COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA
De Bruyne vai para segunda copa na carreira (Foto: EMMANUEL DUNAND/AFP)

Principal nome do Manchester City, Kevin De Bruyne também é um dos destaques da sua seleção, a Bélgica. O camisa 17 do time de Pep Guardiola fez uma temporada impecável pela equipe inglesa que conquistou de forma histórica o nacional.

Um dos personagens da geração belga que reinventou o futebol do país e trouxe esperanças para aspirarem bons resultados na Copa da Rússia, o camisa 7 não foge da responsabilidade. Sabendo de sua importância na seleção, De Bruyne espera conseguir ajudar os companheiros a evoluírem dentro de campo.

“Estou aqui para fazer o time melhor. Dentro e próximo ao campo, nós temos que falar para cada um como melhorar. Não é crítica. É uma função dentro da equipe” afirmou.

Quatro anos após a estreia em copas, no Brasil, a seleção belga parece mais madura para tentar objetivos maiores. Em 2010, a equipe se classificou invicta em primeiro na fase de grupos e, nas oitavas, eliminou os Estados Unidos. No entanto, as expectativas foram quebradas quando a Bélgica encontrou a Argentina nas quartas. De Bruyne acredita que, mais experiente, o elenco pode mais.

“2014 no Brasil foi muito especial. Foi nosso primeiro grande torneio muito longe de casa. Agora, temos mais experiência. Sabemos como é viver uns com os outros durante cinco ou seis semanas”, avaliou o meia.



Samuel Umtiti tem 24 anos (Foto: Philippe Desmazes/AFP)

Há 20 anos, a França conquistava seu último título mundial. E agora, a partir da próxima semana, terá a oportunidade de tentar levantar a taça mais uma vez. A equipe estreia na Copa do Mundo de 2018 no domingo, dia 16, diante da Austrália – Peru e Dinamarca completam o grupo C – e de acordo com o zagueiro Samuel Umtiti, a equipe não tem um único líder, sendo a união entre os jogadores o seu principal trunfo.

“Nessa equipe, temos muitos jogadores jovens, mas que tem alguma experiência. A liderança não é algo que se possa forçar. Para alguns, é inato. Outros não têm isso. Alguns são líderes técnicos, outros são líderes na palavra. Com toda a honestidade, o que faz a força do grupo é a união. Há líderes suficientes nesse grupo, veremos nesta competição”, avaliou durante entrevista coletiva da seleção francesa.

O zagueiro do Barcelona também comentou sobre as partidas amistosas que os times vêm jogando e garantiu que a França está pronta. “Os amistosos são para nos preparar para a competição. Temos um grupo de 23 jogadores. Vendo como trabalhamos nos treinamentos, não tenho medo. Estaremos prontos. Amanhã (amistoso contra os Estados Unidos neste sábado), devemos jogar sério, sem pressão”.

Por fim, Umtiti comentou sobre o retorno de Varane após o título da Liga dos Campeões e exaltou uma possível dupla formada eles: “É bom ver Rafa novamente, que está voltando de uma bela vitória na Liga dos Campeões. Tivemos um mal resultado no último encontro (derrota para a Colômbia). Falamos sobre isso desde então e acho que estamos no caminho certo. Com as nossas qualidades, acho que somos capazes de fazer boas coisas. Você precisa de uma dupla em que os dois se dão bem e se complementam. Rafa é um líder à sua maneira e eu também posso ser um à minha maneira”.



Os chilenos jogaram com um ‘time B’ e mesmo assim deram trabalho para a Polônia (Foto: Divulgação/FFC)

O Chile não conseguiu vaga para a Copa do Mundo de 2018. Nem por isso, a seleção sul-americana amoleceu no amistoso dessa sexta-feira, diante da Polônia, essa sim classificada ao Mundial. Em seu último teste em casa, os poloneses foram surpreendidos com o empate por 2 a 2 no estádio Miejski, em Poznań. Alex Sanchez, Vidal e outras estrelas chilenas não participaram da partida por já se encontrarem de férias.

Lewandowski, grande astro do Bayern de Munique e capitão da seleção polonesa, abriu o placar com um golaço da entrada da área, aos 30 minutos de jogo. Quatro minutos depois, Zielinski ampliou e garantiu a festa dos mandantes no primeiro tempo.

O Chile, no entanto, não se abateu. Sem grandes responsabilidades, os visitantes diminuíram o prejuízo com Valdes, pouco antes do intervalo. E a igualdade no placar foi conquistada aos 11 minutos da etapa final. Albornoz pegou sobra de escanteio, precisou de duas oportunidades, mas também acertou um petardo na gaveta, sem chance para o goleirão.

