Futebol/Copa do Mundo

Capitão do Brasil nas quartas, Miranda avisa: “Bélgica não é só Lukaku”

São Paulo , SP
05/07/2018 11:03:50 — 05/07/2018 12:28:58

Em: Bastidores, Copa do Mundo, Futebol

A Seleção Brasileira sofreu apenas um gol nesta Copa do Mundo, com Miranda atuando ao lado de Thiago Silva na zaga. Escolhido para ser o capitão do time canarinho contra a Bélgica, pelas quartas de final da Copa do Mundo, o defensor da Inter de Milão está atento ao forte ataque adversário, mas alertou que há muito mais com o que se preocupar além de Romelu Lukaku.

O atacante belga é um dos artilheiros desse Mundial, com quatro gols. Atrás apenas de Harry Kane, que balançou as redes seis vezes, Lukaku é tido como um dos principais jogadores da posição, mas Miranda se preocupa igualmente com outros nomes da Bélgica, que conta também com Kevin De Bruyne, Eden Hazard e Dries Mertens.

“A Bélgica não é só o Lukaku. Seguramente é um grande atacante, mas a principal maneira de parar o adversário é estar atendo a todas as jogadas e a todos os jogadores, porque tem vários jogadores de qualidade e decisivos, habilidosos, mais verticais. Nosso sistema defensivo vai entrar muito bem preparado para neutralizar todas as armas adversárias”, afirmou Miranda.

Miranda será capitão da Seleção Brasileira pela 5ª vez na Era Tite (Foto: Pedro Martins/MoWA Press)

Esse será o primeiro jogo da Seleção Brasileira nesta Copa do Mundo contra um adversário com um nível técnico considerado mais alto. Contando com diversos jogadores nos principais clubes do planeta, a Bélgica ainda assim não é tida como favorita para o confronto das quartas de final, fato que não ilude Miranda.

“Primeiramente, nós da Seleção Brasileira estamos acostumados e temos a responsabilidade de jogar em alto nível. A gente sabe da dificuldade do jogo, porque a Bélgica nos exige ainda mais concentração e capacidade técnica, é um adversário muito forte. Vamos entrar atentos, sabendo que para vencer o jogo teremos que fazer o melhor, porque vamos enfrentar um grande adversário”, prosseguiu.

O auxiliar técnico de Tite, Cléber Xavier, comentou mais detalhadamente sobre a seleção belga, mas procurou não esmiuçar os adversários a ponto de tornar públicos os pontos fortes e fracos do rival da Seleção Brasileira na próxima sexta-feira, em Kazan. O “gigante” Fellaini foi um dos nomes citados.

“O Fellaini entrou no último jogo na mesma função do Mertens, mas com características diferentes. A presença do Chadli, que é um jogador mais potente, no lugar de Carrasco pode ser outra mudança. Com exceção ao jogo contra a Inglaterra, em que ambas as equipes entraram com a formação reserva, a Bélgica repetiu um padrão e nas modificações fez os seus ajustes. Estamos preparados para todas as situações, conhecemos bem a Bélgica, estudamos bem e Bélgica. Procuramos não falar muito agora, porque é um jogo mais decisivo ainda, contra uma grande seleção. São horas e horas de observação para que os atletas tenham tudo mastigado”, concluiu.

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