Futebol

Jogadores do Corinthians tentam explicar derrota para o Flamengo

Tiago Salazar - São Paulo , SP
16/05/2019 08:00:24

Em: Brasileiro Série A, Copa do Brasil, Corinthians, Escolha do editor, Futebol, Notícias

O Corinthians não conseguiu aproveitar o fator casa nessa quarta-feira e perdeu para o Flamengo por 1 a 0 no primeiro encontro pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Agora, a situação dos paulistas ficou bastante complicada, já que terá de tentar reverter a vantagem carioca no Rio de Janeiro.

Após a partida em Itaquera, os jogadores corintianos analisaram o confronto. Vagner Love, por exemplo, falou sobre o fato de Fábio Carille ter apostado em uma escalação diferente, colocando o próprio camisa 9 em uma função mais próxima à área, ao lado de Boselli.

O Carille tentou criar uma situação para essa partida, resolveu entrar com dois atacantes para a gente ter mais gente na frente, mais gente pisando na área. Tentamos criar possibilidades de finalizações, mas infelizmente não deu certo e por isso o resultado negativo”, comentou Love, para em seguida falar dos poucos chutes a gol do time do Corinthians – foram apenas dois no alvo.

“É ter mais tranquilidade e mais paciência naquele último passe. Sabíamos que se pressionássemos no ataque teríamos mais possibilidade de finalizar, e quando roubamos não aproveitamos. A gente sabe que pecamos nesse sentido e sabemos que podemos melhorar nisso”.

Ralf, por outro lado, teve apenas a companhia de Sornoza na marcação. Mesmo assim, como único volante de ofício do time até os minutos finais, quando Júnior Urso entrou na vaga do equatoriano, o camisa 15 por muitas vezes teve de se desdobrar em campo.

“Para mim não muda nada. Minha performance tem de ser sempre a mesma, independente se joga com um volante, se joga com dois e independente de quem entra. Com um volante de contensão fica mais sobrecarregado, mais difícil, mas estou ali para ajudar”, avisou, defendendo Sornoza de qualquer acusação de falha no gol flamenguista.

“O lance é difícil. Aquando o cara vem de trás vem para surpreender. Mesmo que estivesse eu ali seria difícil, porque o cara embalou, o Arão tem esse ponto forte de cabecear e quando erra um erram todos. Não foi por culpa dele, até pela estatura, a bola veio alta”.

Falando em Urso, ainda em fase de retomada física pelo tempo parado, o jogador mais uma vez entrou no decorrer de uma partida e não escondeu que ainda está sentindo a falta de ritmo e de condição ideal para atuar.

“Quando você sai você acaba perdendo um pouco isso (ritmo), acaba não sabendo direito como agir dentro de campo. Já estou me sentindo bem, espero que nas próximas partidas eu possa atuar mais minutos”, comentou, sem saber quanto tempo já consegue suportar no gramado.

“Eu ainda não sei. Acredito que eu já consigo jogar uma boa parte do jogo. Se o professor precisar de mim, estou disposto a me esforçar para que eu faça uma grande partida”, concluiu.




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