A parte final do amistoso foi marcada por muitas substituições. A Polônia chegou a fazer seis trocas e se mostrou não muito preocupada com o resultado, e sim em dar oportunidade aos jogadores para que os últimos testes não passassem batido.

Apesar do empate frustrante diante de seus torcedores, os poloneses receberam aplausos ao fim do jogo. Nos dois amistosos anteriores nessa temporada, a Polônia foi derrotada pela Nigéria por 1 a 0 e venceu a Coreia do Sul por 3 a 2. Já em solo russo, dia 12, o último teste será contra a Lituânia. Em seguida, a concentração será total para a estreia na Copa do Mundo, dia 19, às 12h (de Brasília), contra Senegal. Colômbia e Japão completam o grupo H da Copa do Mundo.



Rússia se prepara para sediar a Copa (Foto: Martin BERNETTI/AFP)

Como o famoso Polvo Paul em 2010, a Copa do Mundo deste ano, na Rússia, conta com seu animal vidente. No caso do torneio de 2018, o gato Achilles, agora celebridade, promete prever com precisão o vencedor do Mundial.

Depois de ter acertado todos os resultados da Copa das Confederações do ano passado, o felino conta com um grande trunfo ao seu favor: é surdo. Com isso, possui uma habilidade natural de não se desconcentrar com barulhos externos.

Aliado a isso, está a capacidade do gato de escolher e analisar. O método de decisão, aliás, deve agradar ao animal, já que ele escolhe os times vencedores por meio de um pote de comida.

Como ainda não escolheu o grande campeão desta edição da Copa do Mundo, resta aos supersticiosos brasileiros que torçam para que o gato Achilles escolha a Seleção de Tite como vencedora do Mundial.




Alberto Quintero atendeu à imprensa após ser cortado da Copa. A seleção panamenha já está em solo russo (Foto: Reprodução)

O meia panamenho Alberto Quintero foi cortado da Copa do Mundo após sofrer uma lesão no pé direito durante a derrota do Panamá para a Noruega, em amistoso internacional preparatório na última quarta-feira.

Noruega e Panamá duelaram no estádio Ullevaa, em Oslo, e os donos da casa ganharam por 1 a 0, com gol de Joshua King. Na ocasião, Bjorn Johnsen deu um pisão em Quintero, que entrou apenas no segundo tempo. Segundo comunicado oficial, o jogador sofreu “uma fratura no segundo metatarso do pé direito e está fora da Copa”. Quintero precisará passar por uma cirurgia.

O Panamá está no Grupo G do Mundial, ao lado de Inglaterra, Tunísia e Bélgica, justamente contra quem fará sua estreia no dia 18 de junho.



Última partida antes da Copa do Mundo, cinco jogos sem vencer e nenhum triunfo em 2018. Podia ser só um amistoso contra a Arábia Saudita, mas a Alemanha chegava de certa forma pressionada para o confronto desta sexta-feira. Tudo isso, entretanto, foi esquecido após a vitória do time de Joachim Low para cima dos rivais, por 2 a 1, em Leverkusen.

Os gols do jogo foram marcados por Timo Werner e Hawsawi (contra) a favor dos mandantes e Al Jassim para os visitantes. Com o resultado, os alemães aliviam a pressão antes do Mundial, e agora direcionam suas atenções para a principal disputa de futebol do mundo. Pelo lado dos árabes, este também foi o último amistoso antes da viagem à Rússia.

A atual campeã do mundo fará sua estreia na Copa do Mundo no dia 17 de junho, às 12h00 (horário de Brasília), contra o México. Os alemães integram o Grupo F da competição internacional junto dos mexicanos, da Suécia e da Coreia do Sul, que empatou ontem (quinta-feira) com a Bolívia.

O jogo – Mesmo com a Arábia Saudita passando a assustar na reta final do primeiro tempo, o período ainda assim foi de superioridade alemã. Tal fato apareceu logo no início da partida: aos sete minutos, Kimmich lançou Reus em profundidade. O jogador do Borussia Dortmund encontrou Timo Werner na grande área, livre, que só teve o trabalho de completar para as redes.

17 minutos depois, foi a vez de Khedira balançar as redes, mas de maneira impedida. Com o 1 a 0 no placar, a Arábia Saudita começou a se soltar e, já perto do final da etapa parcial, Muwallad chutou com força e assustou a meta de Neuer.

