Preciosismo preocupa Marcelo Oliveira, que nega time “bonzinho”

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Para Marcelo Oliveira, o Palmeiras tem abusado na busca por jogadas de efeito (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

A sequência de três derrotas para Atlético-PR, Cruzeiro e Coritiba gerou uma dor de cabeça para Marcelo Oliveira. Além dos resultados adversos, o técnico do Palmeiras passou a se preocupar com a falta de objetividade da equipe.

“Nós tínhamos o jogo dominado (contra o Coritiba), com jogadas pelo lado, mas sem o poder de conclusão. É um excesso de preciosismo. A gente precisa ser mais incisivo, mais objetivo. Um gol mudaria o rumo do jogo. Nós abusamos muito de erros e poderíamos ter jogado com um poder de decisão maior”, ponderou o treinador.

“Os jogadores treinam com muito apetite e comprometimento todos os dias, mas a gente estava rodando muito a bola, tocando de primeira e procurando uma jogada de efeito. Era a hora de matar o jogo. Precisamos ter essa mentalidade contra o Flamengo”, prosseguiu Marcelo Oliveira.

Antes que a fase negativa tivesse início, o Palmeiras vivenciou o momento dos sonhos com uma invencibilidade de sete partidas. Desde então, o time tem sido criticado por adotar uma suposta conduta “boazinha” demais, sem reclamar tanto com a arbitragem.

“Na sequência dos sete jogos, em nenhum momento eu vi que o time é bonzinho. O jogo é para ser forte e competitivo, mas esquecendo a arbitragem. Não adianta esquecer o jogo e ficar gritando em uma jogada que o árbitro se equivocou. O time que joga forte não tem preocupação com a arbitragem. Ficar reclamando do árbitro só gera cartão e tira a concentração do jogo. A diretoria que vá reclamar do árbitro depois”, concluiu o comandante.

Para Marcelo Oliveira, o Palmeiras tem abusado na busca por jogadas de efeito (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Para Marcelo Oliveira, o Palmeiras tem abusado na busca por jogadas de efeito (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

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