Grêmio tem duas dúvidas no ataque para enfrentar o Atlético-MG

Do correspondente Luis Felipe dos Santos - Porto Alegre,RS

25-05-2016 18:14:06

Sem Miller Bolaños, que se apresentou à seleção equatoriana, e sem Bobô, afastado graças a uma contratura nas costas, o Grêmio certamente terá alterações no ataque para enfrentar o Atlético Mineiro nesta quinta-feira. O técnico Roger Machado treinou as alterações em um trabalho com portões fechados antes da viagem para Belo Horizonte nesta quarta.

“Não dá para se queixar hoje do calendário ou dos desfalques. Ainda terá a Olimpíada e temos que estar preparados”, afirmou Roger Machado em coletiva na terça, citando o período no qual jogadores como Luan estarão ausentes. “Com relação a possíveis reforços, o Grêmio está sempre almejando títulos e prospectando jogadores, seja para agora ou para o futuro. Estamos trabalhando para que o grupo esteja qualificado para o segundo semestre”, afirmou o técnico.

A primeira opção de Roger contra o Galo deve ser escalar Henrique Almeida de atacante e Douglas no meio. Com isso, Grêmio ganha em mobilidade no ataque com Henrique Almeida, mas perde no meio. Douglas teve grande atuação contra o Atlético Mineiro em 2015 e é um jogador com boa capacidade de dar lançamentos para contra-ataques.

O treinador também pode optar por Éverton no meio e o próprio Henrique no ataque. Assim, a equipe ganharia em mobilidade no ataque e no meio, assim como nas vitórias pessoais. O ponto fraco é que o ataque passa a forçar mais e reter menos a bola;

Além de Éverton e Douglas, Roger pode apostar no garoto Lincoln como meia. A equipe ganharia em mobilidade, vitórias pessoais e finalização de média distância. Lincoln, porém, raramente foi testado aos 90 minutos contra adversários do mesmo nível do Atlético Mineiro.

Por fim, como última possibilidade, o Tricolor pode ir a campo com Luan de atacante e Douglas no meio. Essa formação foi testada antes da chegada de Miller Bolaños, com Éverton atuando como meia-atacante pelos lados. O time gremista mostrava intensa movimentação, mas a falta de presença na área às vezes provocava um número baixo de finalizações.

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