Gazeta Esportiva

Calleri deve ser denunciado pelo TJD-SP após tapa em celular; Danilo corre risco por termo homofóbico

Marcelo Baseggio - São Paulo,SP

05/04/22 | 16:52 - 05/04/22 | 17:47

Jonathan Calleri deve ser denunciado pelo Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo devido ao tapa no celular de Felipe Goto, atleta do sub-15 do Palmeiras, na saída da delegação tricolor do Allianz Parque após derrota por 4 a 0 na final do Paulistão.

O caso do atacante são-paulino se enquadra no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva por “assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva não tipificada pelas demais regras deste código”.

Mais vídeos em videos.gazetaesportiva.com

Calleri pode ser punido com um a seis jogos de suspensão a ser cumprida no Paulistão de 2023. Caso haja o entendimento que o episódio não é extremamente grave, há possibilidade de o camisa 9 tricolor receber somente uma advertência.

Calleri já pediu desculpas publicamente pelo ato de ira logo após a final do Campeonato Paulista e se dispôs a arcar com o reparo do celular do garoto palmeirense. Entretanto, o jovem já foi presenteado com um novo aparelho pela presidente do Palmeiras, Leila Pereira, nesta terça-feira.

Na última segunda, o atacante são-paulino foi o jogador mais premiado na festa do Campeonato Paulista, saindo com os troféus de gol mais bonito da competição, craque da galera e integrante da seleção do torneio.

Palmeirense também deve ser denunciado

Quem também tem boas chances de receber punição do TJD-SP é Danilo, do Palmeiras. Após o título do Paulistão, o volante gravou vídeos em que aparece fazendo provocações homofóbicas ao São Paulo.

"Os cara tá cagado. Os bambi tá cagado", disse Danilo em imagens circuladas na internet.

De acordo com o artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, o jogador é passível de punição se “praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”.

 

Deixe seu comentário