Tite fala sobre possível retorno de Neymar ao Barcelona - Gazeta Esportiva
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O técnico Tite concedeu entrevista coletiva nesta segunda-feira, véspera do confronto com a Vanezuela, pela segunda rodada do Grupo A da Copa América, em Salvador. Questionado sobre a possibilidade de o craque brasileiro voltar ao Barcelona, o treinador da Seleção preferiu não opinar sobre o assunto.

“São situações muito particulares, até profissional. Ele tem que ir para onde ele se sente bem, onde se sente feliz. Eu iria para um local em que eu me sentiria feliz enquanto pessoa”, disse Tite.

A possibilidade de Neymar voltar ao Barcelona veio à tona após as fortes declarações do presidente do Paris Saint-Germain, Nasser Al-Khelaifi, que garantiu não querer mais nenhum atleta no elenco com comportamento de “popstar”.

Segundo o globoesporte.com, o Barcelona estaria disposto a oferecer o zagueiro Umtiti, o meia Rakitic e o atacante Dembelé, além de uma boa quantia em dinheiro, para ter Neymar de volta na Catalunha. O PSG, por sua vez, estaria vendo a possibilidade de negociar o craque brasileiro com bons olhos.

Fora da Copa América e se recuperando de uma lesão no tornozelo direito, Neymar curte suas férias em meio à acusação de estupro feita pela modelo Najila Trindade. Na semana passada o jogador compareceu à 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo, para prestar depoimento.



A Seleção Brasileira realizou nesta segunda-feira seu último treino antes do confronto com a Venezuela, pela segunda rodada do Grupo A da Copa América, em Salvador. A atividade aconteceu novamente no Barradão, estádio do Vitória, uma vez que a Arena Fonte Nova, local do jogo, foi preservada pela organização do torneio.

Embora Tite tenha permitido que a imprensa acompanhasse apenas o aquecimento dos jogadores, o volante Arthur deve voltar ao time titular, uma vez que foi testado no último domingo na formação que estreou contra a Bolívia. Na partida no Morumbi, o jogador do Barcelona foi poupado por conta de dores no joelho direito e substituído por Fernandinho.

Desta forma, a Seleção Brasileira deve enfrentar a Venezuela, nesta terça-feira, às 21h30 (de Brasília) com Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Filipe Luís; Casemiro e Arthur; Richarlison, Coutiniho e David Neres; Roberto Firmino.

Conforme o protocolo exige, as seleções devem treinar na véspera do jogo no local onde enfrentará seu adversário. Desta forma, Tite e seus jogadores deveriam trabalhar nesta segunda-feira na Arena Fonte Nova, mas, graças às chuvas e às reclamações dos treinadores da Argentina e Colômbia em relação ao gramado, a organização do torneio mudou os planos, deixando o Barradão à disposição das equipes.

Enquanto o Brasil soma três pontos na tabela, a Venezuela figura com apenas um tento decorrente do empate sem gols com o Peru na estreia, na Arena do Grêmio. Buscando garantir sua classificação à próxima fase o mais breve possível, o time canarinho tentará fazer prevalecer seu amplo favoritismo sobre o adversário.

Mas, se engana quem pensa que a Venezuela não oferecerá perigos à Seleção Brasileira. Em março deste ano, em amistoso realizado no estádio do Atlético de Madrid, na Espanha, o time vinotinto superou surpreendentemente a Argentina de Lionel Messi por 3 a 1, fato que faz com que o elenco verde e amarelo fique com o alerta ligado para o confronto desta terça-feira.




A CBF alterou o local do treino da Seleção Brasileira nesta segunda-feira. Antes marcada para acontecer na Arena Fonte Nova, a atividade foi realocada para o Barradão, às 17h45 (de Brasília).

A mudança tem um motivo: o gramado da Fonte Nova, criticado pelo técnico da Argentina, Lionel Scaloni, após a derrota por 2 a 0 diante da Colômbia, no último sábado.