Aos 42 minutos, os alemães aumentaram a diferença no marcador. Werner avançou com rapidez pela lateral da área e cruzou rasteiro para dentro. Muller disputou bola com Hawsawi e, no conflito, o árabe acabou empurrando a bola para as próprias redes.

O segundo tempo de partida viu os comandados de Joachim Low agirem mais sossegados, até pela vantagem no placar. Entretanto, isso não significou que a Alemanha parou de buscar o gol: após domínio, Muller finalizou mirando o canto do gol e Muaiouf pulou para fazer a defesa.

Aos 12 minutos do tempo final, Reus deixou o campo para a entrada de Gundogan, vaiado pelo público presente após a polêmica foto com o presidente da Turquia. O meia, porém, ofereceu perigo constante a Arábia Saudita, chegando sempre próximo da área.

Próximo do apito final de confronto, o árbitro da partida apontou pênalti para a Arábia Saudita. Na cobrança, Al Sahlawi desperdiçou a batida após defesa de Ter Stegen. Entretanto, no rebote, Al Jassim não jogou fora a oportunidade e finalizou forte: 2 a 1. Perto do último minuto, Al Sahlawi perdeu uma chance incrível, de frente para o gol, mantendo o placar da partida.



Adversária da Seleção Brasileira na estreia da Copa do Mundo da Rússia, a Suíça encerrou seu período preparatório com vitória. No Cornaredo Stadium, em Lugano, os suíços foram superiores e bateram a seleção do Japão por 2 a 0 no amistoso disputado nesta sexta-feira. O gols do jogo foram marcados pelo lateral Ricardo Rodríguez e pelo atacante Seferovic.

Este foi o último teste da Suíça antes da estreia na Copa, dia 17 de junho, contra o Brasil. No Grupo E, os suíços também enfrentarão Costa Rica e Sérvia. O Japão, por sua vez, ainda fará mais um amistoso preparatório para o Mundial, na próxima terça-feira, contra o Paraguai. Na Rússia, os nippons estão no Grupo H e terão como rivais a Polônia, Senegal e Colômbia, adversária da estreia, no dia 19.

De pênalti, Rodriguez fez o primeiro da vitória suíça sobre o Japão (Foto: Fabrice COFFRINI/AFP)

O Jogo

A Suíça foi quem tomou a iniciativa do jogo no primeiro tempo. Tentando encontrar espaços, começou a se lançar ao ataque e foi a primeira a levar perigo ao gol adversário. Aos 25 minutos, Ricardo Rodríguez cruzou pela esquerda e Gavranovic apareceu na área para cabecear. O goleiro Kawashima tirou com os olhos e viu a bola lamber a trave.

Aos 29, Gavranovic voltou a levar vantagem pelo alto e, após cobrança de escanteio, só não abriu o placar porque Sakai interrompeu a trajetória da bola, que tinha endereço certo, e salvou o Japão.

Aos 36, de novo de cabeça, Gavranovic disputou na saída do goleiro japonês e a bola sobrou com Embolo, que chutou na trave de Kawashima.

Aos 39, agora pelo chão, Embolo partiu para cima do defensor, invadiu a área, colocou na frente e despencou. O árbitro apitou o pênalti, duvidoso, para a Suíça. Na cobrança, Rodríguez premiou a atuação de sua equipe nos 45 minutos iniciais e inaugurou o marcador.

O ritmo do jogo caiu na etapa final. A primeira chance surgiu aos 24 minutos, em chute colocado de Zuber, após boa jogada individual. A redonda passou perto e voltou a assustar Kawashima.

O Japão respondeu aos 26, quando Haragushi avançou pela direita, chegou à entrada da área e soltou a canhota, obrigando Burki a fazer boa defesa.

A Suíça quase ampliou aos 29, após lambança de Kawashima. O goleiro japonês foi sair jogando e entregou a bola de bandeja para Shaqiri, que tentou por cobertura. A bola passou perto e por muito pouco não entrou.

Aos 36, porém, Kawashima não contou com a mesma sorte e viu os europeus aumentarem a vantagem. Shaqiri chegou à linha de fundo e cruzou para a área. Na segunda trave, Behrami testou para o meio e Seferovic apareceu para completar para as redes.

O Japão até tentou se lançar ao ataque nos minutos finais, mas pouco conseguiu fazer para diminuir o placar ou mudar o cenário da partida.

