Dirigente do Sporting insinua ajuda ao Real Madrid e esquenta jogo da volta

São Paulo, SP

15-09-2016 18:53:32

 

A derrota por 2 a 1 para o Real Madrid, na última quarta-feira, pela primeira rodada do Grupo F da Liga dos Campeões, não foi bem digerida pelo Sporting. O time português ganhava a partida até os 43 minutos do segundo tempo, quando Cristiano Ronaldo empatou em cobrança de falta. Aos 48, Morata virou e decretou a vitória merengue.

O diretor de comunicação do Sporting, Nuno Saraiva, utilizou as redes sociais para expressar o descontentamento com o resultado adverso na estreia da principal competição europeia de clubes. Para o dirigente, os Leões foram prejudicados pela arbitragem que, de acordo com ele, favoreceram o Real Madrid.

“Quando uma equipe como a do Real Madrid sente necessidade de repetir constantemente que eles é que são "o maior clube do mundo" e, pior, precisa de ajuda externa desde o meio da primeira etapa para ser resgatada de uma derrota que parecia certa, significa que os verdadeiramente grandes somos nós”, escreveu Saraiva.

O dirigente português elogiou a atuação do time, que não se intimidou em enfrentar o Real Madrid no Santiago Bernabéu e fez um duelo de igual para igual com os espanhóis, 11 vezes campeões da Champions, e garantiu que os jogadores já estão concentrados no próximo compromisso do Campeonato Português, contra o Rio Ave.

“No Bernabéu fomos enormes dentro e fora de campo. Não vivemos de vitórias morais até porque essas de pouco nos servem. Mas seguimos juntos, unidos e guerreiros ao lado dos jogadores e de um treinador que são o orgulho de qualquer Sportinguista. Já estamos focados no jogo de domingo com o Rio Ave, que é para ganhar, e para isso é fundamental que a Onda Verde chegue a Vila do Conde”, completou.

Saraiva finalizou o texto fazendo uma projeção do jogo de volta e esquentando o duelo entre as duas equipes em Portugal, a ser realizado no dia 22 de novembro, pela quinta rodada da chave. “Aos de Madrid dizemos apenas que esperamos por eles na segunda volta em Alvalade. Será ali, na nossa casa, que se fará justiça”, concluiu.

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