Assim, para preservar o gramado da arena, o treinamento do Brasil na véspera do segundo desafio na Copa América foi alterado para o Barradão. A Venezuela, rival da Seleção, fará uma atividade no Pituaçu, às 18 horas.

As coletivas de imprensa de ambas as equipes, contudo, permanecem marcadas para a noite desta segunda-feira, na Fonte Nova – o atacante Roberto Firmino foi o escolhido para falar com os jornalistas.

O duelo, válido pela segunda rodada da Copa América, está marcado para esta terça-feira, às 21h30, na Fonte Nova. Após derrotar a Bolívia por 3 a 0 na estreia, o Brasil lidera o Grupo A com três pontos. A Venezuela, que ficou no 0 a 0 com o Peru, é a terceira colocada da chave.



O volante Matías Vecino deixou o duelo com o Equador machucado (Foto: Luis Acosta/AFP)

O Uruguai corre o risco de sofrer uma importante baixa na Copa América. Trata-se do volante Matías Vecino, que deixou a goleada por 4 a 0 sobre o Equador no último domingo, no Mineirão, com dores musculares.

O jogador da Inter de Milão foi substituído aos 37 minutos do segundo tempo por Valverde. O motivo foi justamente o problema no posterior da coxa.

Na manhã desta segunda-feira, Vecino deixou o hotel em que a Celeste está hospedada em Belo Horizonte para ser submetido a uma ressonância a fim de descobrir a gravidade da lesão. Ele, portanto, não treinou com seus companheiros na Cidade do Galo.

De acordo com o jornal Ovación, do Uruguai, o meio-campista sofreu uma ruptura fibrilar e está fora da próxima partida e “provavelmente do resto da competição, já que o tempo de recuperação é de 20 a 25 dias”.

Se Matías Vecino for realmente cortado, Óscar Tabárez não poderá chamar outro jogador para o seu lugar. O regulamento da Copa América permite uma substituição por lesão apenas 24 horas antes da estreia no torneio.

Com três pontos ganhos, o Uruguai lidera o Grupo C da Copa América. Pela segunda rodada, a Celeste enfrenta o Japão, na próxima quinta-feira, às 20 horas (de Brasília), na Arena Grêmio.



O Uruguai passou por cima do Equador em sua estreia na Copa América 2019, no último domingo, no Mineirão. A goleada por 4 a 0 animou o atacante Luis Suárez, que classificou a atuação da Celeste como “perfeita”.

“A partida não muda nossa mentalidade de que as expectativas são máximas para nós. Obviamente que [a vitória] te deixa um saldo positivo, ganhamos da forma como queríamos, mas não significa que ter jogado com um homem a mais desde o primeiro tempo nos ajudou, fomos contundentes e isso é importante”, avaliou o jogador, na zona mista do Mineirão.

O Uruguai abriu o placar aos cinco minutos do primeiro tempo, com um golaço de Lodeiro. Aos 23, o lateral direito Quintero foi expulso, o que tornou as coisas mais difíceis para o Equador. Cavani e Suárez, aos 32 e 43 minutos, ampliaram para o Uruguai antes do intervalo. Mina, contra, fechou o placar na etapa final.

“Também mudou a partida o gol que fizemos nos primeiros minutos e a expulsão fez o jogo ainda mais favorável para nós. Foi uma partida perfeita”, disse o atacante do Barcelona, que despistou quando questionado se a Celeste era a favorita ao título.

“Não. Temos a mesma responsabilidade que tínhamos antes da Copa, com a mesma ilusão, com a mesma vontade de quando começamos o torneio. Este resultado não muda em nada como vamos disputar a Copa”, concluiu.

Com os primeiros três pontos ganhos, o Uruguai assumiu a liderança do Grupo C da Copa América. Pela segunda rodada, o time de Óscar Tabárez enfrenta o Japão, na próxima quinta-feira, às 20 horas (de Brasília), na Arena Grêmio.



Ídolo argentino ficou muito insatisfeito com o desempenho da equipe (Foto: Franck Fife/AFP)

No último sábado, a seleção argentina estreou na Copa América da maneira que o torcedor albiceleste não esperava: com uma derrota por 2 a 0 para a Colômbia. E logo após o revés, quem se mostrou muito insatisfeito com o desempenho da equipe foi ninguém menos que Diego Armando Maradona.

