Vice-presidente do Cruzeiro expõe guerra política no clube

Do correspondente Marcellus Madureira - São Paulo,SP

14-12-2016 09:41:38

O Cruzeiro entra em 2017 em um de seus anos mais importantes no ponto de vista político. Isso porque a gestão do presidente Gilvan de Pinho Tavares termina em dezembro e abre portas para um novo mandatário. A guerra política, entretanto, está clara, conforme apontou o vice-presidente, Bruno Vicintin.

O atual vice-presidente cruzeirense deu a entender que a oposição trabalha nos bastidores para que o clube não consiga fazer boas contratações, falando com os atletas que estão em negociação para esperarem até o fim do ano, quando a gestão mudar. Bruno, no entanto, pede união dentro da Raposa.

“A oposição tem que pensar em ajudar para receber o Cruzeiro de boa forma. Não adianta eu assinar contrato com um jogador até o fim do ano e deixar a bomba para os outros. E nem uma pessoa de fora dizer para o jogador não vir para o Cruzeiro no último ano. O Cruzeiro unido, com todas as partes unidas, já provou que é forte. Foi assim em 2013 e 2014”, declarou.

Embora tenha conquistado dois títulos brasileiros, a gestão de Gilvan de Pinho é duramente criticada pelos torcedores do Cruzeiro, que não aceitam os resultados ruins dos últimos dois anos, com a equipe sempre na luta contra a queda para o rebaixamento. Tanto em 2015 quanto esse ano, a Raposa precisou chamar o técnico Mano Menezes para ajudar.

Por outro lado, o ex-presidente Zezé Perrella já mostrou nos bastidores o desejo de retornar ao clube. Zezé é tido pelos torcedores como um presidente vencedor da Raposa, em sua gestão tendo conquistado Copa Libertadores, Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil. No entanto, o último ano do antigo cartola foi também de luta para não cair, em 2011.

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