan Macias (Equador)
Cartões amarelos: CHILE: Nicolás Castillo. PERU: Carlos Lobatón.

GOLS:
CHILE:Arturo Vidal, aos 9 minutos do 1T e aos 39 minutos do 2T.
PERU: Edison Flores, aos 30 minutos do 2T.

CHILE: Claudio Bravo, Mauricio Isla, Enzo Roco, Gonzalo Jara e Jean Beausejour; Charles Aránguiz, Marcelo Díaz, Arturo Vidal (Pulgar) e Nicolás Castillo (Puch); Alexis Sánchez e Eduardo Vargas (Gutierrez)
Técnico:Juan Antonio Pizzi

PERU: Pedro Gallese, Aldo Corzo, Christian Ramos, Alberto Rodríguez e Miguel Trauco; Renato Tapia (Luiz da Silva), Carlos Lobatón (Pedro Aquino), Irven Ávila (Raul Ruidiaz), Edison Flores e Christian Cueva; Paolo Guerrero
Técnico: Ricardo Gareca



Gianni Infantino parece estar realmente disposto em expandir o número de 32 para 48 seleções na Copa do Mundo a partir de 2026. Nesta quinta e sexta-feira acontecerá um encontro do conselho da Fifa, em Zurique, na Suíça, onde o presidente da entidade deverá definir o tamanho do torneio ou ao menos quais continentes serão considerados como possíveis territórios do Mundial.

Em maio Infantino chegou a sinalizar que já neste encontro do conselho deveria haver uma confirmação se a Copa do Mundo de 2026 realmente contaria com 48 participantes ou não, entretanto, a ideia foi adiada e uma nova reunião para o início de 2017 deverá selar o formato do torneio. Mesmo assim, o assunto deverá fazer parte da pauta da reunião.

Gianni Infantino irá se reunir com o conselho da Fifa nesta semana (Foto: FABRICE COFFRINI/AFP)
Gianni Infantino irá se reunir com o conselho da Fifa nesta semana (Foto: FABRICE COFFRINI/AFP)

Em meio aos escândalos de corrupção na Fifa, Gianni Infantino assumiu a presidência da entidade no lugar de Joseph Blatter. Tendo como uma de suas bases de campanha a expansão do número de seleções na Copa do Mundo para 40, ao invés do atual formato que conta com 32 equipes, o mandatário agora pretende “democratizar” ainda mais o Mundial de futebol.

A ideia de Infantino é estabelecer 16 seleções que já se classificariam direto à fase de grupos, enquanto os outros 32 times teriam de passar por uma espécie de “pré-Copa do Mundo”. Todos os confrontos aconteceriam no país sede do Mundial de 2026, fato que talvez não seja muito bem aceito pelo conselho, já que as seleções perdedoras farão um grande deslocamento para entrar em campo apenas uma vez.



A Fifa terá de enfrentar nos tribunais uma ação apresentada na Corte da Suíça que diz respeito as condições de exploração sofridas por trabalhadores imigrantes nas obras para a Copa do Mundo de 2022 no Catar, do qual a entidade é acusada de ser cúmplice, segundo informa o jornal britânico The Guardian nesta segunda-feira.

O recurso, trazido até a Justiça por um imigrante de Bangladesh, Nadim Sharaful Alam, um dos empregados no Catar, coloca pela primeira vez o órgão principal por organizar o futebol no planeta como responsável direto pelas condições ilegais de trabalho apresentadas no país sede da Copa de 2022.

Entidade máxima do futebol é acusada de ser responsável por condições desumanas de trabalho no Catar (Foto: Divulgação)
Entidade máxima do futebol é acusada de ser responsável por condições desumanas de trabalho no Catar (Foto: Divulgação)

Em uma carta, é explicada a relação da Fifa com a escolha do Catar como sede do mundial e sua responsabilidade em garantir que a organização e preparação para o evento seja realizada em processos lícitos, dando por fim um prazo de três semanas ao presidente Gianni Infantino para que a entidade se aceite como culpada e pague os danos já causados antes das audiências no tribunal.