Em áudio divulgado pelo canal argentino TyC Sports, com uma voz um tanto quanto alterada, El Pibe de Oro faz duras críticas ao time comandado por Lionel Scaloni.

“Você percebe que até a seleção de Tonga pode ganhar de nós. Há um prestígio que construímos com chutes, com socos. Você se lembra quando todos saímos do Peru, que quebramos o ônibus? O que sobrou de tudo isso? Qual é a camisa? A camisa você sente, filho da p…”, disse.

Com um clima conturbado, a Argentina volta a entrar em campo pela Copa América na próxima quarta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), diante do Paraguai, pela segunda rodada do grupo B. O time de Lionel Messi ocupa a lanterna da chave, sem nenhum ponto ganho.



Daniel Alves é declaradamente torcedor do São Paulo e, inclusive, afirmou recentemente que quer atuar pelo clube no futuro. Entretanto, o Morumbi não agrada o jogador, que falou novamente sobre a postura da torcida brasileira em jogos da Seleção, mas desta vez dando a entender que o público blasé está ligado diretamente ao estádio.

“É algo que foge das nossas mãos, não controlamos os valores do ingresso. Não sou dono da verdade (sobre as críticas à torcida), mas acho que não é coisa de São Paulo. Sinto isso quando a gente joga no Morumbi, em relação na Arena (Corinthians) sentimos uma atmosfera diferente. O campo é mais distante. Até amigos que estavam no jogo me disseram isso e ele não estavam jogando”, afirmou.

Instantes antes do início da estreia da Seleção Brasileira, contra a Bolívia, o público ensaiou alguns gritos de apoio à Seleção Brasileira no Morumbi. Assim que a bola rolou, no entanto, o Morumbi foi tomado por um silêncio desconcertante. Em alguns momentos, a situação lembrou jogos realizados com portões fechados. No anel intermediário, torcedores puxaram o hino do São Paulo e foram vaiados.

“O futebol no Brasil é religião e as pessoas são doutrinadas a seguir seus clubes, não sua seleção. Então, se tem um jogador do seu time, elas apoiam. Se não tiver, é o contrário. Elas levam esse sentimento”, afirmou. “Mesmo se você não gosta de certo jogador, é a hora de união, que haja uma conexão”, completou.

Com o ingresso mais barato a R$ 190,00, o Estádio do Morumbi recebeu 47.260 pessoas para a estreia do Brasil na Copa América, realizada na sexta-feira contra a Bolívia. O duelo teve uma renda de R$ 22.476.630,00, a maior da história de jogos de futebol no território nacional.



Equador entrou em campo para evitar goleada no segundo tempo (Foto: Luis ACOSTA / AFP)

O Equador não começou bem a Copa América. Na noite deste domingo, no Mineirão, a equipe perdeu por 4 a 0, em segundo tempo que a Celeste praticamente não conseguiu render. Segundo Hernán Darío Gómez, foi necessário criar um modo de jogar para evitar uma goleada maior.

“No intervalo, falei com os rapazes: está 3 a 0, não vamos tomar mais. Tive que pensar em não tomar mais gol. Tivemos que frear um pouco com ordem tática pra que a gente não tivesse uma goleada maior. Se você der oportunidade, eles vão fazer 10 gols. Jogamos contra o time mais forte da Copa América. Eles têm muita experiência e tempo de trabalho”, reconheceu o treinador.

O técnico equatoriano explicou ainda que o Uruguai tem padrão de jogo impressionante. “Esperar a situação que a gente viveu? Não, nenhum treinador espera. Fomos superados, principalmente no primeiro tempo eles nos superaram em todos os âmbitos. Time de padrão europeu, dinâmica impressionante, técnica excelente. Com cinco minutos já perdíamos, com 20 tínhamos um a menos. Fica complicado. Muito ruim o nosso primeiro tempo, o time uruguaio muito experiente, bem formado, melhor que o nosso individualmente e como time”, completou.

