Presidente do Santos fala sobre Canindé, Pacaembu e Bolton Coin

São Paulo, SP

06-05-2020 19:05:04

O presidente do Santos, José Carlos Peres, falou sobre as tentativas de reformar a Vila Belmiro e viabilizar um novo estádio em outra localidade.

O projeto de retrofit da Vila por meio da Bolton Coin esfriou. O presidente não criticou o italiano Roberto Diomedi, mas a Gazeta Esportiva mostrou como o CEO da empresa "sumiu".

"Surgem várias versões, a verdadeira nunca aparece na maioria dos casos. Ele queria fazer um financiamento, Santos teria de pagar. Fui em Dubai, nos reunimos. É uma pessoa do bem, trabalhador, a empresa é grande, trabalha com minas de diamante na África. Surgiu a princípio como doação. Era empréstimo. Eu, com a responsabilidade do presidente, não podia fazer estádio pagando. Não temos condições. Primeira hipótese era doação via naming rights, explorando a marca do Santos por 10 anos lá fora. Era bom para o Santos, entraríamos no mercado internacional para valer, com estádio novo. Falei que só faríamos sem colocar um centavo", disse Peres, ao Blog Soul Santista.

"Ele (Roberto Diomedi) está lá decidindo, estamos aqui construindo projeto viável. Precisa ter shows. A intenção é fazer modelo de concessão de 35 anos. Nós jogamos de graça, eles entregam a chave, jogamos e devolvemos um dia depois, como Palmeiras faz", completou.

Peres também comentou sobre Canindé e Pacaembu, estádios da capital paulista.

"Nós fomos ao Canindé, fizemos trabalho profundo e vimos muitas dificuldades. Emprestei jogador para a Portuguesa, relação é boa. Mas teríamos que investir numa grande reforma. Seria um eixo inteiro para ter lotação... São muitas dívidas e perderíamos tempo. Negociamos também com o Pacaembu, fizemos pacote de 10 jogos, mas estádio vai ter 26 mil. Era 40 mil. Vou sair de Santos para 26 mil?", concluiu.

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