No documento, é solicitado para que a Fifa “Reconheça que agiu erroneamente através da concessão da Copa do Mundo para o Catar em 2022 sem exigir uma garantia de que o país disponibilizasse condições humanas e desse respeito aos direitos básicos os imigrantes trabalhadores de construção, cuja função está relacionada com a Copa do Mundo de 2022”.

A carta ainda argumenta que a entidade deveria ter usado de sua influência para exigir a abolição do sistema de trabalho “kafala”, adotado no Catar, garantindo a oportunidade dos trabalhadores imigrantes de trocar de trabalho, deixar o país ou formar um sindicato se assim desejarem.

Por fim, a carta coloca que “A Fifa precisa reconhecer que não deveria ter premiado o Catar com a Copa do Mundo de 2022”. Infantino ainda é intimado a admitir que o órgão violou os direitos de Nadim Alam, que atuou em obras no Catar como um trabalhador não qualificado entre 2014 e 2016, e pede indenização pelos danos sofridos.



França e Holanda decidem a liderança das Eliminatórias europeias 2018 (Foto: Franck Fife/AFP)
França e Holanda decidem a liderança das Eliminatórias europeias 2018 (Foto: Franck Fife/AFP)

As seleções da Holanda e da França se enfrentam nesta segunda-feira, às 15h45 (de Brasília) na Amsterdam Arena, valendo a liderança do Grupo A das Eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2018. Os dois times, que somam quatro pontos ganhos, venceram seus últimos compromissos por goleada e mesmo placar. A Holanda goleou o Belarus por 4 a 1, resultado idêntico ao acontecido no duelo entre França e Bulgária.

Ainda pelo Grupo A, a Suécia que também soma quatro pontos, vai receber a Bulgária, às 15h45 (de Brasília) no Friends Arena, na cidade de Solna. O time búlgaro é o quarto colocado no Grupo com três pontos ganhos. Os suecos derrotaram Luxemburgo por 1 a 0 em partida em que mostraram que estão sentindo falta da estrela Zlatan Ibrahimovic, que abandonou a seleção. A Bulgária foi goleada pela França e pretende buscar a reabilitação. Bielorrúsia e Luxemburgo que ocupam as últimas posições, fecham a rodada.

Pelo Grupo B, Portugal espera encontrar dificuldades no confronto com a equipe das Ilhas Faroe. O jogo vai acontecer às 15h45 (de Brasília) no estádio Tórsvollur, na cidade de Tórshavn. A equipe de Cristiano Ronaldo é a terceira colocada com três pontos ganhos e vem de goleada sobre Andorra por 5 a 0. O time da casa vem de uma surpreendente vitória sobre a Letônia fora de casa e ocupa a segunda posição com quatro pontos.

A Suiça, líder isolada com seis pontos ganhos, é favorita absoluta diante da fraca equipe de Andorra. O jogo vai acontecer às 15h45 (de Brasília) no Estádio Comunal. Andorra é o lanterna da chave, sem pontos ganhos e sem marcar depois de duas rodadas.

Letônia e Hungria se enfrentam em Riga. A Letônia é a quarta colocada com três pontos, enquanto a Hungria é a penúltima colocada com apenas um ponto ganho.

A seleção da Bélgica vai defender a liderança do Grupo H diante do lanterna Gibraltar, às 15h45 (de Brasília) no Victoria Stadium. O time da casa já sofreu duas derrotas nas primeiras rodadas e não deve criar dificuldades para o time de Hazzard que soma seis pontos ganhos.

A Grécia que também venceu seus confrontos vai encarar a Estônia, quarta colocada, com três pontos, no Le Coq Arena, em Tailin. A seleção da Bósnia, terceira colocada, com três pontos, recebe Chipre que ainda não somou pontos.

Abaixo, confira os confrontos desta segunda-feira, respeitando o horário de Brasília:

Grupo A
15h45 Holanda x França
15h45 Suécia x Bulgária
15h45 Bielo-Rússia x Luxemburgo

Grupo B
15h45 Ilhas Faroe x Portugal
15h45 Letônia x Hungria
15h45 Andorra x Suíça

Grupo H
15h45 Bósnia x Chipre
15h45 Estônia x Grécia
15h45 Gibraltar x Bélgica