Após um duro revés por 4 a 0, o trabalho de Darío Gómez será recuperar seus jogadores para buscar dias melhores na competição.

“Precisamos recuperar depois da goleada. Já falei com eles, fui claro, falei que jogamos muito mal, não temos nada pra falar. Eles passaram por cima, ganharam no resultado, no jogo, individualmente. Agora vamos fechar as portas, ficar mais blindados, trabalhar mais duro ainda. Agora temos que mostra que somos homens. Agora temos que mostrar do que a gente é feito. Recuperá-los é trabalho meu. Foi um jogo muito ruim. Não temos como apagar, mas podemos continuar e fazer um jogo melhor na próxima rodada. Emocionalmente vir pra Copa é muito bom, estar na seleção é muito bom, mas é muito difícil. É pra homens. Somos todos homens e temos que ser capazes de mudar a imagem”, finalizou.



Atual bicampeã da Copa América, a seleção do Chile estreia na edição brasileira da competição continental nessa segunda-feira, às 20h (de Brasília), contra o Japão, no estádio do Morumbi. E problemas não faltam ao técnico colombiano Reinaldo Rueda. Alexis Sánchez, por exemplo, jogou apenas 15 partidas no ano e correr contra o tempo por causa de um problema no joelho.

“É, realmente sobre Alexis estamos conversando com ele, conversei há pouco, depois do treino. Uma coisa é o torneio outra é o treino. Vamos ter de ver no jogo como as coisas vão saindo e se o Aléxis consegue entender o rival, se vai se poupar ou se expor um pouco mais. O departamento médico tem uma ideia, o jogador tem outra e eu vou ver qual melhor momento para usar o Alexis”, explicou o comandante, em entrevista coletiva nesse domingo.

Outro atleta importante que gera ainda mais cautela sobre seu aproveitamento nessa Copa América é Nicolás Castilho, centroavante do América-MEX e um dos mais experientes do grupo.

“Ele vem evoluindo, expectativa era grande, mas Castilho no primeiro semestre esteve em Portugal, depois foi para o México, se machucou, ficou parado, está sentindo um incômodo (na coxa). Ele quer jogar, mas não consegue totalmente. Estamos acompanhando de perto e tomara que possamos contar com ele”.

O Chile chega para a Copa América com a maior média de idade do torneio (28,6). Rueda não nega que seu foco está totalmente voltado para a Copa do Mundo do Catar, daqui três anos, mas ainda assim faz mistério sobre a escalação e não deixa de lamentar os percalços encontrados na atual preparação.

“Gostaríamos de ter chegado com os jogadores em outro nível. Lesões, decisões técnicas, contratos, tem uma porcentagem importante de jogadores que vêm sem frequência de jogos e outros com frequência de ter jogado até 15 dias atrás. Diferentes preparações, tudo isso influi, não tem uma satisfação total”, admitiu o treinador.
O Chile está no Grupo C da Copa América, que já tem um líder de respeito. Enquanto os chilenos treinavam no gramado do Morumbi, o Uruguai enfiava 4 a 0 no Equador. E esse cenário preocupa Rueda.

“Naturalmente compromete. A gente tem de pensar no Japão antes de pensar no Uruguai, no Equador, cada um fazendo seu trabalho. Já tem uma equipe que sai na frente e temos de ser inteligentes para chegar no líder”, reconheceu, antes de assumir de vez que enxerga o primeiro colocado de seu grupo como o time a ser batido, acima até do Brasil.

“Para mim o máximo favorito é o Uruguai, principalmente depois do jogo de hoje. O grupo que tem, talvez o único processo com coerência na América do Sul, um treinador constante, ficou em quinto na Copa (do Mundo da Rússia). O Brasil é sede e tem pressão, nós temos a pressão própria, prestígio, esse grupo sabe o que é ganhar, vai ser a chave, assimilar o momento e trabalhar muito, com intensidade, para ratificar que temos o nível e status para competir”, concluiu o ex-técnico do Flamengo.