Um ano sem Maradona: fãs prestam homenagens

São Paulo, SP

25-11-2021 14:10:01

Há um ano, o mundo se despedia de uma das maiores lendas do futebol. No dia 25 de novembro de 2020, Diego Armando Maradona não resistiu a uma parada cardiorrespiratória e faleceu, deixando milhões de fãs abalados em todo o mundo. Um ano após sua partida, homenagens e agradecimentos seguem acompanhado o argentino. Em Nápoles, na Argentina e nas redes sociais, fãs se manifestaram.


Após seu falecimento, homenagens foram prestadas ao redor do mundo, especialmente na Argentina e em Nápoles, onde se tornou ídolo. O Napoli chegou a mudar o nome de seu estádio para Estádio Diego Armando Maradona. Além disso, fez mais de um uniforme em homenagem ao ídolo. Na temporada passada, listras azuis e brancas, em alusão à camisa da seleção argentina e, atualmente, um uniforme branco com o rosto do ex-jogador. Nesta quinta-feira, o presidente do clube italiano, Aurelio De Laurentiis, foi ao Largo Maradona para depositar flores em homenagem ao ex-jogador. Além do executivo, torcedores também compareceram.

Ainda em Nápoles, o artista Domenico Sepe fez uma escultura em tamanho real de Maradona. A obra foi doada pela prefeitura local e, assim, apresentada em frente ao estádio, com a presença de familiares e ex-companheiros de clube.

Já na Argentina, torcedores se concentraram em frente de sua casa, no bairro de Villa Fiorito, ao sul de Buenos Aires. Outros locais históricos da carreira do atleta também foram visitados por fãs apaixonados, que prestaram homenagens.

Além disso, nas redes sociais, jogadores e celebridades se pronunciaram em homenagem ao ex-jogador. Pelé, eterna figura rival do argentino, publicou uma foto com Maradona em seu Instagram com a legenda: "Um ano sem Diego. Amigos para sempre". Apesar da rivalidade, os dois sempre compartilharam relações muito respeitosas e amigáveis.

 

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Segundo o site oGol, Maradona jogou 680 partidas, marcando 346 gols. Revelado pelo Argentinos Juniors, o jogador teve passagens no exterior por Barcelona, Napoli, Sevilla. Após retornar da Europa, defendeu o Newells Old Boys e o Boca Juniors. Pela seleção argentina, conquistou a Copa do Mundo de 1986, sendo o craque da conquista. Nas quartas de final, marcou o "Gol do Século" e o polêmico gol de mão apelidado de "La mano de Diós" (A mão de Deus).

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