 



Ronaldinho Gaúcho ao lado de Will Smith, Nicky Jam e Roberto de Assis Moreira, seu irmão e empresário (Foto: Reprodução)

A Fifa lançou nesta sexta-feira o clipe oficial da música “Live It Up”, divulgada em 23 de maio. Com participação de Ronaldinho Gaúcho e Willian, a canção é interpretada por Will Smith, Nicky Jam e Era Istrefi. Confira o vídeo completo aqui.

Anteriormente, a música foi lançada apenas com a letra no YouTube e já tem 17 milhões de visualizações. Agora com o clipe, ela se passa em vários lugares, ambientada com várias torcidas e seleções. Neymar aparece jogando com a camisa do Brasil bem rapidamente, assim como Messi com a Argentina.

Willian, com camiseta preta, aparece dançando com um garoto, com a camisa verde e amarela, enquanto Ronaldinho Gaúcho tem maior destaque ao refazer a cena do gol de falta diante da Inglaterra, na Copa de 2002. Ele e os cantores saem comemorando no clipe, intercalados com imagens de torcidas pulando mundo afora.

A Copa do Mundo da Rússia começa no dia 14 de junho, com jogo da seleção anfitriã contra a Arábia Saudita, às 12h (de Brasília). O Brasil estreia no domingo, dia 17, contra a Suíça, às 15h.



Em seu último amistoso antes da Copa do Mundo, a Croácia mostrou poder de reação para derrotar o Senegal, por 2 a 1, em Osijek, no Stadion Gradski vrt, e se despedir de sua torcida com um triunfo. Os senegaleses dominaram o primeiro tempo, mas só abriram o placar no começo da segunda etapa, com Ismaila Sarr. Na reta final, os croatas foram com tudo para o ataque e viraram a partida através de Ivan Perisic e Andrej Kramaric.

Com o resultado, a seleção croata chega instável para a Copa do Mundo, uma vez que desde janeiro acumula derrotas para Peru e Brasil, além de vitórias contra México e Senegal. Sem triunfos neste ano e com atuações fracas em sua bagagem, como a do empate com Luxemburgo, os comandados de Aliou Cissé embarcam para a Rússia com uma certa desconfiança de seus torcedores.

A próxima partida das duas seleções já será pelo Mundial. A equipe Zlatko Dalic estreia na maior competição de futebol do planeta no dia 15 de junho, quando enfrenta a Nigéria em Kaliningrado. Enquanto os senegaleses jogam contra a Polônia apenas no dia 19, em Spartak.

Kramaric marcou o primeiro gol dos croatas (Foto: Denis Lovrovic / AFP)

O Jogo

Desde o apito inicial do árbitro, as duas equipes deixavam claro qual estratégia adotariam na partida. A Croácia adiantava sua linha de defesa e trocava passes no campo de ataque procurando o momento certo para uma infiltração na área. O Senegal, por sua vez, esperava o adversário no campo de defesa e buscava sair em velocidade nos contra-ataques.

A tática dos croatas deu mais resultado na primeira metade da partida, facilmente controlada pelos integrantes do grupo D da Copa do Mundo. Porém, a superioridade só resultou em uma chance de gol. Acionado pela ponta direita, Strinic cruzou para Mandzukic cabecear por cima.

Na metade final da primeira etapa foi a vez dos senegaleses tomarem conta do jogo. Em jogadas de poucos toques, os comandados de Aliou Cissé criaram três boas oportunidades de gol, porém, esbarraram na ineficiência dos arremates. Na quarta, enfim, o placar foi aberto a favor dos leões. Logo aos três minutos do segundo tempo, o meio-campista N’Diaye alçou bola na área e Sarr acertou um belo chute para estufar as redes.

Após sair atrás do marcador, a seleção croata não hesitava em tentar um passe mais agudo em suas tramas ofensivas e, através disso, incomodava mais os senegaleses, assustando o arqueiro Diallo em diversos momentos. Aos 18, Perisic mostrou sua qualidade na cobrança de falta e empatou a partida.

Mesmo com o empate, a Croácia não diminuiu o ímpeto ofensivo e virou o duelo instantes depois, quando o atacante Kramaric aproveitou rebote do goleiro e apenas empurrou a bola para o fundo das redes.

O Senegal se lançou ao ataque nos minutos finais do duelo e teve nos pés de Mané, seu principal jogador, a chance de embarcar para a Rússia sem conhecer uma derrota no ano. Porém, o atacante do Liverpool decretou a derrota de seu país ao cobrar falta da entrada da área para fora.